Em busca do mercado dos especiais, cafeicultores viajam e trocam experiências
Produtores do município sul mineiro de São Pedro da União saem em busca de boas referências em São Paulo e Mantiqueira de Minas.
32 resultados para "pretensao"
Produtores do município sul mineiro de São Pedro da União saem em busca de boas referências em São Paulo e Mantiqueira de Minas.
Rodrigo Branco Peres é administrador e diretor administrativo do Café do Centro. Juntamente com seu irmão Rafael Branco Peres, são responsáveis por reerguer uma empresa que passava por um momento de crise e hoje é muito bem posicionada no mercado interno e externo. Em entrevista ao CaféPoint, Rodrigo conta alguns detalhes do sucesso de seu negócio e as estratégias usadas para crescer e se manterem bem posicionados no mercado.
A CPC (Comissão para a Promoção da Competitividade) emitiu seu parecer em relação ao regulamento 007/2010 do Icafé (Instituto de Café da Costa Rica) sobre o selo que pretende implantar no país para destacar a origem nacional do café. A opinião foi apresentada em resposta a uma consulta feita pela Câmara dos Torrefadores de Café, entidade que quis conhecer se essa norma para regular e outorgar o selo Café 100% cultivado e colhido na Costa Rica feria algumas de suas cláusulas.
A extinção (ou cessação) do contrato de trabalho gera o rompimento do vínculo empregatício, deixando de existir as obrigações previamente combinadas entre empregado e empregador rural. Dá-se a extinção por diversas razões: decisão do empregador ou do empregado; aposentadoria; morte do empregado ou do empregador (quando pessoa física); extinção da empresa; acordo entre as partes; término do contrato por prazo determinado e ainda, por força maior.
Ciente de que a cafeicultura brasileira necessita de um planejamento de médio e longo prazos para que não seja tão refém das oscilações do mercado, o Conselho Nacional do Café (CNC), com apoio do Sistema OCB, realizará, nos dias 18 e 19 de dezembro, na Casa do Cooperativismo, em Brasília (DF), o seminário "Rumos da Política Cafeeira no Brasil". No evento, temos a pretensão de que especialistas de mercado e lideranças do setor deliberem sobre o cenário atual e tracem um prognóstico para o futuro da cafeicultura no País.
Espaço é dedicado ao ensino e incentivo à pesquisa na produção do café, e foi criado pela Confederação de Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA)
A legislação do agronegócio tem passado por mudanças que tem demandado acompanhamento diário das atualizações e cuidado dos seus operadores
Palestra ocorreu em 5 de agosto e foi promovida pelo professor Everaldo Maciel, consultor tributário, vice-presidente da ABDF e ex-secretário da Receita Federal
A proposta de taxar o agronegócio representa a volta ao duríssimo período enfrentado pelo setor, logo após a edição do Plano Real. Por Celso Luis Rodrigues Vegro, pesquisador científico do IEA.
Pesquisador da UESB realiza o projeto em parceria com Associação dos Cafeicultores do Oeste da Bahia.
16º Simpósio Nacional do Agronegócio Café 2015 traz este ano tema "O Agronegócio Café de olho no futuro". Evento conhecido como Agrocafé será realizado de 11 a 13 de maio em Salvador, Bahia.
Felizmente um juiz negou a suspensão do registro e da venda de ingredientes que compõem agroquímicos. Há dias, neste mesmo espaço, comentei sobre como as sociedades europeias e americana admiram e valorizam seus produtores rurais, subvencionando-os fortemente mesmo em situações de crise. No Brasil, as relações campo-cidade são, com frequência, marcadas por suspeitas e [...]
Uma forte queda nas cotações do café, nos últimos anos, interrompeu uma fase favorável de mercado e, segundo especialistas, nada indica que em 2014 será possível recuperar ao menos parte das perdas. Mas os problemas dos cafeicultores não se resumem a preço baixo, embora reclamem que, pelas cotações atuais, estão pagando para trabalhar.
O Ministério da Agricultura estuda a criação de uma linha de crédito exclusiva para que cafeicultores diversifiquem a produção em suas propriedades. A linha, que deve ser lançada o próximo ano, faz parte do pacote de medidas de apoio à cafeicultura, anunciado no último dia 22 pelo ministro da Agricultura, Antônio Andrade, que incluiu a renegociação das dívidas do setor. O segmento enfrenta preços baixos que não cobrem, na maior parte dos casos, os custos de produção.
Estudos e evidências empíricas demonstram que a formação dos preços das commodities agrícolas exibe grande aderência às cotações desses ativos registradas nas transações que diariamente ocorrem em Bolsas de Futuros. Desse modo, acompanhar os negócios firmados com base nas cotações futuras empregadas na compra e venda dos títulos pode, desde que devidamente mediado por dados e informações de mercados conexos (moeda, juros, petróleo), oferece parâmetros relevantes para a tomada de decisão daqueles que operam nesses mercados, mais especificamente, em sua dimensão real (produzem o ativo, necessitam do suprimento).
Quando os modelos habituais de negócio tornam-se saturados, sair dos trilhos urge como a rota necessária àqueles que não abandonam a coragem de seguir em frente, abrindo mão de certezas potencialmente ultrapassadas. Importância do tema é abordada neste artigo com exemplos retirados do mercado cafeeiro. Quem sai ganhando com tudo isso é o próprio mercado, em toda sua cadeia. Por Celso Luís R. Vegro
Espaço Aberto, por Cesar de Castro Alves - Uma coisa que todo analista que gosta e acompanha o mercado de café pode é escolher qual número nas estatísticas de café gosta mais (ou odeia menos). O que não se pode é querer que estes números conversem entre si. É fato antigo que os dados oficiais de oferta e demanda de café do Brasil não batem no sentido de fechar as contas. Todavia ano após ano voltamos ao mesmo questionamento sobre qual número está mais errado.
A votação do Código Florestal foi adiada, para a próxima terça-feira (13), a pedido do relator do projeto, deputado Paulo Piau (PMDB-MG), que pediu mais tempo ao presidente da Câmara, Marco Maia. A Câmara discute as mudanças aprovadas pelo Senado no ano passado com base em um texto votado pela Câmara. Nesta segunda votação, os deputados não podem mais fazer mudanças de mérito, apenas decidir qual texto vai prevalecer - se o aprovado pelo Senado ou o da Câmara. Também é possível retirar pontos da proposta.
A natureza e causas da formação da riqueza das nações, de sua população, empresas e instituições originou a ciência econômica. Ainda que filósofos tenham se preocupado com a temática, foi somente com Adam Smith ao publicar em 1776 o clássico: "A Riqueza das Nações", que se constituiu efetivamente o que atualmente conhecemos como economia ou economia política. Aliando-se essa nova riqueza com as novas exigências de sustentabilidade sócio-ambiental, temos diante de nós a verdadeira cafeicultura competitiva do século 21.
Aqueles que nesse espaço me acompanham, sabem que este escriba não é dado aos exageros, a não ser os da retórica argumentativa e de suas consequências. A escolha desse título atrai leitores mais curiosos que, ao se deparar com as chatices da economia agrícola, logo partem para outro assunto menos pantanoso, quer pela imprecisão intrínseca ao método de análise empregado nessa ciência, quer pela sua incapacidade de imaginar um futuro plausível para os fenômenos que, por pressuposto, busca elucidar. Portanto, meu leitor ou minha leitora, vá com calma e não exagere.
A extinção (ou cessação) do Contrato de Trabalho gera o rompimento do vínculo empregatício, deixando de existirem as obrigações previamente combinadas entre empregado e empregador rural. Dá-se a extinção por diversas razões: decisão do empregador ou do empregado; aposentadoria; morte do empregado ou do empregador (quando pessoa física); extinção da empresa; acordo entre as partes; término do Contrato por Prazo Determinado e ainda, por força maior. Passemos a analisar cada hipótese.
É preciso defender a preservação. O desmatamento zero. A biodiversidade. E isso está garantido no relatório apresentado pela Comissão Especial do Código Florestal. Mas não se pode aceitar que pessoas que não conhecem a realidade da vida no campo, a luta da produção, por mais bem intencionadas que possam ser, estabeleçam, de modo voluntarista, limites que oneram um setor produtivo que já enfrenta dificuldades para continuar a garantir alimento ao povo brasileiro.
Em entrevista ao CaféPoint Armando Matielli, engenheiro agrônomo, cafeicultor há 25 anos e presidente da SINCAL (Associação Nacional dos Sindicatos Rurais da Regiões Produtores de Café e Leite) falou um pouco sobre sua experiência e atuação no mercado de café e tratou também dos últimos acontecimentos da cadeia do café, mostrando-se decepcionado com as políticas da cafeicultura e com a falta de gestão pública e privada.
O evento de Encerramento da Etapa Regional do Concurso "Café Qualidade Paraná 2009", aconteceu no dia 21 de outubro na Câmara Municipal de Santo Antônio da Platina, com a participação de mais de cento e cinquenta produtores. O objetivo do evento é de selecionar e premiar os cafeicultores da região de SAP, que tiram da terra o verdadeiro Café Qualidade Paraná.