Apesar das baixas o horizonte é azul no mercado
O analista Marcus Magalhães acredita que as recentes volatilidades fazem parte do jogo mercadológico e lembra que no lado interno o mercado vive situações distintas.
15 resultados para "precificar"
O analista Marcus Magalhães acredita que as recentes volatilidades fazem parte do jogo mercadológico e lembra que no lado interno o mercado vive situações distintas.
No mercado de café a alta do dólar e a previsão de chuva em região produtora e por fim, a falta de volatilidade impactaram as cotações.
Mercado do grão seguiu tendência de mercados globais de tranquilidade e oscilações sadias, segundo consultor.
Na análise de Marcus Magalhães, setor produtivo está muito mais preocupado com as chuvas e, desta forma, mercado interno segue parado.
A forma de precificar café mudou e merece comentários. A estatística clássica perde força. Os números são discutíveis e as interpretações também. As safras são contínuas. Todos os meses, se colhe café em algum país.
Marcelo Fraga destaca pontos importantes para negociações futuras do café
Segundo Marcelo Fraga, mercado interno segue firme, com os compradores procurando por lotes para cobrir suas necessidades de curto/médio prazo
No mercado físico, após a correção da semana antecedente, as cotações permaneceram praticamente estáveis, o que manteve os vendedores afastados
Cooperar significa também garantir que o vizinho não esteja, por suas eventuais práticas questionáveis, destruindo a reputação de todo o grupo. Por Bruno Varella.
Conselho participou de audiência pública que debateu temas nesta semana, em Brasília (DF).
Governo concede prazo adicional de 60 dias para o pagamento da 1° parcela das operações de estocagem e de custeio convertidas em estocagem. Anúncio oficial de quebra de safra na América Central reforça condição de perda de equilíbrio entre oferta e demanda, de forma que vivencie-se escassez de café em curto e médio prazos. Tendência nas cotações é de recuperação no primeiro trimestre.
Eduardo Sampaio é engenheiro agrônomo, consultor, produtor e representando da UTZ Certified no Brasil. Em entrevista ao CaféPoint, Eduardo fala sobre a atual situação da cafeicultura, preços, sustentabilidade e certificação e as expectativas para o futuro da atividade cafeeira. Acesse e assista a entrevista.
Qualquer um que se arrisque a analisar criteriosamente o mercado de café, com certeza observará que o segundo semestre de 2010 veio para demonstrar aspectos antes desconsiderados nas mais destacadas interpretações. Se é que as leis da economia não foram revogadas, a diminuição do consumo normalmente repercute em ajustes de preços para baixo. Que fatores econômicos ou não estariam por trás da escalada nos preços do café?
É com dificuldade e certa apreensão que escrevemos esta carta em 2010. Temos acompanhado o mercado desde 2004, com estudos macroeconômicos e ferramentas de avaliação futura das disponibilidades, e desde 2008 ficava claro que o mercado entraria numa nova onda de risco elevado. Até maio deste ano, poucas pessoas se mostravam preocupadas com a questão. Mas, com os preços atuais que deverão flutuar em patamares elevados, temos muito a refletir para poder construir um modelo novo de mercado e não quebrar essa importantíssima cadeia de produção, que também é a mais antiga e internacionalizada do planeta.
No mercado de café não existem inocentes. Como já se havia previsto, o limite para 5% de umidade no novo regulamento técnico para Café Torrado e Moído foi chancelado. Feitas as contas, serão transferidos para o bolso dos torrefadores algo como R$ 166 milhões. Ademais, os cafeicultores deixam de comercializar no mercado interno algo como 700 mil sacas de café verde, que foram substituídas por água no produto final.