Consumo moderado de café pode prevenir Alzheimer, afirma estudo
De acordo com o relatório, os efeitos positivos do consumo de café foram particularmente relevantes em homens idosos.
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De acordo com o relatório, os efeitos positivos do consumo de café foram particularmente relevantes em homens idosos.
Óleo extraído do café verde é um poderoso antioxidante capaz de combater o envelhecimento da pele e atenuar os danos causados pela atuação dos radicais livres.
Depois do chá verde, chegou a hora do café verde: o antioxidante da vez. Suas propriedades foram descobertas recentemente e logo passou a ser comercializado com sucesso na França. Seu maior tributo é emagrecer. Quem não quer? Entre as vantagens em relação ao café comum, o verde possui duas a três vezes mais polifenóis livres que ajudam na luta contra os radicais livres, responsáveis pelo envelhecimento das células, sendo melhor absorvido pelo corpo. Está servida?
Milhares de pessoas no mundo todo tomam ao menos uma xícara de café todo dia. E para a felicidade dessas pessoas, um novo estudo mostra que o café contém uma série de nutrientes (como o cálcio) assim como diversas substâncias ativas, como os polifenóis, que contribuem para a saúde. Determinar se essas associações são causais, entretanto, requer mais pesquisas.
Tomar várias xícaras de café ou chá por dia pode proteger o consumidor de doenças cardíacas, segundo um estudo holandês realizado durante 13 anos. As pessoas que tomavam mais de seis xícaras de chá por dia reduziram o risco de doenças do coração em um terço.
Estudos recentes indicam também o potencial nutricional, funcional e sustentável de subprodutos do café, com aplicações que podem sair do laboratório em direção à mesa
O café não é remédio, mas a comunidade médico-científica já considera a planta como funcional (previne doenças mantendo a saúde) ou mesmo nutracêutica (nutricional e farmacêutico). Isso por que o café não possui apenas cafeína, mas também potássio, zinco, ferro, magnésio e diversos outros minerais. O grão do café também possui aminoácidos, proteínas, lipídeos, além de açúcares e polissacarídeos. Mas, o principal segredo: possui uma enorme quantidade de polifenóis antioxidantes, chamados ácidos clorogênicos.
Doença pode atacar desde mudas no viveiro até lavouras adultas, que além da queda de folhas pode proporcionar queda de frutos
Pesquisadores desenvolveram tecnologia que obtém a cafeína sem o uso de solventes
Quando se fala em café muitos ainda relacionam a bebida somente à presença da popular cafeína. O que ainda não é de conhecimento geral é que os grãos de café possuem apenas de 1% a 2,5 % de cafeína e diversas outras substâncias, algumas delas em maior quantidade. Entre elas, minerais, vitamina B3, polissacarídeos, gorduras, aminoácidos e antioxidantes, como os ácidos clorogênicos, substâncias naturais responsáveis por grande parte da atividade antioxidante do café.
As descobertas, por meio de pesquisa da Sociedade Norte Americana do Câncer, foram inovadoras, já que se basearam especificamente nos casos fatais de câncer oral/faríngeo, ocorrendo em um período de 26 anos em uma população de indivíduos acompanhados que não tinham a doença no começo do estudo. O câncer oral/faríngeo está entre os 10 cânceres mais comuns no mundo.
Não existe segredo, mas sim trabalho apurado. Um cafezal somente gera produto de qualidade especial se for muito bem cuidado, na adubação das plantas, no controle de pragas e doenças, na colheita do fruto maduro e, por fim, no trato dos grãos durante o processo de pós-colheita, seca e beneficiamento.
Natural, consumido há séculos em todo o mundo, não calórico, e com benefícios comprovados para a saúde humana, especialmente para o cérebro, o café é o energético mais seguro - e gostoso - para o folião que quer encarar com muito pique o carnaval.
Na primeira parte do artigo foi falado sobre conceito e dificuldades no melhoramento visando qualidade, a diversidade genética existente atualmente e a relação dos porta-enxertos e a qualidade. No presente artigo será abordado detalhes do alelo Mokka, café Glaucio, a espécie <i>C. Eugenioides</i>, e os Robustas e Arabustas.
Todo dia é dia de café, como comprova o fato de 97% dos brasileiros acima dos 15 anos consumirem ao menos uma xícara diariamente. Só isso já poderia ser considerado uma homenagem e tanto a essa bebida. Mas desde 2005, quando a data 24 de Maio foi incorporada ao Calendário Brasileiro de Eventos como Dia Nacional do Café, a comemoração ganhou outra dimensão, passando a ser festejada por industriais, produtores, exportadores, cooperativas, varejo, cafeterias e por todos os apaixonados por café.
Propõe-se com este artigo apresentar uma breve descrição das características químicas da casca de café, os resultados de pesquisas sobre sua utilização na alimentação de bovinos de leite e corte, e recomendar níveis adequados de inclusão na dieta destes animais.
Algumas linhas de pesquisa conduzidas por especialistas de diversos países têm revelado os efeitos positivos do café, entre eles: reduzir o colesterol, auxiliar no combate a doenças coronarianas, proporcionar efeitos antidepressivos, reduzir o risco do mal de Parkinson, proteger contra diabetes do tipo 2, desenvolver ação antioxidante (que atua contra o envelhecimento das células), e auxiliar em processos de emagrecimento e na prevenção de alguns tipos de câncer (cólon e reto). Há estudos recentes, inclusive, que indicam que substâncias presentes no café podem prevenir demências e mal de Alzheimer e que o consumo moderado e regular inibe o alcoolismo e a depressão. No Brasil, a Fundação Zerbini assinou, em 2006, um protocolo com a Associação Brasileira da Indústria do Café para a criação da Unidade de Pesquisa Café-Coração do Incor, que até hoje tem conduzido pesquisas sobre a bebida.
O café possui apenas 1 a 2,5 % de cafeína e diversas outras substâncias em maior quantidade. E estas outras substâncias podem até ser mais importantes do que a cafeína para o organismo humano. Mas apenas a cafeína é termo-estável, isto é, não é destruída com a torrefação excessiva. As demais substâncias, como aminoácidos, açúcares, lipídeos, niacina e os ácidos clorogênicos, são preservadas, formadas ou mesmo destruídas durante o processo de torra.
O consumo de sete ou mais xícaras de café por dia pode reduzir os riscos de desenvolvimento de diabetes do tipo 2 em mais de 40%, disseram pesquisadores finlandeses do Instituto Nacional de Saúde Pública da Finlândia.