Olam prevê redução nas ofertas de café antes da próxima colheita do Brasil
Dois anos de escassez significam que os estoques globais continuarão caindo por pelo menos os próximos seis meses, disse a empresa.
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Dois anos de escassez significam que os estoques globais continuarão caindo por pelo menos os próximos seis meses, disse a empresa.
Com a forte crise econômica e política, inflação se aproximando dos 8% ao ano, alta do dólar e, portanto, custos de produção em alta, produtores consideram mais prudente ficar com o café.
O último recuo nos preços do café arábica sinaliza que o mercado de café com oferta abundante não está se esgotando ainda, mas a previsão para colheitas não tão ótimas e um consumo mais rápido indicam que na próxima estação, isso poderá ocorrer. No maior produtor mundial de café arábica, o Brasil, a colheita está boa, mas não suficiente. Porém, na Colômbia, a produção caiu bastante e as baixas colheitas se tornaram quase um problema crônico.
O colaborador do CaféPoint Edson Koshiba, da Pleno Corretora em Patrocínio/MG, enviou um comentário ao artigo: Safra 2011: produção nacional alcançará 43,5 milhões de sacas de café?, dizendo que acredita que uma grande safra é esperada para 2012/13. "O mercado de café está tão volátil nestes últimos meses, e não podemos ser nem pessimistas de mais e nem otimistas de mais".
Além da chuva prevista para esta quarta-feira associada com a passagem de uma frente fria, voltará a chover entre 15 e 18 de novembro.
A atividade do comércio varejista acelerou e a performance positiva se alastrou pelos segmentos em maio, segundo pesquisa da Serasa Experian. A expansão foi de 1,3% (sem influências sazonais) em relação ao mês anterior, na maior taxa de crescimento mensal deste ano e a quarta elevação consecutiva. O esperado comportamento de "manada" do consumidor de cortar as compras em resposta à crise não ocorreu da forma esperada.
A comercialização de café está praticamente parada na Bahia. Segundo o presidente da Associação dos Produtores de Café da Bahia (Assocafé), João Lopes de Araújo, só vende quem precisa. O produtor que ainda tem café para vender mas está um pouco capitalizado, segura o produto na espera de preços melhores.
Aliada à pesquisa científica, a educação garante maiores ganhos para a sociedade como um todo. É difícil entender a lentidão do governo em fazer valer essa lógica. O mínimo que se esperaria de nossa burocracia é uma maior atenção quando fosse decidido o orçamento do ministério da Ciência e Tecnologia, pois trata-se de um projeto considerado estratégico. As respostas para tempos de crise sairão justamente da sala de algum centro dedicado a estudar e entender o mundo a nossa volta.
Com previsões cada vez mais pessimistas para a economia brasileira e perspectiva de crescimento econômico abaixo dos 2%, os empresários e produtores agrícolas têm buscado cada vez mais estreitar relações com novos mercados, entre eles Ásia, África e Oriente Médio.
Mercado apresenta recuperação após mínimas de quase três anos, mas pessimistas ainda especulam que safra mundial maior que o previsto poderá pressionar. No Brasil, o VBP - Valor Bruto da Produção do café deverá atingir R$ 17,1 bilhões em 2013, contra R$ 25,2 bilhões no ano anterior, sofrendo a maior redução em relação a 2012 (32%), considerando todos os produtos vegetais e pecuários analisados.
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Realidade, tendência ou furada? O colunista Gustavo Paiva analisa o segmento em nova coluna exclusiva
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Rodrigo Costa analisa os valores mundiais do café e o afrouxamento do isolamento social em países da Europa
Rodrigo Costa aponta que tecnicamente os contratos futuros do café em Nova York precisam se manter acima de US$ 106.00 centavos por libra peso, caso contrário podem testar 101.40 e depois a mínima do ano, 99.70
Bruno Varella comenta sobre as tecnologias existentes, a dúvida é os consumidores do futuro serão capazes de lidar com o número crescente de informações disponíveis?
Rodrigo Costa acredita em uma recuperação para os preços do café arábica em dezembro
Alguns investidores veem a convergência como um sinal para apostar numa reviravolta no mercado do café arábica, que movimenta US$ 6,3 bilhões por ano. O motivo é que, se os preços do arábica e robusta estiverem quase idênticos, as torrefadoras provavelmente vão incluir mais grãos do arábica em suas misturas. Quando os preços de referência chegam a uma diferença de US$ 0,30 a libra, isso significa que grãos arábica mais velhos, de menor qualidade, estão mais baratos do que o robusta nos mercados físicos, diz Ross Colbert, estrategista do Rabobank.
Cerca de 15 municípios monitorados pela Cooperativa tiveram menos chuva este ano em relação a 2013.
Cálculo é feito de acordo com a cotação da Bolsa de Nova York, do dólar do dia na Colômbia e o premium pela qualidade.
Mesmo que os preços do café estejam mais elevados neste ano do que em 2013, os produtores estão mais cautelosos para investir em suas lavouras, afirmam representantes do segmento.
O primeiro trimestre de 2014 inverteu por completo o cenário para o mercado de café vigente até final de 2013. A anomalia climática que incidiu sobre os principais cinturões de arábica brasileiros, sacramentou expressivas perdas nas expectativas de volume de colheita (atual e futura), acarretando ainda, provável deterioração na qualidade esperada para a bebida.