Futuros do café robusta estendem recuperação, diz Rabobank
O banco afirma que a previsão para esta safra é de um déficit na produção de 700.000 sacas.
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O banco afirma que a previsão para esta safra é de um déficit na produção de 700.000 sacas.
A semana nos mercados financeiros teve seu início marcado por fortes oscilações, principalmente, no âmbito cambial, aponta consultor.
O futebol reproduz, ainda que de maneira imprecisa, nossa rotina. Na agricultura, o fato de termos recursos com potencial não implica o seu uso de maneira eficiente.
Robério Oliveira Silva, Diretor Executivo da OIC - Organização Internacional do Café, comenta sobre consumo mundial do café, cenário de oferta e demanda do produto e os fatores negativos dos baixos níveis de preço para a qualidade e sustentabilidade da cafeicultura. Confira
Intenso em 2011, quando gerou uma demanda capaz de provocar falta de mudas no mercado, o processo de renovação de cafezais no país poderá ser prejudicado neste ano pela queda dos preços internacionais do grão nos últimos meses. O Conselho Nacional do Café (CNC) estima que metade das encomendas de mudas para plantio em 2012 já esteja comprometida. Além disso, muitas mudas cultivadas neste início de ano em algumas regiões foram perdidas em razão de doenças.
O crescimento médio da produção mundial no intervalo de 1975-2008 indica 2,40% ao ano. A média entre as variações bianuais, considerando os últimos 15 anos apresenta crescimento mundial de 0,70%. Considerando apenas a produção brasileira, a média de crescimento é de 1,14% ao ano, se considerarmos a variação entre a última produção em relação a 1975, possuindo alavancagem expressiva pela expansão do robusta capixaba, rondoense e baiano.
Segundo importantes economistas, o cenário para a economia dos Estados Unidos não parece bom, nem neste ano, nem nos próximos 10 anos. Os principais pensadores dessa visão pessimista para os EUA, falando em uma convenção anual, propuseram diferentes visões para o declínio econômico do país no curto, médio e longo prazos. Este ano, a recuperação pode se perder à medida que as iniciativas de estímulo do governo expiram.
O índice do Banco Central (BC) que mede a expansão da atividade econômica encerrou o ano passado com alta de 7,81%. O Índice de Atividade Econômica (IBC-Br) fechou 2010 no nível de 140,60 pontos, na série com dados dessazonalizados. No ano anterior, o indicador sinalizava 135,11 pontos no mesmo período. Os primeiros sinais do ano, no entanto, apontam para um crescimento menor do que o esperado em 2011.
Depois de consecutivos dias de alta no último mês, os preços do café arábica encerraram essa terça-feira (06) com forte queda nos mercados futuros e físico, seguindo as leves quedas que vinha registrando desde a sexta-feira (02). No mercado físico, a saca de 60 quilos do café arábica foi cotada a R$ 292,83, com desvalorização de 3,47%, segundo o indicador Cepea/Esalq.
A economia brasileira deverá encolher 1,1% neste ano, segundo uma nova previsão divulgada nesta segunda-feira, 22, pelo Banco Mundial. A organização reviu para baixo sua previsão para o Brasil, que em março havia sido de um crescimento de 0,5%. Segundo a entidade, as economias em desenvolvimento devem crescer 1,2% em 2009, enquanto esperam-se quedas de 4,5% do PIB na zona do Euro, 3% nos Estados Unidos e 6,8% no Japão.
A grande preocupação é que especificamente em Brejões, há previsão de ausência de chuvas e muito calor entre 06 de janeiro e 01º de fevereiro. Se realmente esta previsão se confirmar, a irrigação complementar será obrigatória em parte deste período.
Os cafeicultores do cerrado baiano acompanham a tendência nacional e mundial de retração econômica que deverá se refletir diretamente na produção e produtividade da próxima safra <br>no Estado. A estimativa da Associação dos Produtores de Café da Bahia (Assocafé) é que, este ano, a produção estadual não deve passar de 2 milhões de sacas, dentre outros fatores, pela aplicação reduzida de fertilizantes, que tiveram aumento superior a 100% de uma safra para outra.
O leitor do CaféPoint e corretor Edson Seidi Koshiba, de Patrocínio-MG, comenta positivamente sobre a análise da restrospectiva 2012 da cafeicultura no Brasil elaborada pelo Cepea - Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada - ESALQ/USP, e alerta os profissionais do setor: "Não podemos ser demasiadamente otimista ou pessimista pois senão estaremos enganando a nós mesmo. Ser realista é a melhor opção para fazer as análises do mercado cafeeiro." Confira na íntegra
A estimativa é de queda de 6,4% em relação à safra anterior; mesmo assim, canéfora deve ter alta de 7,3%
Aumento é reflexo dos preços altos do café verde e de estimativas da produção brasileira; para especialista, consumo não cairá fora do lar
Empresto o título do último livro do escritor e compositor Chico Buarque (premiado com o Jabuti em 2010) para, igualmente, nomear esta análise do mercado de café. O escritor, em seu livro, discorre sobre a evolução de uma família ao longo de dois séculos, enfatizando sua decadência e seu futuro pessimista. A metáfora é evidente, o autor sugere por meio da saga familiar a própria trajetória do esforço em construir a nação brasileira. Por acaso, também, temos nosso leite derramado no agronegócio café e por essa razão faço proveito desse título.
Em sua análise semana, Marcelo Fraga aponta os cuidados necessários nas próximas negociações do café
A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) aponta que a produção nacional da espécie pode crescer até 16% este ano
Posições catastróficas ajudam a despertar os incrédulos, tanto quanto provocam paralisia mental. Sabe-se que no copo d´água pela metade se encontra a diferença entre o otimista e o pessimista. Para este, o copo está quase vazio. Para aquele, quase cheio. É relevante. Certas práticas agronômicas, se adotadas, atenuam o cenário de aquecimento, amenizando a temperatura. A principal delas é a arborização da lavoura.
Com o avanço agronômico, lavouras em segunda metade da fase de formação (18 a 30 meses após o plantio) exibem catações em quantidades que, por vezes, superam a média de lavouras em fase de produção. Por Celso Luis Rodrigues Vegro, pesquisador do IEA e Eduardo Heron dos Santos, diretor técnico do Cecafé.
Apenas vendedores de arábica de boa qualidade permaneceram no mercado interno, segundo Escritório Carvalhaes.
Dados da segunda parte do quinto relatório do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas da ONU (IPCC, na sigla em inglês), divulgada neste domingo (30), revelam que o aumento da temperatura média global pode reduzir as áreas destinadas ao cultivo do grão, especialmente o da variação arábica, que responde por 70% da demanda global.
O governo federal anunciou, na última semana, medidas para ajudar a estabilizar a cultura do café. As propostas, no entanto, não agradaram a maior parte dos produtores, que reclamam que o problema mais grave está na renda do cafeicultor, que ainda não tem expectativa de melhora. Para o presidente do Conselho Nacional do Café (CNC), Silas Brasileiro, se o governo adotar o Prêmio Equalizador de Preço Pago ao Produtor (Pepro) a curto prazo, o problema pode ser minimizado.
Conclusão faz parte do relatório de Judith Ganes, consultora especialista em café. As contas dela asseguram que o Brasil teria um déficit de 16 milhões de sacas entre esse ano e o seguinte..