Rainforest Alliance revisa norma e busca torna-la mais acessível
A certificação agora permite estender o prazo para e planejar e implementar a norma.
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A certificação agora permite estender o prazo para e planejar e implementar a norma.
Nessa etapa serão abordados temas como sustentabilidade, impactos dos fatores climáticos na produção de café e alternativas de adubação do cafeeiro.
Com especialistas negros, trans e indígenas, painel expôs experiências, visões de mercado e o caminho a ser percorrido por produtores, comerciantes e baristas
A crise afetou de forma direta os principais mercados do agronegócio brasileiro, como os Estados Unidos e União Europeia. A demanda por alimentos chegou próximo às taxas negativas ou nulas de crescimento de alguns países e isso acabou se refletindo nas exportações. Levantamentos recentes de vários órgãs internacionais apostam em um aumento da demanda de alimentos para os próximos anos e apontam o Brasil como um dos principais produtores de grãos, proteína animal e biocombustíveis. Porém, para chegar a celeiro do mundo, o câmbio, a carga tributária e a questão ambiental são os desafios.
Mudanças climáticas alcançaram seu recente ápice conduzindo ao colapso os meios de subsistência e incrementando a insegurança alimentar
Bruno Varella pontua os caminhos da industrialização, o papel da agricultura no Brasil e o futuro do modelo econômico brasileiro
Elaine Rodrigues, diretora administrativa para América Latina da Alltech, analisa o avanço das mulheres no agronegócio
Bruno Varella faz um paralelo entre o Império Romano e as atitudes do presidente dos Estados Unidos
Ulisses Ferreira apresenta o projeto que tem como objetivo unir as pequenas organizações dos agricultores familiares
Preços recuaram após ganhos acumulados nas semanas anteriores. Força do dólar também contribuiu
Técnicos da Conab verificarão as características dos armazéns, capacidade de recepção, equipamentos e dados cadastrais
O especialista em classificação, degustação e controle de qualidade do café, comandará a Associação Brasileira de Cafés Especiais de dezembro de 2014 ao fim de novembro de 2015.
Evento, organizado pela BSCA em parceria com o SEBRAE Minas, fomenta os produção de café fair trade no Brasil com qualidade. Membros da organização comentam que existe muito espaço no mercado para esse tipo de produto e que a exigência pela qualidade dos cafés certificados de comércio justo tem aumentado anualmente.
Artigo expõe a bela trajetória das Mulheres do café de Divinolândia, cuja história de coesão e atividade em grupo em prol da melhoria das condições sociais e econômicas do "sexo frágil" na cafeicultura nacional, envolto em geral em um ambiente culturalmente machista, mesmo que recente, pode servir de inspiração às demais mulheres do café das diversas regiões produtoras deste país. Confira
Somos movidos pelas sensações que as experiências nos proporcionam, buscando repetir aquelas que nos deram boas lembranças. O café assumiu posição de bebida que deve ser degustada, levando a muito mais do que um simples ato de beber, tornando-se uma completa experiência sensorial para os iniciados. Em resumo: tudo é experiência, são sensações percebidas. Quem experimenta pela primeira vez um excelente café, vira fã.
Uganda produz tanto café arábica como, principalmente, café robusta. É reconhecido como o país mais fértil da África, com boa pluviosidade e excelentes solos de formação vulcânica. Lá, o café é cultivado principalmente em consórcio com culturas alimentares, como banana e feijão. O cultivo é sombreado, possibilitando ao país a busca de caracterizar sua produção como sustentável.
Lucratividade superior a 10%, é o que pode esperar um cafeicultor de base familiar que participar das audiências públicas que serão realizadas pela Comissão de Agricultura, de Aquicultura e Pesca, de Abastecimento e de Reforma Agrária da Assembléia Legislativa do Espírito Santo (Ales).
Há alguns anos em prosa com Dr. Ângelo P. Camargo discutimos a arborização, sombra móvel, evapotranspiração, mobilização de nutrientes, horizontes diferentes de extração de água. Isso mais o medo da geada levou-me a plantar Grevilea no meio de alguns talhões, no espaçamento de 20 x 20 ou seja 25 árvores por hectare mais Pinus nos quebra ventos nos carreadores. Após nove anos tenho, como disse, suspeita fundada do sucesso. Suspeita também autorizada pelo entusiasmo do meu administrador.