Safra 2017/2018: no Brasil, colheita chega a 94% da produção esperada
A consultoria Safras & Mercado aponta que foram colhidas 48,21 milhões de sacas.
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A consultoria Safras & Mercado aponta que foram colhidas 48,21 milhões de sacas.
Conforme relatório da instituição, restam nas lavouras do país apenas o café de varrição.
É necessário considerar diversos fatores como produtividade, inflação, salário mínimo ou custos de produção para entender as diferenças entre a cafeicultura de Brasil e Colômbia. Artigo demonstra evidências que contrariam senso comum da cadeia cafeeira nacional sobre o assunto, questionando até mesmo o sucesso do marketing dos cafés colombianos. Por Luiz Gonzaga C. Jr. e Eduardo Cesar Silva
A Colômbia vai aumentar o preço do café (na origem), devido ao aumento da procura e à quebra na oferta causada, em parte, por tempestades na região. Os consumidores vão ter de desembolsar mais por um café.
Beber um excelente café é sempre uma boa ideia. O CaféPoint descobre detalhes do sucesso de grandes marcas de café de qualidade
Depois de acumular quatro meses de resultados negativos, de outubro do ano passado a janeiro deste ano, o fluxo de capital estrangeiro ao Brasil voltou a ficar positivo em fevereiro, disse o Banco Central. O volume de recursos que entrou no país no mês superou as remessas feitas no período em US$ 841 milhões.
A projeção para a produção de café no Brasil recuou 0,7% em junho, na comparação com a projeção feita em maio, segundo a sexta estimativa do Levantamento Sistemático da Produção Agrícola (LSPA) divulgada ontem (06) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O rendimento médio também mostra redução de 0,7%. A produção é esperada em 2.631.719 toneladas, ou 43,9 milhões de sacas de 60 kg.
Nos 11 anos de trabalho, mudamos 3 vezes nosso layout. Agora, chegamos à quarta mudança, a mais significativa de todas, pois envolve uma mudança conceitual que está apenas se iniciando. Um desafio significativo é, dentre tantos conteúdos, conseguir dar destaque ao que realmente consideramos relevante.
Os processos de produção agropecuária, de diversos países europeus, já utilizam as BPA, são notórias e aceitas pelo setor. Muitos destes processos são as bases para as certificações de qualidade e denominações de origem, bastante utilizadas e reconhecidas como fator de agregação de valor aos produtos na Europa. No Brasil estas práticas, apesar de já serem divulgadas há vários anos, com alguns programas vigentes, não são utilizadas a contento pelos produtores. No campo, percebe-se grande desconhecimento destas, aliadas a descrença que de fato serão benéficas.
Os preços do café arábica encerraram essa terça-feira (17) em queda nos mercados futuros e físico, após consecutivas altas. Em Nova York, o primeiro vencimento, setembro/10, teve queda de 320 pontos, fechando a 175,50 centavos de dólar por libra-peso. No mercado físico, a saca de 60 quilos do café arábica foi cotada a R$ 317,23, com desvalorização de 1,34%, segundo o indicador Cepea/Esalq. Realizações de lucros por parte de fundos e especuladores pressionaram as cotações.
A previsão para este ano é de uma situação bem diferente da registrada em 2009, quando ao longo de todo o segundo semestre choveu de forma intensa. A simulação americana chamada CFS, indica que a primeira grande chuva deva acontecer entre 15 e 20 de setembro.
Conquistar consumidores de cafés de qualidade é atualmente um desafio para a cadeia do conilon; no entanto, a busca pela melhoria do produto e agregação de valor tem sido o foco dos produtores para atingir este mercado.
O mercado permaneceu firme nesta quinta-feira (18), sustentado pela redução de oferta de cafés de qualidade que segue até a colheita da safra brasileira em dois meses. Em Nova York, os contratos do café arábica com vencimento em maio/10, apresentaram alta de 195 pontos, fechando a 135,55 centavos de dólar por libra-peso. A BM&FBovespa acompanhou Nova York e encerrou o pregão em alta. Percebe-se que as valorizações desta quinta-feira (18) ocorreram mesmo diante da alta do dólar e queda de outras commodities, como o petróleo.
Wagner Gonçalves Rossi, da Federação da Agricultura do Estado do Paraná (Faep) encaminhou um ofício ao ministro da Agricultura Reinhold Stephanes e ao presidente da CONAB - Companhia Nacional de Abastecimento solicitando prorrogação de contratos de opção de café. Wagner acredita que é imprescindível que se prorrogue o prazo de entrega por mais 30 dias para que fiquem elucidados todos os parâmetros de avaliação dos lotes de café.
Quais os 3 principais desafios para a cadeia produtiva do café em 2010? Essa é a pergunta que o CaféPoint está fazendo para você, leitor, e para especialistas do setor como Félix Schouchana e Luiz Hafers. Confira as opiniões deles e participe também.
Quais são os 3 desafios para a cafeicultura em 2010? Essa é a pergunta que o CaféPoint está fazendo para você, leitor, e para especialistas do setor como o caso de Sylvia Saes, que colocou como principal desafio: encontrar novos caminhos para a sustentabilidade da cafeicultura. Confira o conteúdo completo.
O valor bruto da produção de café do Brasil estimado, em 2010, é R$10,94 bilhões. As informações da Assessoria de Gestão Estratégica do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (AGE/Mapa), são baseadas nos dados da safra de novembro. Esse valor é 4,2% superior ao obtido em 2009, R$10,50 bilhões, já descontada a inflação.
Trata-se da mais estendida previsão que se pode fazer hoje. Por ser muito antecipada, a previsão não deve ser levada como algo absoluto. Primeiramente, não há previsão de ausência total de chuvas. Poderemos viver mais um ano úmido, apesar da tendência de formação de um El Niño clássico a partir de fevereiro.
Nos últimos anos, não tivemos muitas chuvas associadas aos ventos alíseos, frentes frias e ondas de leste. Até choveu, porém as chuvas não foram constantes. Já neste ano, as chuvas serão mais constantes, permitindo a abertura de poucas "janelas" favoráveis à colheita.
A previsão é de chuvas abaixo da média de janeiro a março. Apesar de não registrarmos ausência total de chuvas, os períodos de tempo seco e quente na região de Feira de Santana serão muito longos.
O consumo de café pela da classe C, que representa 42,6% da população brasileira, dobrou nesses últimos cinco anos. Essa foi a conclusão da pesquisa realizada pela Associação Brasileira da Indústria de Café (Abic), em convênio com o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento e apoio financeiro do Funcafé. Desde 2004, a Abic estuda as tendências de consumo de café para apontar oportunidades de mercado e estimular o consumo da bebida.
O Brasil vive um momento diferente do que se percebe no restante do mundo. "O consumo no país tende a aumentar consideravelmente nos próximos anos. Mas, ao contrário do que se percebe no mercado global, o brasileiro tende a ampliar seu consumo da modalidade arábica. No restante do mundo, principalmente nos mercados emergentes, como Rússia, China e Coreia, o aumento se dará principalmente de café solúvel, que leva em sua composição basicamente café robusta
O forte declínio das cotações do café arábica que se iniciou entre setembro e outubro de 2011, alcançando a mais intensa depreciação em junho de 2012, quando as cotações se aproximaram dos R$365,00/sc. para cafés finos, deixou todos que de alguma forma participam desse mercado completamente atônitos. Creditar, exclusivamente, à crise financeira a baixa nas cotações não parece posicionamento acertado, tendo em conta que os reflexos sobre o consumo da bebida não foram na mesma intensidade com que atingiram outros itens de consumo. Ademais, não se percebe qualquer notícia de recomposição de estoques mesmo tendo em conta a safra de alta brasileira e a formidável safra vietnamita.
Luiz Carlos Bastianello, presidente da maior cooperativa de conilon do país, comemora os resultados de um clima bom na produção do grão no Espírito Santo e espera superar recorde de 16 milhões de sacas para a safra