Arábica alcança em julho maior patamar de preço desde 2022
Clima e redução na produção, porém, tornam oferta de grãos de alta qualidade limitada
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Clima e redução na produção, porém, tornam oferta de grãos de alta qualidade limitada
Elevação do preço externo do canéfora e presença de agentes da indústria brasileira no mercado spot impulsionam cotações da variedade neste mês
Enquanto nas duas primeiras semanas de janeiro o mercado atuou em alta para a média das cotações em aberto, nas duas últimas houve reversão com queda no valor dos contratos. Entenda esses movimentos no artigo de Celso Vegro, do Instituto de Economia Agrícola.
Produtores com até 20 ha de café são responsáveis por 50% da safra brasileira e este grupo começa a participar da espiral de inovação e diferenciação. Por Luís Fernando Guedes Pinto, engenheiro agrônomo e gerente do Imaflora.
No conilon, poucos lotes vêm sendo disponibilizados para negociações, explicou o Cepea, da Esalq/USP
Apesar disso, o ritmo de negócios está lento no Espírito Santo e Rondônia.
Na última terça-feira (03) , o Indicador Cepea/Esalq do arábica tipo 6 bebida dura para melhor, posto na capital paulista, finalizou a R$ 399,63/saca de 60 kg, alta de 2,7% em relação ao dia anterior. Esse é o maior Indicador desde 5 de março deste ano.
Tarifas, disputas geopolíticas, clima e novos recordes de preços colocaram o café em outro patamar de incerteza. Entre volatilidade e expansão da produção, o mercado confirma: nada será como antes
Indicador atingiu maior patamar real da série histórica no dia 12 de fevereiro, renovando o recorde cinco vezes ao longo do mês
Fábrica capixaba agora está no mesmo patamar que a unidade de Lajinha (MG), primeira construída pela NetZero no país
Com poucos fundamentos capazes de compensar o mau humor dos investidores, os preços do café cederam ao menor patamar em seis meses na bolsa de Nova York. Os contratos para dezembro fecharam a quinta-feira em queda de 575 pontos, a US$ 2,3975 por libra-peso.
Os preços futuros do café arábica recuaram para o menor patamar desde 27 de janeiro, ontem. Na bolsa de Nova York, o contratos para entrega em setembro fecharam cotados a US$ 2,4385 por libra-peso, em baixa de 435 pontos. Apesar disso, o mercado ainda acumula valorização de 49% nos últimos 12 meses.
Os preços do café arábica encerraram essa quinta-feira (02) em alta, atingindo novo recorde na bolsa de Nova York. Na BM&FBovespa e mercado físico as cotações também encerraram o dia em alta. Em Nova York, o primeiro vencimento, setembro/10, teve alta de 270 pontos, fechando a 183,20 centavos de dólar por libra-peso. O mercado de café continua passando por um aperto na oferta, redução de estoques e elevação de preços. No mercado físico, a saca de 60 quilos do café arábica foi cotada a R$ 334,11, atingindo seu maior patamar no ano, segundo o indicador Cepea/Esalq.
Os preços futuros do café caíram para o menor patamar em um mês na sexta-feira. Na bolsa de Nova York, os papéis para março fecharam o dia cotados a US$ 1,4005 por libra-peso, com queda de 635 pontos. As vendas realizadas por produtores e especuladores lideraram o movimento baixista. O dólar comercial fechou em queda de 0,98%, sendo cotado na venda a R$ 1,71.
Os preços futuros do café fecharam em queda ontem, atingindo o mais baixo patamar das últimas três semanas, após a expectativa de que a oferta do grão não será mais tão apertada na Colômbia, o terceiro maior exportador global, afirmam analistas ouvidos pela Bloomberg. A produção na Colômbia é esperada em cerca de 11 milhões de sacas nesta safra, ante os 10 milhões de sacas previstos no último relatório da Federação dos Produtores da Colômbia.
Após interromper uma sequência de oito valorizações mensais e recuar em março, o índice de preços globais de alimentos da FAO permaneceu praticamente estável em abril. Segundo levantamento divulgado na quinta-feira pelo braço das Nações Unidas para agricultura e alimentação, o indicador fechou o mês passado em 232 pontos, ante os 231 de março e o recorde histórico de 237 pontos batido em fevereiro. Em relação a abril de 2010, a alta ainda chega a 36%.
O valor esteve em patamar de alta nas cotações do Centro do Comércio de Café de Vitória, do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada da Esalq/USP, e da Cooabriel.
No dia 25, o Indicador CEPEA/ESALQ do arábica tipo 6, posto na capital paulista, fechou a R$ 1.466,92, maior patamar real desde 20 de dezembro de 1999
Vendas estão levemente atrasadas em relação ao ano passado e no mesmo patamar da média dos últimos cinco anos para o período
A saca de 60 kg do arábica continua negociada acima dos R$ 700, patamar que vem sendo mantido desde 22 de fevereiro deste ano
A semana foi de alta e nervosismo no mercado futuro de café. Os preços no mercado físico brasileiro também subiram, mas menos que no de futuros. Duas correntes se formaram: uma que acredita que a alta é principalmente um movimento especulativo de fundos e não se sustenta. Outra, julga a subida de preços como um ajuste da única commodity ainda não enquadrada na nova dinâmica da economia mundial, e que haverá realizações, mas a tendência dos preços é procurarem um novo patamar de negociação, mais condizente ao momento atual da economia mundial.
País exportou 3,7 milhões de sacas no mês passado, com receita cambial de US$ 885,2 milhões, e eleva ingressos para maior patamar da história
Segundo o analista Gil Barabach, o dólar em queda tem apresentado um reflexo positivo em Nova York, o que resulta em uma compensação da moeda norte-americana frente ao real, haja visto que o dólar atingiu R$ 5,01, o menor patamar dos últimos 6 meses
Mercado retoma patamar de 90 cents/lb