Mapa publica autorização para agentes operarem recursos do Funcafé
Foram firmados contratos com 27 instituições financeiras, autorizando a liberação total de R$ 4,586 bilhões
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Foram firmados contratos com 27 instituições financeiras, autorizando a liberação total de R$ 4,586 bilhões
Perspectivas de Mercado, por Carlos Eduardo de Andrade - "A expectativa em relação à futura safra brasileira de café tem sido palco de uma grande especulação e poderia ser cômica se não fosse tão trágica. Recorreu-se a um breve histórico do passado recente do mercado de café para se chegar à conclusão do parágrafo acima."
A criação do Fundo Estadual do Café (Fecafé) foi uma das proposições analisadas nesta terça-feira (17) pela Comissão de Constituição e Justiça da Assembleia Legislativa de Minas e Gerais. De autoria do governador, o Projeto de Lei (PL) 2.781/12 institui o fundo, que terá a duração de 20 anos e tem como objetivo dar suporte financeiro a planos, programas, projetos e ações relacionadas à cadeia produtiva do café no Estado.
O leitor do CaféPoint Paulo Henrique Leme (PH), consultor em marketing estratégico no agronegócio, enviou um comentário ao artigo "Sob as bênçãos da viúva?", enfatizando as soluções para que sejam traçadas estratégias à cafeicultura. Acesse e leia a carta na íntegra.
A declaração do ITR (Imposto sobre Propriedade Territorial Rural) não costuma ser alvo de maiores preocupações dos proprietários e possuidores de imóveis rurais. O resultado dessa falta de atenção foi uma série de autuações nos últimos anos, a maior parte delas mediante autos de infração eletrônicos, patrocinada pela Receita Federal do Brasil. E as cobranças tendem a aumentar.
Os deputados aprovaram o Projeto de Lei que restabelece a isenção da contribuição social para o Fundo de Apoio ao Trabalhador Rural, o chamado Funrural, incidente na comercialização entre produtores de espécies animais destinados a reprodução ou criação pecuária ou granjeira, sementes e no plantio de árvores. Segundo o deputado federal Luis Carlos Heinze, a expectativa desta vez é que a vontade do Legislativo e os apelos do campo sejam respeitados. "Esperamos que o governo entenda as dificuldade do setor e acate a decisão do Congresso Nacional de isentar novamente o Funrural", ressalta.
Marcelo Fraga destaca a importância do produtor se especializar cada vez mais para entender sobre o mercado e como vender seus cafés
O mercado consumidor é cada vez mais exigente quanto às normas de produção, que tornam o café uma bebida de muita qualidade
Pela primeira vez em 20 anos, o cereja descascado do Brasil chegou a 10 milhões de sacas e tornou-se a segunda maior fonte de café processado por via úmida
Determinações deste decreto têm objetivo exclusivo de orientar empregadores e empregados para prevenção da covid-19
Neste sábado, 25 de julho, é a data escolhida para homenagear a agricultura familiar
Ideia é que seja um grande bate-papo entre técnicos da empresa e agricultores familiares, contando suas experiências no campo
Na forma em que foi julgado no STF, o Funrural de 2,3% sobre a receita bruta reduz a receita dos produtores rurais, especialmente, dos de perfil familiar. Por Celso Luis Rodrigues Vegro, pesquisador científico do IEA.
Polêmico como este título pode parecer, ele transmite uma forte mensagem sobre a preocupação crescente em mudar a maneira como o café é colhido na maioria dos países concorrentes do Brasil. Por Carlos H J Brando, da P&A Marketing.
"Os "interesses da economia" no interior da União Europeia são complexos. Diante de preferências conflitantes, grupos bem organizados costumam levar vantagem e impor sua visão de mundo". Por Bruno Varella Miranda, mestre em Administração pela USP e doutorando em Economia Agrícola pela Universidade de Missouri - Columbia.
Medida do Governo Federal vale para imóveis até 4 módulos fiscais, que podem ser cadastrados até 5 de maio de 2017. Para os demais produtores, a data final para regularização permanece nesta quinta-feira (5/5/16).
Apesar de esclarecer que esse é um prognóstico climático e, portanto, passível de alterações, não deixa de ser uma excelente notícia. Por José Donizeti Alves, professor da Universidade Federal de Lavras (Ufla).
"Medida extremamente negativa poderá retirar muitos cafeicultores da atividade", alerta presidente do Conselho Nacional do Café. CNC e deputado capixaba pedem revogação.
A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) ajuizou Ação Direta de Inconstitucionalidade (Adin) no Supremo Tribunal Federal (STF) pedindo impugnação dos artigos da Lei dos Registros Públicos (Lei 6.015/73) que tratam da obrigatoriedade de georreferenciamento e que atribuem competência ao Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) para certificação dos registros dos imóveis rurais. Na Adin, a CNA questiona a estrutura burocrática do Incra e argumenta que os dispositivos ferem o direito à propriedade garantido pela Constituição Federal.
O governador de Minas Gerais, Antônio Anastasia, promulgou na semana passada o novo Código Florestal do Estado, que está contido na Lei nº 20.922, junto com o decreto nº 43.336, que trata sobre a proteção da Mata Atlântica. A lei foi promulgada com três vetos, que a rigor alteram pouco a semelhança com o Código Florestal do País.
O forte declínio das cotações do café arábica que se iniciou entre setembro e outubro de 2011, alcançando a mais intensa depreciação em junho de 2012, quando as cotações se aproximaram dos R$365,00/sc. para cafés finos, deixou todos que de alguma forma participam desse mercado completamente atônitos. Creditar, exclusivamente, à crise financeira a baixa nas cotações não parece posicionamento acertado, tendo em conta que os reflexos sobre o consumo da bebida não foram na mesma intensidade com que atingiram outros itens de consumo. Ademais, não se percebe qualquer notícia de recomposição de estoques mesmo tendo em conta a safra de alta brasileira e a formidável safra vietnamita.
Bruno Miranda segue o debate proposto em seu último artigo, chamando a atenção para uma realidade que dificulta a propagação dos 'melhores exemplos' na cafeicultura: para milhares de produtores, falta ainda o básico em termos de gestão.
Em um momento em que tanto se fala sobre os problemas das obras para a Copa do Mundo, Bruno Miranda discute um velho desafio para o Brasil: a falta de infraestrutura adequada em diversos setores da economia.
Ano após ano temos observado um fenômeno interessante: cafeicultores, agrônomos e lideranças da cafeicultura alertam sobre uma grande quebra na safra nacional. O problema é que a tal quebra nunca ocorre. Como tais previsões podem afetar as decisões do produtor de café, este artigo se propõe a discutir a questão. Por Luiz Gonzaga C. Junior e Eduardo Cesar Silva, com comentários dos leitores