Cepea: preço do robusta oscilou no mês de maio
No final do mês, cotações subiram por conta da recuperação externa
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No final do mês, cotações subiram por conta da recuperação externa
Movimentações levaram compradores e vendedores no mercado físico brasileiro de café a se posicionarem com cautela, explica Escritório Carvalhaes.
As cotações do arábica ainda devem seguir firmes pelo menos até próximo à colheita, pontou o Cepea.
Faltam 4,5 milhões de sacas (média de 2.264.088 sacas/mês em maio e junho), para chegarmos ao novo recorde. Essa é a razão mais forte para o descrédito de muitos traders e analistas com os números divulgados pela Conab e Procafé.
O mercado cafeeiro finalizou as operações nesta ontem (09) em campo positivo. Em N.Y. a posição setembro oscilou entre a mínima de -1,35 pontos e máxima de + 6,35 fechando com + 5,90 pts. Preocupações com chuvas e o comprometimento da qualidade segue estimulando novas compras.
Semana foi de queda no mercado, mas volume de chuvas segue abaixo do necessário, informa o Escritório Carvalhaes.
O café arábica devolveu ganhos e fechou ontem, 27, no vermelho na bolsa de Nova York.
Os cafeicultores de Huila, na Colômbia, seguem produzindo com perdas, apesar da ajuda que estão recebendo do Governo nacional, já que o preço interno do café cru (125Kg) não passa dos 550.000 pesos (US$ 287,50) até agora nesse ano, situação que está gerando grandes perdas aos cafeicultores.
Em janeiro o mercado de café oscilou bastante, trabalhando com fortes altas consecutivas em função da oferta enxuta, seguido de quedas que acalmaram a decolagem das cotações. As negociações seguem em ritmo lento com vendedores de cafés finos pedindo ainda mais pelas sacas de café, visto que não precisam realizar suas vendas agora, além da expectativa de novas altas. O indicador Cepea/Esalq do arábica foi cotado a R$ 458,60/saca na segunda-feira (31), com valorização de R$ 45,61/saca (+11,04%) no mês de janeiro. Em relação a janeiro de 2010 a valorização é de 63,39%.
O mercado futuro de café oscilou bastante esta semana. Vendas para realização de lucros e a rolagem de posições de março para maio, agitaram os pregões de café da ICE Futures US. Fechamentos com forte alta se alternaram com fechamentos em baixa acentuada, enquanto diminui o número de contratos com vencimento em março próximo e cresce os com vencimento em maio.
Mercado de café arábica oscilou bastante até a quinta-feira (23) da atual semana. O mercado ainda segue firme. Na terça-feira e ontem (23) as cotações voltaram a subir. Mesmo com as previsões de chuva para o Brasil na próxima semana e na segunda quinzena de outubro, seguem as preocupações em relação a produção de 2011, que naturalmente já deverá ser inferior em função do ciclo negativo da cultura. Além disso, países como Vietnã e Colômbia também estão com problemas em suas produções, o que afetará negativamente a demanda de café para o próximo ano.
As bolsas de café trabalharam em baixa na semana passada, acompanhando o pessimismo dos mercados com a crise na zona do euro nos dias que antecederam a reunião dos líderes europeus, ontem, em Bruxelas.
A produção mundial de café deve cair levemente em 2011/12, conforme safras maiores no Vietnã, México e Honduras ajudam a compensar uma colheita mais baixa no Brasil e na Indonésia.
As cotações do café arábica encerraram a sexta-feira (25) com valorizações, as quais não foram suficientes para elevar as cotações no acumulado da semana, que fechou com perdas. Na bolsa de Nova York o vencimento maio/11 teve valorização de 280 pontos, fechando a 268,60 centavos de dólar por libra-peso, nesta sexta-feira. Na semana o contrato maio/11 registrou queda de 840 pontos. No mercado interno a saca de 60 quilos do café arábica foi cotada a R$ 521,73, com valorização de R$ 2,72 segundo o indicador Cepea/Esalq. Na semana, a desvalorização acumulada é de R$ 8,56/saca.
Março começou com características de outono, bem diferente do calor de fevereiro. Principalmente nos primeiros dias, a temperatura ficou amena, com a influência de uma massa de ar frio e úmido. Os cafeicultores se preparam para a colheita do café, em maio. Enquanto isso fazem as últimas aplicações e tratos fitossanitários contra a broca e a ferrugem.
O dólar comercial atingiu ontem (04) o menor nível desde 25 de setembro de 2008. A moeda americana encerrou a terça-feira cotada a R$ 1,823, com queda de 0,65%, depois de quatro recuos consecutivos. Com isso, o dólar encostou no nível pré-aprofundamento da crise, antes da quebra do banco Lehman Brothers, em 15 de setembro. No pregão anterior à derrocada do banco de investimento, a moeda valia R$ 1,781.
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