Digitalização da agricultura é tema de palestra na USP
A palestra é gratuita e aberta aos estudantes, acadêmicos e profissionais.
26 resultados para "organizacionais"
A palestra é gratuita e aberta aos estudantes, acadêmicos e profissionais.
Ambiente facilitador é um conjunto de condições comerciais, organizacionais e legais que ajudam os cafeicultores a produzirem melhor e obterem um maior retorno
Quando o assunto é agropecuária, um desafio incontornável é o estabelecimento de uma infraestrutura condizente com a importância do setor. Por Bruno Varella Miranda
Em evento realizado em Uberlândia (MG), na noite do dia 19 de abril, e que contou com a presença de mais de 600 pessoas, entre produtores de café e lideranças do setor, a Federação dos Cafeicultores do Cerrado apresentou sua estratégia inovadora, focada em novas maneiras de se produzir e de se fazer negócios. A iniciativa visa o reconhecimento dos produtores e o desenvolvimento da região e tem como objetivo os novos mercados, mais qualificados, e o crescente segmento de consumidores conscientes, que exigem produtos éticos e valorizam a origem, a alta qualidade e a rastreabilidade dos produtos que consomem.
Maria Sylvia Macchione Saes, professora do Departamento de Administração da USP e pesquisadora do PENSA, concedeu entrevista ao Polo de Excelência do Café, falando sobre o grande gargalo da economia cafeeira, as tendência para esse mercado, a importância da certificação e dos investimentos na qualidade do café, entre outros.
A colaboradora do CaféPoint Sylvia Saes, professora do Departamento de Administração da USP e pesquisadora do PENSA, apontou a "captura de valor" como principal desafio da cafeicultura brasileira, em comentário ao artigo "<a href="http://www.cafepoint.com.br/?noticiaID=61500&actA=7&areaID=26&secaoID=47">3D da cafeicultura: confira os principais desafios". Acesse e leia a carta na íntegra.
Pesquisadores do IAC (Instituto Agronômico), IEA (Instituto de Economia Agrícola) e Embrapa (Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária) realizaram estudo sobre como inserir o produtor familiar no mercado de produtos diferenciados do café. O número de associações de classe nessa cadeia de produção vem crescendo, o que "deverá contribuir para a sobrevivência do segmento e para aumentar a competitividade do agronegócio café".
Bruno Varella reflete sobre o futuro do mercado internacional de café, que deve incorporar uma visão crítica sobre o processo de criação de valor no setor
Quantidade representa quase 10% da produção total da safra do país. Exportadores, traders e torrefadores enfrentam grandes perdas
Bruno Varella explica o que é o encurtamento das cadeias de suprimento que vem sendo debatido nos últimos tempos por gestores e pesquisadores
Bruno Varella avalia como as tecnologias disruptivas são cada vez mais importantes para explicar tendências na agricultura
Após o monitoramento geral em nível nacional, até o momento, 16 de março, a FNC não registrou nenhum caso positivo relatado em sua comunidade cafeeira
Reunião é um espaço adequado para as associações de cafeicultores de todo o país interagirem, deliberarem e levantarem suas preocupações e necessidades
Bruno Varella encerra o mês de julho com um panorama sobre o acordo e a escala tarifária que o café passará
Evento foi organizado pela Global Coffee Platform, Rainforest Alliance/UTZ e Solidaridad e aconteceu em Bogotá, nos dias 17, 18 e 19 de julho
Dados precisos facilitam a tomada de decisão, abrindo espaço para um manejo mais eficiente das lavouras.
A história de êxito do agronegócio brasileiro é construída por milhares de empreendedores capazes de enxergar oportunidades em meio aos inúmeros gargalos encontrados no Brasil. Por Bruno Varella Miranda, mestre em Administração pela USP e doutorando em Economia Agrícola pela Universidade de Missouri - Columbia.
Com a colaboração de cafeicultores foram definidas e planejadas quatro linhas de ação: Qualidade do café, Identidade da Região, Governança e Mercado. Por José Luis Rufino, engenheiro agrônomo, consultor do Sebrae (MG) e superintendente do Centro de Excelência do Café das Matas de Minas.
O futebol reproduz, ainda que de maneira imprecisa, nossa rotina. Na agricultura, o fato de termos recursos com potencial não implica o seu uso de maneira eficiente.
A capital brasileira foi eleita nesta quarta-feira, 26 de fevereiro, por 23 governadores do Conselho Mundial da Água para sediar o Fórum Mundial da Água, em 2018. Esse é o maior evento em recursos hídricos do planeta. Na última edição, um público estimado de 35 mil pessoas compareceram à cidade francesa de Marselha. A escolha demonstra a importância do Brasil na preservação e conservação dos recursos hídricos.
Se iniciarmos logo agora no começo do ano um processo de mudanças, acredito que será possível termos um 2014 com bons resultados, mas como as coisas no Brasil demoram a acontecer, prefiro acreditar que 2014 ainda deverá ser um ano difícil, mesmo com o mercado ameaçando uma recuperação e o dólar subindo para patamares próximos a R$ 2,50.
CaféPoint entrevistou Josiane Cotrim Macieira, Embaixadora da IWCA no Brasil - International Women`s Coffee Alliance, em ocasião da realização do 7° Espaço Café Brasil. Josiane nos contou toda vontade, luta e muito trabalho para elevar a condição das "Mulheres do Café" em meio ao cenário do mercado cafeeiro, algumas vezes pouco gentil a estas damas que compõem parte significativa do setor. Confira.
O presente trabalho é um estudo da possibilidade do aumento da rentabilidade das lavouras de café nas pequenas propriedades e em áreas montanhosas, onde se deve pressupor a manutenção do cafezal de forma mais auto sustentável e onde a diversificação de cultivos, com plantas anuais, se torna impraticável, para isso a proposta é o plantio de Cedro-Australiano em consorciamento com o café. O consorcio proporcionará um sombreamento parcial na lavoura que vai variar de acordo com a quantidade de plantas, melhorando assim a qualidade do fruto e após 15 anos obtém-se as torras para corte e comercialização. A arborização das lavouras também ajuda na preservação das mesmas devido ao aquecimento global.
Notícias publicadas no CaféPoint mostram que o Governo Federal estuda permitir o <i>drawback</i>, atendendo a um pedido da indústria de café solúvel. E que a resistência do segmento produtor é enorme, o que influenciou decisão recente da Câmara de Comércio Exterior (Camex), no sentido de postergar um direcionamento nesse sentido. Embora seja improvável uma mudança em tal orientação no curto prazo, seguem as demandas da indústria, os temores dos produtores e a incerteza para toda a cafeicultura nacional.