ONU oficializa Dia Internacional do Café
Proposta liderada pelo Brasil transforma a data em agenda global para o setor cafeeiro
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Proposta liderada pelo Brasil transforma a data em agenda global para o setor cafeeiro
Conselho participou de diálogos organizados pelo governo federal para definir propostas a serem submetidas à Organização das Nações Unidas
Em conferência durante assembleia geral, representantes do governo e da BSCA buscam por medidas que melhorem condições dos produtores
A agricultura familiar foi eleita tema do ano pelos 193 países membros da ONU. Durante reunião realizada em dezembro, a Assembleia Geral da ONU declarou 2014 o Ano Internacional da Agricultura Familiar. A declaração inédita para o setor é resultado do reconhecimento do papel fundamental que esse sistema agropecuário sustentável desempenha para o alcance da segurança alimentar no planeta.
Dados da segunda parte do quinto relatório do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas da ONU (IPCC, na sigla em inglês), divulgada neste domingo (30), revelam que o aumento da temperatura média global pode reduzir as áreas destinadas ao cultivo do grão, especialmente o da variação arábica, que responde por 70% da demanda global.
Programa da Onu ajudará 1,2 mil famílias afetadas pela ferrugem do café da Guatemala.
Em 10 anos volume de dinheiro usado nos fundos de commodities passou de US$10 bilhões para mais de US$450 bilhões. Alerta das Nações Unidas é para que os governos e o G-20 intervenham da mesma forma que os BCs em relação ao câmbio.
O secretário-geral das Nações Unidas, Ban Ki-moon e o diretor-geral da FAO, José Graziano da Silva, pediram ontem (05) aos governos que aumentem o apoio aos pequenos agricultores familiares de todo o mundo com o objetivo de ganhar a luta contra a fome. Ban ressaltou que o Ano Internacional da Agricultura Familiar, que se celebra em 2014, é um chamado para o comprometimento. A mensagem foi transmitida por Graziano no Fórum Mundial e na Expo sobre Agricultura Familiar que acontece em Budapeste.
Iniciativa do governo federal de estímulo à redução de CO2, o Programa Agricultura de Baixa Emissão de Carbono (ABC) vai estar em dois painéis durante a Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável (Rio +20).
Países detentores de terras e países que sabem que precisarão importar alimentos no futuro se enfrentam na ONU em relação à compra de terras. O escritório das Nações Unidas propôs uma espécie de acordo internacional para regular como a compra de terras por estrangeiros deveria ocorrer, mas o projeto é atacado por todos os lados. O Brasil argumenta que o acordo é insuficiente para lidar com o fenômeno. Já para americanos e chineses, um acordo pode até ser debatido, mas não pode tornar-se um obstáculo aos investimentos.
O secretário-geral das Nações Unidas, Ban Ki-moon, delegou a uma desconhecida organização, o InterAcademy Council (IAC), a tarefa de reparar a credibilidade do Painel Intergovernamental sobre Mudança Climática (IPCC), após a detecção de erros em seus estudos e o vazamento de polêmicos e-mails. O secretário-geral da ONU decidiu solicitar essa revisão depois que a credibilidade do IPCC foi afetada quando foram admitidos erros em seu relatório de 2007.
A Dinamarca, anfitriã das negociações da ONU sobre mudanças climáticas que acontecem em Copenhague em dezembro, propôs nesta segunda-feira que o final de 2010 seja o novo prazo fixado para a conclusão de um acordo sobre emissões de gases estufa que obrigaria legalmente os signatários a cumprirem seus termos.
Três novas nomeações foram anunciadas ontem (11) pelo governo colombiano. Germán Chica foi nomeado como alto conselheiro para a política. Nestor Osorio, atual diretor executivo da Organização Internacional do Café (OIC), será o novo embaixador da Colômbia junto à ONU. Ele é considerado como um dos colombianos que mais conhecem o mundo cafeeiro.
A ONU reconhece que um acordo em Copenhague sobre mudanças climáticas poderá não incluir a prometida ajuda financeira aos países em desenvolvimento, numa admissão que deixará enfurecidos os países mais pobres e possivelmente porá fim às expectativas de um acordo amplo e abrangente.
Uma nova crise por causa da inflação no preço dos alimentos é apenas uma questão de tempo, disse na terça-feira um funcionário da Organização das Nações Unidas, criticando os líderes mundiais por não resolverem fatores que, segundo ele, foram determinantes para uma crise semelhante em 2008 - especulação e expansão dos biocombustíveis. O relator especial Olivier de Schutter disse também que a recente cúpula alimentar da ONU em Roma não discutiu o domínio dos mercados globais por grandes corporações do agronegócio.
A rápida expansão populacional, a mudança climática e a degradação dos recursos hídricos e fundiários devem tornar o mundo mais vulnerável à insegurança alimentar, com o risco de não ser possível alimentar toda a população até 2050, disse a FAO (agência da ONU para alimentação e agricultura).
A ONU e a OCDE pediram que a comunidade internacional estabeleça um código de conduta que regulamente o setor agrícola e coordene conhecimentos e atividades na luta contra a fome e a desnutrição no mundo. Este pedido foi feito em informe conjunto da FAO (Organização das Nações Unidas para a Agricultura e a Alimentação) e da OCDE (Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômicos) em Roma. A OCDE espera que o código de conduta, cujas negociações são realizadas na sede central da FAO em Roma, regulamente os investimentos e elimine os subsídios.
"Nós devemos fazer mais para ajudar nossos companheiros seres humanos a lidar com a tempestade que se forma. Eu vejo o perigo de nações olharem mais para dentro, ao invés de caminhar para um futuro comum. Vejo o perigo de recuo no avanço que fizemos, particularmente no setor do desenvolvimento e de uma divisão mais equilibrada dos frutos do crescimento global. Isso é trágico", declarou Ban Ki-moon, secretário-geral da ONU.
Brasil, Argentina, Venezuela e México são responsáveis por 79% das emissões de gases que causam o efeito estufa na América Latina, indica um relatório das Nações Unidas divulgado nesta segunda-feira na Cúpula sobre Mudança Climática (COP-16). O documento do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA) e da Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (Cepal), desenvolvido com o apoio do instituto GRID Arendal, destaca que o Brasil sozinho fornece 52% das emissões de toda a região.
O mundo terá de aumentar a produção de alimentos em 50% até 2030 e dobrar até 2050 se não quiser sofrer com a escassez nas próximas décadas. O alerta é do relator especial da Organização das Nações Unidas (ONU) para o direito à alimentação, Olivier de Schutter.
Em uma ação que visa estimular os produtores de café do Quênia, cujas plantações estão sendo afetadas por doenças, a Organização das Nações Unidas (ONU) lançou um projeto de Sh 210 milhões (US$ 3,15 milhões) para conter as infestações no Quênia e em quatro outras nações. O projeto visa aumentar a resistência contra a ferrugem e outras doenças que estão cada vez mais ameaçando a produção, anunciou o fundo das Nações Unidas para commodities (CFC).
UNIDO - Organização das Nações Unidas para o Desenvolvimento Industrial - busca contribuir para desenvolver a cadeia produtiva cafeeira na Etiópia.
Os campeões e o "Melhor dos Melhores" serão revelados em 16 de outubro de 2017.
Entre as 400 empresas lideradas por mulheres que irão realizar negócios de compra e venda no evento, 18% são do setor do café.