Utilização da torta de mamona como adubo nos cafezais
Segundo alguns estudos, a adubação com esse produto diminuir o grau de infestação do nematoide.
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Segundo alguns estudos, a adubação com esse produto diminuir o grau de infestação do nematoide.
A evolução da colheita de café no Brasil vem pressionando as cotações do produto no mercado internacional. Ontem, os contratos do café para entrega em setembro fecharam em queda de 2,38%, a 166,45 centavos de dólar por libra-peso na Bolsa de Nova York. O clima está mais seco nas principais áreas do país e, portanto, mais favorável para os trabalhos no campo.
A desvalorização do dólar ante outras moedas, como o euro, deu fôlego ontem às commodities agrícolas negociadas nessa divisa. Em Nova York, o contrato do café com vencimento em março subiu 1,53%, para 222,80 centavos de dólar por libra-peso, marcando o segundo dia de alta expressiva do ativo.
Em janeiro deste ano, o ministro Wagner Rossi apresentou as previsões para as exportações do agronegócio brasileiro que poderiam chegar a US$ 85 bilhões até o fim de 2011, O Ministério da Agricultura previa que, com a média de crescimento de 14% ao ano na última década, seria razoável que houvesse um crescimento em torno ou acima de 10%. Em relação à crise financeira mundial, o secretário de Relações Internacionais do Agronegócio do Ministério da Agricultura, Célio Porto, acredita que não haverá grande impacto nas exportações brasileiras. "A experiência de 2009 mostra que o impacto pode ser maior nos preços e não nas quantidades demandadas", explica.
O preço do milho alcançou patamar tão elevado no mercado doméstico que já se aproxima dos valores do produto originado na Argentina. No Nordeste a cotação do milho está na casa de R$ 34 a R$ 35 por saca. O milho argentino posto em fábricas próximas ou a cerca de 100 quilômetros dos portos nordestinos sairia por R$ 35 a R$ 35,60, considerando um preço de US$ 285 por tonelada.
De acordo com extensionista da Emater-MG, cultivo consorciado de café e soja oferece várias vantagens, como a geração de mais uma fonte de renda
As novas estimativas foram calculadas durante o mês de julho, conforme os dados acumulados de janeiro a junho
Bom desempenho da cafeicultura local deve-se às condições climáticas favoráveis na maior parte das regiões produtoras
Produtores de café tem trabalhado com relações de troca com adubo menos vantajosas
A queda foi provocada pelo desempenho negativo em culturas importantes, como o milho, feijão e soja, por exemplo, que sofreram perdas devido à estiagem atípica registrada nas regiões produtoras. O café, principal produto do agronegócio mineiro, devido à valorização registrada nos preços ao longo do primeiro bimestre (cerca de 30%), voltou a apresentar resultados positivos.
O desempenho do agronegócio de Minas Gerais, ao longo de 2014, deverá manter a trajetória favorável registrada em 2013. A recuperação das economias norte-americana e europeia é um dos fatores que devem impulsionar a demanda pelos produtos da atividade agrícola e pecuária mineira. Porém, fatores como o maior endividamento das famílias, inflação, juros altos e a seca que atingiu as regiões produtoras poderão interferir negativamente no setor.
Ser familiar não necessariamente significa ser pequeno. O pequeno agricultor pode, perfeitamente, participar do agronegócio, quer contribuindo para a exportação, quer alimentando o povo. "Pode acreditar: inexiste oposição entre agricultura familiar e agronegócio." Por Xico Graziano
A desaceleração da economia chinesa não deverá afetar as importações de alimentos do país asiático nem os preços das commodities agrícolas, afirmou o ex-ministro do Agricultura Roberto Rodrigues.
Novamente sob influência direta do fenômeno La Niña, provocado pelo resfriamento das águas do Oceano Pacífico, o clima para a agricultura brasileira tende a registrar chuvas dentro da média para a maior parte das áreas produtivas nos primeiros meses de 2012. A exceção é o Sul do país, que deve seguir castigado pelo clima seco.
Apesar das altas observadas, quando foram anunciadas ações coordenadas de diversos bancos centrais contra a crise no mundo desenvolvido, sobretudo na Europa, quase todas as principais commodities agrícolas negociadas pelo Brasil no exterior fecharam novembro com preços médios menores que os de outubro. Na comparação com as cotações médias de dezembro e de novembro de 2010, apenas café, suco e milho ainda têm variações positivas.
O manancial de incertezas que cerca a economia global e ameaça jogar importantes países desenvolvidos em recessão nos próximos meses deverá reduzir o ritmo de crescimento do valor bruto da produção (VPB) agrícola brasileira em 2012, confirmou levantamento divulgado ontem pelo Ministério da Agricultura. Mas, ainda que para algumas das mais importantes lavouras do país essa primeira estimativa oficial para a receita "da porteira para dentro" sinalize queda no ano que vem, na média dos 20 principais itens o incremento anual projetado, se confirmado, será o quarto consecutivo.
Os biocombustíveis vêm crescendo de forma espetacular nos últimos anos, principalmente nos Estados Unidos e na Europa. Os presidentes Bush e Lula vão se encontrar duas vezes durante o mês de março, no final desta semana em São Paulo e no dia 31, em Washington. No centro da agenda está a assinatura de um acordo histórico de cooperação em biocombustíveis.
Mais de 2.200 acordos bilaterais de proteção de investimentos no exterior já foram assinados por cerca de 180 países. O Brasil, porém, sempre se recusou a ratificar este tipo de acordo com medo das ações que poderiam ser adotadas caso fôssemos obrigados a indenizar empresas estrangeiras pelas nossas constantes mudanças das regras do jogo.