Café de Novo Horizonte do Oeste (RO) leva a melhor no 6º Concafé
Com notas de frutas vermelhas, cereja e carambola, acidez brilhante e corpo aveludado e equilibrado, o café cultivado por Ronieli Hel obteve a nota de 86,67
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Com notas de frutas vermelhas, cereja e carambola, acidez brilhante e corpo aveludado e equilibrado, o café cultivado por Ronieli Hel obteve a nota de 86,67
Versão atualizada foi divulgada pelo IBGE. Derivados de Jabuticaba de Sabará (MG) e cacau de Tomé-Açu (PA) também contam com a IP. A banana de Corupá (SC) recebeu selo de Denominação de Origem
Com 35% de área colhida, o café produzido no oeste baiano deve registrar uma média de 40 sacas por hectare, segundo dados técnicos da Associação dos Cafeicultores do Oeste da Bahia - Abacafé.
Assistente Técnico de Café da Cooproeste comenta que a região sofre ataques severos do bicho-mineiro.
A construção da história do setor, o regulamento de produção do café, o conselho regulador, entre outros documentos, estão na lista dos relatórios finais construídos para a busca do inédito reconhecimento da Indicação Geográfica do produto regional. os próximos passos envolvem o encaminhamento para apreciação do Ministério da Agricultura e por fim, do INPI.
Avançando nos trabalhos de divulgação, no dia 5 de outubro, no 7º Espaço Café Brasil, feira internacional de café, em São Paulo, a entidade apresentou ao Brasil o andamento do projeto. A diretoria esteve presente discutindo o que a região está desenvolvendo e os desafios de um novo caminho promocional do café produzido no Oeste da Bahia.
Associação dos Cafeicultores do Oeste da Bahia (Abacafé) conclui elaboração do projeto de Identificação Geográfica - IG para a região, com encaminhamento de pedido junto ao INPI neste último dia 27. Processo está em desenvolvimento há mais de dois anos.
Em meados de abril deste ano, período marcado pelo inicio das colheitas do café arábica na região Oeste da Bahia, foi realizado o levantamento junto ao setor produtivo local. Para este levantamento, registrou-se uma área total de 15.532 hectares de café sendo cultivado. Nesta área estão computados 1.030 hectares em formação e 1.268 hectares em processo de renovação.
Em um cenário de crise na cafeicultura, apenas os produtores de Luís Eduardo Magalhães, no oeste da Bahia, registram lucro este ano - R$ 21,46 por saca de 60 quilos, em média, segundo boletim da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA). O que explica o desempenho é a característica da produção da região, altamente tecnificada (com mecanização e irrigação) e normalmente feita por empresas ou via grandes projetos.
O Instituto Agronômico do Paraná (Iapar) e o Instituto Simepar informam que, na madrugada desta segunda-feira (22/07) para terça-feira (23/07), há previsão de geadas na área oeste da região cafeeira do Paraná - compreendendo a faixa que passa por Xambrê, Umuarama, Altônia, Iporã, Mariluz, Alto Piquiri, Jesuítas e municípios vizinhos.
O Brasil avança a cada dia em novos produtos registrados, mas no momento, poucos estão aprovados com reconhecimento de procedência. Para o Oeste da Bahia, o café deverá ser o primeiro a receber este reconhecimento. Por ser dotado de condições singulares no modo de produção, o interesse é valorizar tal perfil do café arábica da região, conferindo-lhe um registro oficial de como e onde é produzido. Para traduzir melhor o que é este processo, no próximo dia 7 de junho, a Abacafé e a Fundação Dom Cabral promoverão o primeiro seminário sobre Indicação Geográfica do Café do Oeste da Bahia.
Nesta primeira quinzena de abril teve início a colheita do café arábica no Oeste da Bahia, sendo esta a maior e melhor dos últimos anos. Segundo a Associação dos Cafeicultores do Oeste da Bahia (Abacafé), o volume de café a ser colhido estará próximo das 600 mil sacas.
O café do Oeste da Bahia é conhecido pelo seu alto nível tecnológico e produzido em grande escala. No entanto, um novo cenário desponta, abrindo espaço para a pequena produção. Na região do vale ou em assentamentos, a agricultura familiar é predominante, fato que está impulsionando a busca por alternativas para promover este segmento. Neste ambiente, o café está surgindo como cultura para otimizar a mão-de-obra.
A colheita do café, no oeste da Bahia, atrasou. A chuva prejudicou os trabalhos e os produtores estão preocupados que a umidade em excesso afete a qualidade do grão. As máquinas começaram a sacudir os pés de café no oeste da Bahia. Este ano, a previsão é de que a produção seja 6% maior que a última safra. Na região oeste predomina a variedade do café catuaí vermelho. A média de produtividade por hectare deve alcançar as 44 sacas.
O oeste da Bahia prepara-se para realizar um dos maiores processos de regulamentação ambiental em curso no país. Sete municípios, que somam 6,4 milhões de hectares, trabalham para identificar e "quitar" suas pendências perante o Código Florestal, numa ampla parceria que colocou à mesa fiscais ambientais, Ministério Público, produtores, governo federal e terceiro setor.
Em meio à cafeicultura empresarial e tecnificada do Oeste da Bahia, a inovação tecnológica começa a ganhar novo espaço frente à realidade. Entre os desafios enfrentados pela Bahia Coffee Produtores Associados estão o aumento da produtividade média, com sustentabilidade e credibilidade, e a busca de contratos de longo prazo com torrefadoras, pois é possível garantir produção uma vez que a região não sofre problemas climáticos críticos, como geadas.
Celso Oliveira, meteorologista da Somar, responde à consulta enviada por e-mail pelo usuário Marcos Antônio Pimenta, Eng. Agrônomo e Consultor em café irrigado, no Oeste Baiano, que quer saber como ficará o tempo na sua região.
O cultivo do cafeeiro avança para regiões não tradicionais, como o Oeste do Estado da Bahia, ambiente com relevo plano e facilmente mecanizável, onde se pratica uma cafeicultura altamente tecnificada, com uso da fertirrigação. O nitrogênio (N) é o nutriente requerido em maior quantidade pelo cafeeiro e tem relação direta com a produtividade, pela função estrutural, crescimento celular e dos órgãos como os frutos.
Os principais entraves para o produtor rural, sejam nos custos de produção ou em estrutura de câmbio para a exportação, serão o foco da palestra do vice- presidente da Sociedade Rural Brasileira (SRB), Roberto de Camargo Ticoulat, no IX Encontro da Cafeicultura do Cerrado da Bahia, que será realizado nos <b>dias 2 e 3 de dezembro</b>, no Hotel Saint Louis, no município de Luís Eduardo Magalhães (BA).
No intuito de trabalhar coletivamente alguns desafios do setor, em 2006 foi criada a Bahia Coffee Produtores Associados. Entretanto, em assembléia realizada no último dia 10 de setembro, a entidade aprovou a mudança de nome, cuja nova denominação passou a ser ABACAFÉ - Associação dos Cafeicultores do Oeste da Bahia.
Graças à irrigação e ao investimento em insumos e tecnologia, a região vem se firmando como o principal polo produtor de café arábica da Bahia. No oeste baiano são registrados índices de produtividade cerca de três vezes maior do que em outros locais do estado. Enquanto nas regiões sudoeste e da Chapada Diamantina é colhida uma média de 18 sacas por hectare, o oeste registra um índice de 55 sacas por hectare.
A Abacafé - Associação dos Cafeicultores do Oeste da Bahia, focando a sustentabilidade da cafeicultura empresarial do cerrado da Bahia, está buscando na gestão a solução para muitos desafios do setor. Para esta empreitada, a Fundação Dom Cabral, em parceria com o Mapa, iniciou um programa de capacitação para os cafeicultores associados, que num período de dois anos estarão aprendendo e aplicando conhecimentos ligados à área gerencial.
Alessandro Bucci, responsável pela compra de café pela empresa no Brasil e na Ásia diz que não entende como Luís Eduardo não é ainda um grande fornecedor da Illy. "Acredito que seja uma questão de falta de comunicação entre os produtores e a nossa empresa. O Oeste da Bahia tem boa produção e, principalmente , os produtores têm a mente aberta para enfrentar novos desafios". Alessandro Bucci acredita que a partir desta visita as relações de parceria vão se estreitar ainda mais, beneficiando a empresa, os produtores e, principalmente, o município.
Os primeiros sete dias de fevereiro serão caracterizados por uma condição típica de verão, com sol, calor e pancadas de chuva no final do dia. Portanto, choverá pouco, mas não registraremos ausência total de chuvas neste período.