Forte queda nos preços de café da Índia preocupa setor
Lenta demanda é um dos fatores negativos para os produtores e exportadores de café.
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Lenta demanda é um dos fatores negativos para os produtores e exportadores de café.
A produção nacional de café, nos últimos cinco anos, experimentou um crescimento real de cerca de 1,29 toneladas por ano.
A produção registrada de café na Colômbia cresceu 32% nos últimos doze meses (maio de 2013 a abril de 2014) e superou as 11,3 milhões de sacas de 60 quilos em comparação com 8,5 milhões de sacas colhidas no mesmo período anterior, resultado das melhores condições e estado dos cafezais colombianos.
Um rápido retorno de investimentos, altas margens de lucros e um consumo que vai em aumento progressivo tornam o café uma excelente oportunidade de negócios para os empreendedores mexicanos, destacou o diretor da Expo Café 2012, Marcos Gottfried.
As exportações de café da Índia caíram 10%, para 149.426 toneladas nos primeiros cinco meses do atual ano fiscal, disse o Conselho de Café do país. O país exportou 165.498 toneladas de abril a agosto de 2011-12.
As exportações de café da Índia caíram 6,76%, para 285.555 toneladas, nos primeiros dez meses do ano safra que começou em outubro, disse o Coffee Board do país. Em termos de valor, entretanto, as exportações aumentaram 3%, para 42,25 bilhões de rúpias (US$ 759,50 milhões) no período de outubro a julho.
As exportações de café da Índia declinaram quase 10%, para 104.000 toneladas no primeiro trimestre desse ano fiscal, de acordo com o Coffee Board do país. O país tinha exportado 115 mil toneladas de abril a junho do ano anterior. Em termos de valor, as exportações caíram marginalmente, para Rs 15,6 bilhões (US$ 286,16 milhões) no primeiro trimestre do ano fiscal de 2012-13, contra Rs 15,8 bilhões (US$ 289,82 milhões) no mesmo período do ano anterior.
As exportações de café da Índia declinaram 1%, para 37.635 toneladas, em abril nesse ano, de acordo com os últimos dados do <i>Coffee Board</i> do país. Em abril de 2011, a Índia exportou 38.026 toneladas.
A valorização do peso colombiano e a redução dos preços internacionais de café voltam a afetar a economia cafeeira da Colômbia. Os especialistas dizem que a redução das cotações externas pode ser o primeiro reflexo da crise da Europa e do baixo desempenho da economia dos Estados Unidos, o que tem afetado a demanda.
Ajudada pela boa colheita doméstica, preços favoráveis e demanda alta dos mercados internacionais, as exportações de café da Índia aumentaram 41% no ano cafeeiro que acabou de terminar, em setembro. Esse é um aumento recorde para o café da Índia.
As exportações de café da Índia aumentaram 38%, para 145.505 toneladas, até julho desse ano fiscal apoiadas pela forte demanda global e altos preços internacionais, de acordo com o Conselho de Café da Índia. O país exportou 105.345 toneladas durante abril-julho em 2010-11, mostraram dados oficiais.
A Strauss Coffee concordou com o Sucafina Group em comprar a marca Ambassador de café instantâneo e café torrado e moído vendido na Rússia, Ucrânia e Moldávia. A marca teve uma receita líquida de US$ 10 milhões em 2010.
Os produtores de comércio justo, com certificação Fairtrade, aumentaram as vendas em 82,5% na Espanha, para 14,9 milhões de euros (US$ 21,35 milhões), dos quais 10,5 milhões (US$ 15,04 milhões) correspondem à comercialização de café, que duplicou seu volume de negócios com relação ao ano anterior.
O Vietnã revisou para baixo seu prognóstico de exportação de café anual para 2011 em 3%, para 1,26 milhão de toneladas, ou 21 milhões de sacas, devido a um nível mínimo de existências no país, disse o Ministério da Agricultura.
A Federação Nacional de Cafeicultores da Colômbia e o Patronato da Fundação espanhola Humanismo e Democracia firmaram um convênio destinado ao fortalecimento econômico, social e ambiental das comunidades rurais afetadas pelo conflito armado na Colômbia.
Os preços domésticos do café no Vietnã, segundo maior produtor mundial, poderá aumentar mais de 6% na segunda metade desse ano, devido às baixas ofertas globais, disse o Ministério da Agricultura do país.
O Quênia quer aumentar a produção de café para 200.000 toneladas anualmente, após a introdução de uma nova variedade no mercado. O diretor da Coffee Research Foundation (CRF), Joseph Kimemia, disse que a introdução de uma nova variedade de café - conhecida como Batian - deverá aumentar a produção significativamente devido a sua resistência a doenças e seu alto rendimento.
A produção de café na República Dominicana está em seu melhor momento e as exportações esse ano poderiam superar os US$ 20 milhões, segundo informou o diretor executivo do Conselho Dominicano de Café (CODOCAFE), Fausto Burgos.
O Vietnã, que é o maior produtor mundial de grãos robusta, exportou 40.000 toneladas de café nos primeiros dez dias de março, informou o comerciante holandês de café, Nedcoffee BV. As previsões eram que as exportações de café em fevereiro alcançassem 90.000 toneladas, de acordo com dados do Serviço Geral de Estatísticas em Hanoi.
A multinacional suíça Nestlé e a Federação Nacional de Cafeicultores da Colômbia (Fedecafé) levarão adiante uma estratégia conjunta para impulsionar projetos produtivos de sustentabilidade na região cafeeira de Valle del Cauca. A produção total, no fechamento do ano, será de 9,5 milhões de sacas.
A Província do sudoeste da China, Yunnan, investirá 3 bilhões de yuan (US$ 453,32 milhões) para promover a indústria de café na próxima década, informou o diretor da Associação de Café de Yunnan, Xiong Xiangru.
O Governo do México aprovou um orçamento de 790 milhões de pesos (US$ 63,63 milhões) para o setor de café durante 2011, 27% a mais que nesse ano, à medida que busca aumentar a produção e o consumo, disse a Associação de Produção de Café do México (Amecafé).
Em 570.000 arrobas de café representando 45,6 bilhões de pesos (US$ 23,87 milhões) foram calculadas as perdas da colheita cafeeira no departamento de Risaralda, na Colômbia, como consequência da forte onda de inverno que afeta os campos, estimou o Comitê Departamental de Cafeeiros.
A Starbucks inaugurou sua loja número 300 no México, número que pretende duplicar nos próximos cinco anos diante do potencial que o mercado mexicano apresenta, estimou o presidente da empresa parceira da rede norte-americana no mercado mexicano, Alsea, Alberto Torrado.