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52 resultados para "nybot"

02/10/2007

NYBOT negociará robusta em plataforma eletrônica

A NYBOT (New York Board of Trade), empresa subsidiária da IntercontinentalExchange (ICE), anunciou que desde 28 de setembro um novo contrato futuro de café robusta passou a ser comercializado em uma plataforma eletrônica. O novo contrato será listado ao lado do maior contrato futuro de café, o do arábica "C" da NYBOT. A negociação de spreads inter-commodity entre contratos futuros de robusta e arábica estão disponíveis em uma plataforma única.

13/01/2009

Café: previsão é de demanda alta e oferta justa em 09

Os indicadores econômicos positivos de oferta e consumo devem fazer de 2009 o melhor ano da história para os produtores de café. Mesmo com o dólar mais valorizado, a expectativa de alguns produtores e consultorias é que as cotações fiquem acima de US$ 1,40 a libra-peso na Bolsa de Nova York. No entanto, uma nova crise de confiança causada pela quebra de outro banco ou mesmo o agravamento da recessão mundial podem anular essa tendência.

24/02/2010

Rodrigo Costa fala sobre deságio do café brasileiro

O colaborador do CaféPoint Rodrigo Corrêa da Costa, vice-presidente da Corretora Newedge, em New York/USA e colaborador da Archer Consulting - assessoria especializada em mercados de Futuros, Opções e Derivativos, no Brasil, enviou um comentário ao artigo "Café brasileiro de boa qualidade recebe ágio", falando sobre o motivo do deságio do café arábica brasileiro frente a bolsa de Nova York. Acesse e leia a carta na íntegra.

25/01/2011

Desafios da cafeicultura no marketing: Os Novos Cafés do Brasil

Foi consenso e continua sendo que a cafeicultura brasileira precisa de marketing eficiente para renovar sua imagem e se posicionar em novos mercados. Todos os esforços desenvolvidos neste sentido em 2010, como a participação em feiras internacionais e mesmo a grande ação realizada na Fórmula Indy, que com certeza ficará na história, foram importantes. Porém, o maior avanço dentro do marketing dos Cafés do Brasil no ano de 2010 foi a autorização da entrega do café brasileiro na Bolsa de Nova Iorque (ICE/NYBOT).

01/02/2007

Síntese agropecuária BM&F - 31/01/2007

Segundo o relatório da Organização Internacional do Café (OIC) divulgado em 15 de janeiro, a previsão da safra mundial 2007/08 está estimada entre 109 milhões e 112 milhões de sacas, ante 122 milhões da safra anterior. Essa redução deve-se principalmente ao baixo volume previsto para a safra brasileira que, segundo a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), será em torno de 32 milhões de sacas, bem abaixo das 42,5 milhões de sacas de 2005/06.

03/10/2007

Síntese agropecuária BM&F - 30/09/2007

A seca, que predomina nas principais regiões cafeeiras do país há mais de 50 dias, pode comprometer a formação da próxima florada no início de outubro. Em várias localidades, a última chuva ocorreu em julho, induzindo o florescimento nas plantas jovens e nas estressadas. Essa situação está fazendo com que os preços futuros de café se valorizem. O mercado físico manteve-se aquecido devido à expectativa de baixa produção, causada pelo clima seco nas principais regiões produtoras do país.

04/09/2007

Síntese agropecuária BM&F - 31/08/2007

O terceiro levantamento de café para a safra 2007/08, divulgado pela Conab, estima a produção nacional em 32,6 milhões de sacas. Houve aumento de 1,7% em relação ao levantamento anterior, realizado em abril, que previu safra de 32,1 milhões de sacas. Contudo, esses números indicam declínio de 23,3% em relação à safra 2006/07. Essa queda deve-se à bienualidade da cultura e à estiagem ocorrida no período de floração, que segundo especialistas contribuíram para o aumento de pragas e doenças.

03/10/2007

NY começa a refletir safra baixa brasileira

A baixa oferta de café no Brasil começa a refletir na Bolsa de Nova York (Nybot). O analista de Mercado de Café, da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), Jorge Queiroz, diz que os fundos reduziram a participação nas operações de commodity - a segunda mais negociada no mundo - porque tiveram prejuízos nos últimos meses nas aplicações financeiras em virtude da turbulência na economia dos Estados Unidos. "Hoje está prevalecendo a força da oferta e da demanda porque a Bolsa não está com essa carga pesada (dos fundos)", diz Queiroz.