Nova Iorque cai e origens ajustam suas ofertas
Rodrigo Costa traça um paralelo sobre o coronavírus e como ele impactou as cotações do café nas últimas semanas
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Rodrigo Costa traça um paralelo sobre o coronavírus e como ele impactou as cotações do café nas últimas semanas
Em uma semana, até a última sexta-feira, dia 27, houve queda de 1.240 pontos ou US$ 16,40 (R$ 46,81) por saca nos contratos para entrega em maio próximo.
Conjugação de clima adverso no Brasil, chuva no arábica e seca no conilon, dólar fraco e por fim, rallys em outras commodities agrícolas, levaram a forte alta.
Para hoje (8/5) é possível que o terminal londrino opere em alta com ajustes ante ao fechamento positivo de NY.
Resultado, Nova Iorque subiu em recompras técnicas voltando a orbitar o suporte dos 140.00 cts/lb, aponta especialista.
Movimentações levaram compradores e vendedores no mercado físico brasileiro de café a se posicionarem com cautela, explica Escritório Carvalhaes.
Já em Londres - onde a bolsa regula os preços do robusta- , a segunda-feira foi de feriado.
"As cotações que começaram o dia lateralizadas, ganharam um viés forte de baixa", explicou consultor.
No mercado de café a alta do dólar e a previsão de chuva em região produtora e por fim, a falta de volatilidade impactaram as cotações.
Dia nos mercados globais foi lento e marcado por curtas e negativas oscilações na maioria das praças financeiras ao redor do mundo.
Movimento foi registrado nesta tarde de 4ª feira, de acordo com o analista as cotações do arábica na ICE trabalham em acomodação especulativa.
Após as recentes baixas o mercado de café buscou forças no quadro fundamental, analisa consultor.
"Se gear é o primeiro degrau de uma escada a ser subida e, se não gear, o mercado pode realizar lucro", aponta consultor.
Consultor afirma que situação política, entretanto levou a fortes oscilações durante o dia no Brasil.
Já em Londres, onde o café robusta é regulado, a bolsa não operou devido a feriado local.
"As cotações, após as boas altas, sofreram com operações de realizações de lucros", explicou Marcus Magalhães.
"Investidores, ao que parece, estão pressentindo que ?bons ventos? poderão atingir as cotações externas", pontua consultor.
Nos mercados, investidores continuaram na defensiva aguardando possibilidade do BC americano só elevar as taxas de juros em 2016, aponta consultor.
Cenário por queda do dólar no Brasil, safra cafeeira apresentando problemas e demandas consistentes, avalia especialista.
Oscilações negativas marcaram esta quarta-feira no mercado, em especial o mercado do arábica.
Semana começa com boa performance e nível de 145.00 cts na posição de maio é rompido, trazendo possibilidade de que o próximo alvo técnico de 150.00 cts possa ser testado e rompido.
O mercado de arábicas finos estabelecido na Bolsa de Nova Iorque, constitui-se no grande formador de preços para todas as demais praças em que se negocia café em âmbito mundial. E o cafeicultor com isso? A abertura dessa possibilidade de entrega de café brasileiro na Bolsa de Nova Iorque confere ao produto do país e, consequentemente, aos seus cafeicultores a possibilidade de virem a participar do mercado de cafés finos.
Mercado segue pressionado pelas projeções de uma safra brasileira recorde em 2026/27, enquanto estoques globais permanecem apertados e analistas alertam para riscos climáticos associados ao novo El Niño
Projeção levou fundos e especuladores a lucrarem, derrubando as cotações em Nova Iorque e Londres e diminuindo os ganhos dos contratos na semana