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29 resultados para "nobel"

02/07/2012

Elinor Ostrom e o melhor dos humanos

O artigo dessa quinzena chega com certo atraso. Nas próximas linhas, gostaríamos de homenagear Elinor Ostrom, que morreu há alguns dias. Ostrom foi a primeira mulher a ganhar o Prêmio Nobel de Economia, em 2009, tendo o seu trabalho também reconhecido pelos cientistas políticos - Prêmio Johan Skytte - e pela Acadêmia Nacional de Ciências dos Estados Unidos. Tantas medalhas, entretanto, só chegaram após décadas de dedicação, entre outras questões, ao estudo da administração dos recursos comuns. A seguir, falaremos um pouco sobre este problema, discutindo as conclusões de Ostrom.

18/02/2014

Ex-ministro da agricultura comenta sobre os principais gargalos na produção brasileira de alimentos

O crescimento da população mundial e a expectativa de que em 2050 o Brasil será o grande celeiro do mundo trazem importantes desafios para o crescimento do agronegócio de todo o país. Em entrevista exclusiva ao Diário do Comércio, o ex-ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento e atual presidente-executivo da Abramilho, Alysson Paulinelli, comenta os principais gargalos que devem ser superados para que a produção brasileira de alimentos cresça cerca de [...]

03/09/2013

Agronegócio garantirá um terço da alta do PIB

A força do agronegócio vai fazer o setor responder por um terço do crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) em 2013. O campo tem tudo para se firmar, em ano de supersafra, como o principal responsável pelo avanço da economia em meio a inflação e juros altos. Nas projeções do economista-chefe da MB Associados, Sergio Vale, a atividade do país deve avançar 2,3%, sendo que 0,7 ponto percentual será creditado na conta das colheitas recordes.

14/12/2009

Marina Silva: a proposta brasileira é apenas um começo

Em seu primeiro compromisso público em Copenhague, a senadora Marina Silva (PV-AC) deixou claro que sua rota e sua visão em relação ao meio ambiente são bastante diferentes das colocadas até agora pelo governo Lula, cuja sucessão ela deve disputar. Para Marina Silva, a proposta brasileira "é apenas um começo". Ela avalia que a meta do país para corte das emissões - que varia de 36,1% a 38,9%, baseada em cerca de 50% na queda de desmatamento na Floresta Amazônica e no Cerrado -, além de recente, toma como base uma curva projetada, "um alvo móvel". E considera necessário um detalhamento dessas metas com, por exemplo, objetivos específicos para o setor energético.