Diretor da Nespresso Brasil deixa o grupo Nestlé
Stefan Nilsson, atual diretor no Brasil da Nespresso, está deixando o grupo Nestlé no fim deste mês de outubro.
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Stefan Nilsson, atual diretor no Brasil da Nespresso, está deixando o grupo Nestlé no fim deste mês de outubro.
Com os novos valores (R$1,50 cada), as cápsulas vão custar praticamente a mesma coisa que as da Dolce Gusto (R$ 1,49 cada) e menos que as da Delta Cafés (R$ 1,75 cada), concorrente portuguesa que acaba de chegar ao Brasil. Segundo diretor da companhia, diminuição dos preços das cápsulas é sustentada pelo "grande" número de máquinas que a empresa tem por aqui.
"Veja como o amargor do queijo se intensifica com o Dulsão do Brasil, e o lácteo do doce de leite ressalta o mel e o malte", explica Vitor Gabira sobre a tradicional dobradinha mineira associada ao espresso que "brota" da cápsula dourada da Nespresso. A dose é feita com o predomínio do bourbon amarelo cultivado em terras altas de fazendas do chamado cluster Vale da Grama, na divisa entre São Paulo e Minas Gerais.
Com milhões de máquinas vendidas em 25 anos, a Nespresso caminha para uma renovação da frota. Ao comemorar sua boda de prata, a empresa anuncia hoje (15) seu lançamento mundial, a cafeteira Pixie, que chega às lojas em abril. Ela consome 40% menos energia, tem menos peças que a Citiz e pesa 2,8 quilos.
Para produzirem os melhores grãos, empresários do interior paulista investem em análise sensorial, laboratório de provas e outras técnicas avançadas. Segundo diretora da BSCA (Associação Brasileira de Cafés Especiais), "estamos vivendo um reposicionamento histórico do mercado (...) e é inegável que São Paulo está na frente do resto do país."