Província do Vietnã quer aumentar exportações de café processado
Localidade de Dak Lak, no Vietnã, tem objetivo de duplicar a proporção de produtos processados em suas exportações desse grão.
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Localidade de Dak Lak, no Vietnã, tem objetivo de duplicar a proporção de produtos processados em suas exportações desse grão.
Estiagem prolongada tem afetado as cinco províncias produtoras na região do Planalto Central do Vietnã - que produz 60% do café do país.
O Trung Nguyen Coffee Group Corp., maior firma processadora de café do Vietnã, planeja investor até US$ 80 milhões na expansão das suas operações nas regiões montanhosas do centro do país.
A Associação de Café e Cacau do Vietnã (Vicofa, na sigla em inglês) recomendou a adoção de um contrato de café padronizado para assegurar exportações com qualidade consistente e facilitar a resolução de disputas comerciais, impulsionando os embarques do país, disse nesta segunda-feira o secretário-geral da Vicofa, Nguyen Viet Vinh.
País, maior produtor mundial de robusta, divulgou nova estimativa em 170 mil toneladas de café.
O Vietnã, que já é o maior produtor mundial de café robusta, planeja expandir sua área plantada de arábica com o objetivo de dobrar sua produção de grãos de qualidade superior para 96.000 toneladas até 2020, apesar de oficiais da indústria dizerem que a produção poderia ser ainda maior.
O Vietnã, segundo maior produtor de café do mundo depois do Brasil, ajudará a Angola a revitalizar sua produção de café destruída pela guerra plantando o grão em 100.000 hectares durante a próxima década, disseram oficiais.
O crescente interesse de estrangeiros por terras brasileiras vem chamando a atenção de estudiosos que tentam explicar esse fenômeno e traçam as possíveis consequências desse cenário. Para o professor vietnamita Dung Nguyen, da Universidade de Pittsburgh, a valorização dos preços das terras para agricultura no Brasil está relacionada a vários fatores, e um dos mais importantes foi o aumento dos preços das commodities agrícolas.
A colheita de café no Vietnã tem sido prejudicada pelas chuvas que afetaram o país apenas uma semana depois do início da colheita, disseram oficiais e comerciantes locais. As chuvas começaram no domingo e se mantiveram até terça-feira, prejudicando a colheita e a secagem que já estavam atrasadas em quase um mês por causa das chuvas fortes, ajudando a pressionar os preços globais para cima.
Pouco discutido no Brasil atualmente, o "offshore farming", ou aluguel de terras agricultáveis para estrangeiros, é um tema polêmico, pois envolve questões de soberania e também afeta diretamente as empresas do setor, que respondem por boa parte do PIB (Produto Interno Bruto) nacional. Mas esse tipo de operação poderá ter frutos bastante positivos para o país se o governo se apressar a debatê-la, defende Dung Nguyen, professor da Universidade de Pittsburgh e especialista no assunto.
Os exportadores de café do Vietnã poderão adiar seus envios à medida que as chuvas nas regiões montanhosas centrais aumentam a preocupação sobre atrasos na colheita, disseram comerciantes e cafeicultores.
Os cafeicultores do Vietnã podem manter até 400.000 toneladas de café não vendidas, equivalente a cerca de um terço da última colheita da nação, à medida que o Governo começa seu primeiro programa de estocagem de café para conter a queda nos preços.
O Vietnã, maior produtor mundial de robusta, finalizou um plano para estocar 200.000 toneladas de café por seis meses, com as compras começando em 15 de abril, informou um importante exportador. "As companhias de café comprarão grãos a um preço de 25 milhões de dong (US$ 1.301,55) por toneladas para garantir lucro aos produtores", disse o diretor executivo do Thai Hoa Group, Nguyen Van An.
As exportações de café do Vietnã, segundo maior exportador do mundo depois do Brasil, podem ter caído 49%, para 40.000 toneladas em agosto com relação ao ano anterior depois de o país ter as vendas aceleradas no começo do ano, reduzindo os estoques.
Menos de 5% da próxima safra de café do Vietnã foi afetada por doenças que provocam a queda dos frutos, disseram autoridades locais, dissipando temores de que a colheita vietnamita chegará mais cedo neste ano. Segundo dados da Subdivisão de Proteção das Plantações de Daklak, autoridades locais e a companhia de agroquímicos alemã Bayer, cerca de 1 mil hectares foram infestados por doenças que fazem o fruto cair antes da hora das árvores.
A colheita de café no Vietnã, maior produtor mundial de robusta, tem sido impulsionada após as chuvas que aliviaram as condições de seca, acalmando as preocupações de que a colheita desse ano poderia ser prejudicada, de acordo com produtores e comerciantes.
Os preços do café no Vietnã estão aumentando de acordo com os mercados internacionais, o que poderá estimular os compradores de robusta a se voltar aos grãos da rival regional Indonésia, onde a colheita deve começar em breve, disseram comerciantes na terça-feira (11).
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O Vietnã, maior produtor mundial de café robusta, pretende aumentar sua área plantada de café para 500 mil hectares e aumentar sua produtividade em 20% até 2010, disse o diretor do Departamento de Produção Agrícola do Ministério da Agricultura e Desenvolvimento Rural do país, Nguyen Tri Ngoc, ao Dow Jones Newswires.
Ontem o embaixador do Vietnã, Nguyen Thac Dihn, esteve em Brasília, conversando com o secretário executivo do Mapa, Silas Brasileiro, o secretário de Produção e Agroenergia, Manoel Bertone, e o secretário substituto de Relações Internacionais do Agronegócio, Lino Colsera. O objetivo foi aprofundar as relações comerciais entre os dois países, examinando temas de interesse comum como café, agroenergia e látex.
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Agricultores do Planalto Central vietnamita, principal área cafeeira do país, comercializaram os grãos em um intervalo de 32,6 mil dongues a 33 mil dongues (1,41 dólar a 1,42 dólar) por kg, ante 32 mil dongues na semana anterior
Iniciativa visa ajudar três mil agricultores nas províncias de Dak Lak, Dak Nong e Gia Lai
Em Camarões a produção caiu para 25 mil toneladas, das quais três mil são de café arábica.