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8 resultados para "mundias"

15/02/2011

Sem sinais de aumento de oferta, preços batem recorde

As altas dos preços do café arábica continuam sendo sustentadas pelo cenário que oferta muito baixa do produto a nível mundial, enquanto a demanda segue aquecida. Diante disso, as cotações começaram a semana registrando valorizações tanto nos mercados futuros como no físico. Na bolsa de Nova York o vencimento março/11 teve valorização de 670 pontos, fechando a 258,65 centavos de dólar por libra-peso. No mercado interno a saca de 60 quilos do café arábica foi cotada a R$ 497,76, com valorização de R$ 8,02, segundo o indicador Cepea/Esalq. No mês, a variação acumula alta de R$ 36,86/saca.

02/02/2011

Janeiro: com oferta apertada, as cotações do café arábica se sustentam em alta

Em janeiro o mercado de café oscilou bastante, trabalhando com fortes altas consecutivas em função da oferta enxuta, seguido de quedas que acalmaram a decolagem das cotações. As negociações seguem em ritmo lento com vendedores de cafés finos pedindo ainda mais pelas sacas de café, visto que não precisam realizar suas vendas agora, além da expectativa de novas altas. O indicador Cepea/Esalq do arábica foi cotado a R$ 458,60/saca na segunda-feira (31), com valorização de R$ 45,61/saca (+11,04%) no mês de janeiro. Em relação a janeiro de 2010 a valorização é de 63,39%.

10/05/2010

BM&FBovespa: perspectivas do mercado de café 2010/11

A BM&FBOVESPA e o MAPA promoveram em São Paulo, o Seminário Perspectivas para o Agribusiness em 2010 e 2011, no último dia 04 de maio. No painel de perspectivas do mercado de café, Carlos Brando, da P&A Marketing, foi o coordenador da mesa, contando ainda com Luiz Otávio Araripe, diretor da Valorização Empresa de Café (palestrante) e João Carlos Hopp Junior, da Exportadora Guaxupé (debatedor). Os especialistas analisaram o mercado e discutiram as perspectivas para os próximos anos.

13/03/2009

Especial: Andrea Illy e o mercado internacional de café

Com a crise, as vendas de produtos alimentícios estão em situação melhor do que outros produtos. Isso não quer dizer, entretanto, que o consumo de café não será afetado, mas pode significar, de acordo com Andrea Illy, certa redução da procura por cafés especiais, ao passo que deve haver substituição de marcas mais sofisticadas por outras de menor prestígio. "Essa tendência deverá fazer com que aumente a porcentagem de robusta nos blends", afirmou.