Mercado de arábica acumula discreta valorização em abril, aponta CNC
Diante da proximidade da colheita brasileira, futuros do café reagem timidamente ante a desvalorização do dólar.
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Diante da proximidade da colheita brasileira, futuros do café reagem timidamente ante a desvalorização do dólar.
De acordo com dados do Instituto do Café da Costa Rica (ICAFE), a queda foi motivada por problemas logísticos de embarque
O mercado de café volta a operar de maneira mais expressiva depois de uma semana com desvalorização motivada pela movimentação do dólar ante ao real
Queda nas cotações foi motivada pelo baixo volume de chuva nas áreas brasileiras produtoras do grão
Às vésperas de sediar o maior evento mundial do café, produtores mineiros - e de café arábica em geral - amargam uma crise motivada pelos baixos preços. Nesta segunda-feira (18/03), o presidente da Federação da Agricultura e Pecuária de MG anunciou que levará ao Governo Federal, ainda essa semana, propostas de controle da crise e reação do mercado. Anúncio contou com apoio de Robério Silva, da OIC
Segundo o Cepea, mercado de ambas variedades estarão "bem distantes dos preços baixos de 2013". Para o agronegócio em geral, Cepea estima crescimento de 2,8% em 2015.
Números veiculados e, erroneamente atribuídos à Cooperativa de Guaxupé, estariam bem acima das projeções oficiais que circulam no mercado.
Na última Quinta-feira (30/01) aconteceu o Webinar Liderança Motivacional. Além daqueles que se inscreveram no Webinar, os alunos do Curso Online "Liderança para alta performance" também puderam acompanhar o seminário online e sessão de perguntas.
Desafios logísticos mostram-se como grande entrave ao desenvolvimento do setor. No entanto, João Antônio Lian, presidente do Conselho Deliberativo do Cecafé - Conselho dos Exportadores de Café do Brasil, aborda outros fatores da conjuntura nacional que estariam desacelerando o desenvolvimento das exportações do grão.
O mercado volta a registrar variações técnicas após encerrar a última semana com desvalorização motivada pelas previsões de chuvas no Brasil e pela pandemia do coronavírus
A illycaffè, motivada por seus ideais de sustentabilidade, criou um Programa de Reconhecimento aos seus fornecedores, sócios do Clube illy do Café, que efetivamente protegem o meio ambiente, aplicando em seus cafezais técnicas que contribuem para a preservação da natureza, além de seguir os tratados sociais da Organização das Nações Unidas (ONU) e da Organização Internacional do Trabalho (OIT).
As entregas de fertilizantes nitrogenados apresentaram evolução de 20%, passando de 892 mil t em 2010 para mais de 1 milhão de t este ano. O aumento de demanda para as culturas de cana de açúcar, café, milho safrinha e arroz é a razão apontada para explicar o bom desempenho.
O mercado cafeeiro encerrou esta segunda-feira (22) em queda. Após fortes valorizações na semana anterior, realização de lucro puxou os preços para baixo na ICE Futures U.S., Liffe (Londres) e na BM&FBovespa. Em Nova York o primeiro vencimento dezembro/10, teve desvalorização de 370 pontos, fechando a 206,15 centavos de dólar por libra-peso. No mercado físico, a saca de 60 quilos do café arábica foi cotada a R$ 356,24, com desvalorização de 1,96%, segundo o indicador Cepea/Esalq.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva decidiu limitar a compra de terras por estrangeiros e empresas brasileiras controladas por estrangeiros. Ele assinou o parecer da Advocacia-Geral da União (AGU) que restringe as aquisições de imóveis rurais por empresas que possuem pelo menos 51% ou mais de seu capital votante nas mãos de pessoas que não são brasileiras.
Entre fatores que tem influenciado o mercado, aparentemente, a especulação motivada pelo clima deve se iniciar mais cedo nesse ano. Por Celso Luis Rodrigues Vegro, Eng. Agr., M.S., Pesquisador Científico do IEA.
Diante da forte alta da cotação do café na bolsa de Nova York nos últimos dias, motivada pela seca que prejudicou a produção em algumas regiões produtoras, as indústrias do setor deverão aguardar mais alguns dias para decidir se vão revisar custos e preços, de acordo com Nathan Herszkowicz, diretor-executivo da Associação Brasileira da Indústria de Café (Abic).
Até o fechamento da quarta-feira, as cotações do arábica na Bolsa de Nova York apresentaram recuperação, motivada principalmente pela previsão de estiagem e altas temperaturas nas próximas semanas nas principais regiões produtoras do Brasil. Ontem, o vencimento março de 2014 do contrato C encerrou o pregão a US$ 1,171 por libra-peso, acumulando ganhos de 270 pontos nos últimos três dias.
Com o mercado global bem abastecido após a expansão dos investimentos na produção motivada pelos preços elevados do início desta década, os cafeicultores brasileiros provavelmente terão que conviver com cotações ainda mais baixas que as atuais no curto e médio prazos, segundo o Valor Econômico.
As indicações geográficas, frutos de décadas de construção coletiva, enfrentam seu maior teste: sobreviver ao próprio sucesso
Dados fazem parte do estudo "Comportamento do Consumidor em Super e Hipermercados", mostram que o consumidor brasileiro prefere ir a mercados mais próximos de casa para fazer compras menores e mais frequentes. O tempo médio de permanência não passa de 30 minutos, enquanto em 1998 superava uma hora. Mudança de hábito é motivada por falta de tempo, trânsito difícil e maior comodidade, segundo pesquisadora.
Os preços do café arábica encerraram essa segunda-feira (10) em alta no mercado futuro e em queda no físico. Em Nova York, o primeiro vencimento, maio/10, teve alta de 40 pontos, fechando a 133,55 centavos de dólar por libra-peso. No mercado físico, a saca de 60 quilos do café arábica foi cotada a R$ 283,92, com desvalorização de 1,30%, segundo o indicador Cepea/Esalq. Acredita-se que a queda no mercado interno tenha sido motivada pela evolução da colheita no País.
"Hora de desapegar dos preços, virar a chave e mudar o foco!"
Entre novembro de 2021 e outubro de 2022, foram consumidas 21,3 milhões de sacas, queda de 1,01% em relação ao período anterior
Grupo de cooperadas iniciou ano com planejamento estratégico estruturado em quatro frentes que incentiva participação efetiva e protagonista das mulheres