Fator cambial no Brasil vem roubando a cena
Ações, moedas e café, operaram em baixa e sem força especulativa na última sexta-feira.
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Ações, moedas e café, operaram em baixa e sem força especulativa na última sexta-feira.
Redução aconteceu após queda nos preços e baixas tendências.
Governo segue com plano que pretende regular o mercado para conter a elevação de preços.
No caso do café o dia foi animado e mais uma vez, marcado por boas oscilações nos terminais internacionais, avaliou Marcus Magalhães.
No atual ano agrícola, houve um déficit de 4,8 milhões de sacas, segundo o operador Coex Coffee Group, com sede em Miami.
O arábica terminou 24% menor, enquanto o robusta caiu em 21%, de acordo com o primeiro relatório de janeiro da Volcafe.
Montante na safra foi de 300.522 toneladas entre outubro de 2014 e setembro de 2015.
Cenário deficitário se desenha após duas safras consecutivas registrarem frustração no Brasil, aponta CNC.
Permissões totais de exportação emitidas pelo Coffee Board da Índia, órgão estatal, excederam os níveis do ano anterior pela primeira vez.
Segundo o consultor Marcus Magalhães, Investidores continuaram na defensiva a espera de fatos novos.
Os envios do Brasil fecharam em 1,96 milhão de 60 quilos em 26 de fevereiro, apesar da greve de caminhoneiros que levou a atrasos, aponta a instituição.
Chuvas e dólar fortalecido derrubam empurraram para baixo as cotações, no entanto Brasil entra no último mês do verão 2014/2015 ainda com um déficit de chuva muito grande, especialmente nas Regiões Sudeste, Centro-Oeste e Nordeste.
O ministro da Fazenda, Guido Mantega, informou que o acordo entre o Banco Central do Brasil e o Banco Central da Argentina para uso de moedas locais em transações comercias vai entrar em vigor no dia 6 de outubro, em caráter experimental.
Com as restrições que se seguiram à pandemia, o consumo e as exportações foram abalados. E a renda dos cafeicultores variava em cada país de acordo com a estabilidade de suas moedas em relação ao dólar, bem como com a qualidade e a quantidade de suas safras. Embora o preço internacional tenha dado uma pausa
O ´café para comer´ é obtido a partir do processamento de café 100% Arábica Premium, que resulta em uma massa de café integral na qual estão preservadas as características de aroma, sabor e a oferta nutricional do produto. Foram quase quatro anos de estudos e testes com os mais variados tipos de cafés e processos. O que era somente comercializado como bebida, passa agora a ser também como comida.
A Bolsa Internacional de Finanças e Futuros de Londres (Liffe) para o café robusta encerrou as operações desta terça-feira com perdas expressivas e café arábica na ICE Futures US (Bolsa de Nova York) testa uma vez mais o patamar de US$1,60/lb. Valorização do dólar e preocupações com a economia européia seriam os principais fatores da queda.
A evolução da colheita de café no Brasil vem pressionando as cotações do produto no mercado internacional. Ontem, os contratos do café para entrega em setembro fecharam em queda de 2,38%, a 166,45 centavos de dólar por libra-peso na Bolsa de Nova York. O clima está mais seco nas principais áreas do país e, portanto, mais favorável para os trabalhos no campo.
Preocupações com a crise econômica na zona do euro pesaram ontem nos preços de commodities agrícolas. O pronunciamento do presidente do Banco Central Europeu (BCE), Mario Draghi, não sinalizou grandes medidas para conter os problemas financeiros e fortaleceu o sentimento de aversão ao risco nos mercados.
O indicador de preço Cepea/Esalq do café arábica, tipo 6, bebida dura para melhor, posto na capital paulista, teve média de R$ 441,31 a saca de 60 kg em fevereiro, representando queda de 9% em relação ao mês anterior. Na Bolsa de Nova York (ICE Futures), a média de todos os vencimentos em fevereiro foi de 210,50 centavos de dólar por libra-peso, recuo de 6,8% em relação à média de janeiro e de 19,4% em relação a fevereiro de 2011.
As principais moedas do mundo, cada uma delas afligida pelas suas próprias preocupações econômicas e fiscais, lutaram, lutaram e acabaram 2011 num impasse. Depois de um ano de oscilações, o dólar terminou o ano com uma diferença de cerca de 3% de onde começou, comparado com as moedas da maioria dos grandes mercados mundiais.
Os preços futuros do café recuaram nesta quinta-feira nas bolsas internacionais como reflexo da valorização do dólar em relação a outras moedas estrangeiras, afirmam analistas ouvidos pela agência Bloomberg. Foi a sexta queda em sete pregões. Na bolsa de Nova York, os contratos para março encerraram a US$ 1,2960 a libra-peso, com baixa de 110 pontos.
A desvalorização do dólar ante outras moedas, como o euro, deu fôlego ontem às commodities agrícolas negociadas nessa divisa. Em Nova York, o contrato do café com vencimento em março subiu 1,53%, para 222,80 centavos de dólar por libra-peso, marcando o segundo dia de alta expressiva do ativo.
As cotações do café robusta fecharam com queda expressiva na Bolsa de Londres influenciados pela valorização do dólar ante outras moedas, como o euro. O mercado também tem sido pressionado pela expectativa de aumento da produção no Vietnã, maior fornecedor mundial da variedade robusta.
As flutuações do câmbio estão pesando mais para muitos produtores de café do que os preços internacionais elevados, de acordo com o presidente da Organização Internacional de Café (OIC), José Sette. Embora os futuros de arábica estejam oscilando perto das máximas em 13 anos em Nova York, acima de 210 cents/lb, Sette disse que a queda do dólar frente a uma cesta de moedas significa que os produtores estão vendo retornos mais baixos.