Epamig avalia alternativas para uso racional e substituição parcial de fertilizantes minerais
Agricultores do Brasil e do mundo têm se preocupado com uma possível falta dos fertilizantes minerais
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Agricultores do Brasil e do mundo têm se preocupado com uma possível falta dos fertilizantes minerais
Apesar de fundamental para o desenvolvimento na cafeicultura, é necessário saber equilibrar a demanda nutricional do solo e das plantas
Em novo artigo ao CaféPoint, o engenheiro agrônomo e um dos consultores técnicos do Projeto Educampo Café, Rodrigo J. Muniz, apresenta as vantagens da adubação organomineral em uma propriedade cafeicultora, ilustrando com a experiência de uma fazenda de café em Cabo Verde/MG, cujos proprietários comprovam a eficácia deste processo tanto em nível econômico como ambiental. Confira
O Instituto Agronômico (IAC), de Campinas divulgou comunicado em que enfatiza que não recomenda uso de fertilizantes minerais fluidos (comercializados como "calcário líquido") para corrigir acidez do solo. Abaixo comunicado da instituição sobre o assunto:
A elevada dependência da importação de insumos pela agropecuária brasileira, na ordem de 70%, foi uma das preocupações do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento destacadas em audiência pública dessa terça-feira, dia 06 de maio, na Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural da Câmara dos Deputados. Os parlamentares promoveram um debate sobre "os possíveis impactos decorrentes do aumento excessivo dos preços dos insumos minerais ao setor de alimentação animal e de fertilizantes agrícolas".
A composição da água é crucial para a qualidade do café e influencia diretamente o sabor e o aroma da bebida
O café não é remédio, mas a comunidade médico-científica já considera a planta como funcional (previne doenças mantendo a saúde) ou mesmo nutracêutica (nutricional e farmacêutico). Isso por que o café não possui apenas cafeína, mas também potássio, zinco, ferro, magnésio e diversos outros minerais. O grão do café também possui aminoácidos, proteínas, lipídeos, além de açúcares e polissacarídeos. Mas, o principal segredo: possui uma enorme quantidade de polifenóis antioxidantes, chamados ácidos clorogênicos.
Primeiramente, devemos lembrar que o Mo é um micronutriente, ou seja, apesar de ser absorvido em pequenas quantidades, é essencial para as plantas. A função do Mo na nutrição das plantas está relacionada com alterações de valência como componente metálico nas enzimas, sendo diretamente envolvido em reações redox. O Mo é componente de duas enzimas principais: nitrogenase e redutase do nitrato. Isso revela a importância do Mo para o ciclo do nitrogênio.
Muitos séculos antes de Cristo o homem já sabia da importância de nutrir as plantas, visando aumentar a produção das lavouras. Textos Egípcios, Gregos, Romanos e Árabes recomendavam a aplicação de diversos materiais fertilizantes para aumentar as colheitas. Incluíam-se nesses materiais toda a gama de estercos existentes, restos culturais e de vegetação espontânea, cinzas, sangue e até cadáveres.
A Companhia Vale do Rio Doce vai voltar ao setor de fertilizantes. No Brasil, a empresa planeja produzir o insumo agrícola a partir do ácido sulfúrico proveniente do processamento do cobre e da importação de fosfato do Peru, onde inaugurou na última sexta-feira (05) um dos maiores projetos na América Latina. Com os novos investimentos em fosfato, a Vale planeja abastecer toda América do Sul.
O café, puro ou misturado ao leite, é um dos melhores alimentos para se manter saudável, segundo o cientista brasileiro Darcy Roberto Lima, um dos maiores pesquisadores do assunto. Ele diz que além de cafeína, um estimulante natural, a infusão do fruto tem pelo menos cinco compostos altamente benéficos ao organismo humano.
O café possui apenas 1 a 2,5 % de cafeína e diversas outras substâncias em maior quantidade. E estas outras substâncias podem até ser mais importantes do que a cafeína para o organismo humano. Mas apenas a cafeína é termo-estável, isto é, não é destruída com a torrefação excessiva. As demais substâncias, como aminoácidos, açúcares, lipídeos, niacina e os ácidos clorogênicos, são preservadas, formadas ou mesmo destruídas durante o processo de torra.
Estudo da Universidade de Minnesota, Estados Unidos, baseado em dados de 28 mil mulheres, indicou que o consumo de café parece oferecer proteção contra diabetes iniciada na vida adulta.
Segundo estudiosos, mais de 850 compostos - lipídios (gorduras e óleos), proteínas, açúcares, ácidos e minerais, entre outras substâncias do café - são responsáveis pelo caráter da bebida. Esta seria a explicação, segundo o autor Daniel Telles Marques, de que o café moído na hora tem mesmo mais qualidade.
Quando se fala em café muitos ainda relacionam a bebida somente à presença da popular cafeína. O que ainda não é de conhecimento geral é que os grãos de café possuem apenas de 1% a 2,5 % de cafeína e diversas outras substâncias, algumas delas em maior quantidade. Entre elas, minerais, vitamina B3, polissacarídeos, gorduras, aminoácidos e antioxidantes, como os ácidos clorogênicos, substâncias naturais responsáveis por grande parte da atividade antioxidante do café.
Uma série de estudos do Consórcio Pesquisa Café, rede integrada de instituições científicas brasileiras, coordenada pela Embrapa Café, comprovou que a bebida faz bem para a saúde se consumida em doses moderadas. Quem toma de três a quatro xícaras (500 mg) por dia abastece o corpo com vitaminas e nutrientes básicos como potássio, zinco, cálcio, ferro, magnésio e diversos outros minerais, além de compostos antioxidantes (a exemplo dos ácidos clorogênicos).
São muitos os benefícios do café à saúde e bem estar humano. É o que tem sido comprovado por diversos estudos recentes ao redor do mundo. Tema foi discutido este mês de janeiro em renomado evento espanhol de Gastronomia - Madrid Fusion. Além da cafeína, "o café contém substâncias como vitaminas, minerais e antioxidantes de forma que pode-se fornecer diversos benefícios à saúde".
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Painéis sobre comércio exterior, oferta e demanda e os impactos da geopolítica reuniram lideranças do setor em Santos (SP), com destaque para projeções otimistas da safra brasileira e debates sobre agregação de valor ao café nacional
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