Cultivo exagerado de milho nas lavouras de café de montanha
Neste ano, os cafeicultores das regiões de montanha, especialmente os da Zona da Mata de Minas, plantaram milho em grande escala nas lavouras de café
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Neste ano, os cafeicultores das regiões de montanha, especialmente os da Zona da Mata de Minas, plantaram milho em grande escala nas lavouras de café
Regiões de altitude elevada sofrem com o efeito de ventos frios, os quais provocam entortamento de plantas. Por José Braz Matiello, engenheiro agrônomo da Fundação Procafé e Vanderley C. Silva, da Fazenda Vista Bela.
À CNN Rádio, o professor da FGV, Roberto Rodrigues, explicou o impacto da escassez para a produção do agronegócio
Municípios de Jesuítas, Iracema do Oeste e Formosa do Oeste foram selecionados para reavivarem a produção do grão na região
Foram 12 mil vagas a mais quando comparado ao mesmo período do ano passado
O preço do milho alcançou patamar tão elevado no mercado doméstico que já se aproxima dos valores do produto originado na Argentina. No Nordeste a cotação do milho está na casa de R$ 34 a R$ 35 por saca. O milho argentino posto em fábricas próximas ou a cerca de 100 quilômetros dos portos nordestinos sairia por R$ 35 a R$ 35,60, considerando um preço de US$ 285 por tonelada.
O outono, que começa nesta quinta-feira, deverá ser mais chuvoso que o normal no Centro-Oeste e no Sudeste do Brasil, beneficiando a segunda safra de milho e culturas como algodão, café e laranja, mas trazendo problemas à cana-de-açúcar, disse o agrometeorologista Marco Antônio Santos, da Somar.
Propõe-se com este artigo apresentar uma breve descrição das características químicas da casca de café, os resultados de pesquisas sobre sua utilização na alimentação de bovinos de leite e corte, e recomendar níveis adequados de inclusão na dieta destes animais.
Cooperativa dedicada ao café associa-se à Agrobom e passa a comercializar e exportar soja e milho
Monitoramento feito pelo Procon-MG avaliou amostras café torrado e moído fabricado em Minas Gerais em 2014 e 2015.
Entre as lavouras, os destaques são café, soja, milho e cana-de-açúcar. Na pecuária, o melhor resultado é observado em carne bovina e carne de frango
Porém o mês registrou baixa acentuada no milho, no algodão e no café - 49,6%, 50,1% e 35,7% em quantidade e 41,7%, 42,0% e 0,9% em valor, respectivamente
Evento acontece até 30 de julho e reúne 140 expositores e conteúdo técnico voltado para amendoim, batata, café, cana, citros, soja, milho, pecuária e tomate
Soja deve apresentar crescimento de 21,3%, milho de 10,2% e café de 5,7%. Projeções para arroz e trigo são de queda de 6% e 13,8%, respectivamente
Soja destaca-se em primeiro com 42,4%, seguida por milho (18%), cana-de-açúcar (12,4%), café (6%) e algodão (3,6%), do total de R$ 867 bilhões
O melhor desempenho do VBP ocorreu em soja, milho, cana-de-açúcar, café e algodão. Esses são os mais bem classificados entre os produtos analisados
Destaque é para o aumento de 69% no crédito de comercialização, sobretudo para milho, soja e café, em função da alta de preços e ampliação de estoques
De acordo com a PM, carga é avaliada em torno de R$ 500 mil e foi localizada escondida no interior de uma plantação de milho
O clima chuvoso em junho e as fortes geadas da segunda quinzena de julho prejudicaram principalmente as lavouras de trigo, café e a segunda safra do milho, no Paraná. Os prejuízos representam R$ 1,26 bilhão. O Departamento de Economia Rural (Deral), da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento, apontou que a geada do fim de julho, considerada a mais rigorosa desde 2000, reduziu a produção em 33% da lavoura de trigo e 8% da segunda safra de milho. O maior estrago das geadas ocorreu na cultura do café, que teve comprometido cerca de 62% das lavouras para a safra de 2014.
Depois do setor elétrico, o próximo da lista dos possíveis afetados pela forte estiagem que atinge a Região Centro-Sul é o agronegócio. Ainda não há dados consolidados sobre o estrago que a falta de chuvas combinada com altas temperaturas têm provocado no campo. Mas produtores de grãos, verduras, café, laranja e pecuaristas estão apreensivos em relação às prováveis perdas, que já se traduzem em alta de preços.
Por meio do boletim trimestral Agro Info, realizado pelo departamento de Pesquisa e Análise Setorial (FAR), o Rabobank traz as perspectivas e os pontos de atenção para os mercados de fertilizantes e câmbio, açúcar e etanol, café, soja, milho, algodão, gado, suco de laranja e leite.
A estiagem prolongada e atípica, registrada no início deste ano, vai afetar algumas culturas agrícolas, que terão quebra de safra e de produção, avaliaram ontem (17), em entrevista à Agência Brasil, especialistas do setor, durante as comemorações dos 117 anos da Sociedade Nacional de Agricultura (SNA), no Rio de Janeiro. Acesse e leia a matéria completa!
Considerando a longa série de preços mensais recebidos pelos produtores paulistas de milho e café arábica (de 1954 a 2007), pode-se construir uma paridade de preços entre ambos produtos. Caso esteja correta a hipótese de convergência para o equilíbrio nas paridades entre as mercadorias<sup>5</sup>, o café poderá aguardar cotações acima dos R$ 300,00/sc no curto prazo e acima dos R$ 350,00/sc nos médio e longo prazos. Essa previsão está bastante harmônica com aquilo que os cafeicultores vêem continuamente afirmando, qual seja, a baixa rentabilidade alcançada com o produto comparativamente as outras opções de uso da terra. Os indícios de estagnação na evolução da área cultivada com café no Brasil ratifica o argumento dos produtores, pois a decisão de investimento na ampliação das lavoura está condicionada as taxas de retorno compatíveis com as remunerações alternativas disponíveis no mercado financeiro.
O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) reduziu em 0,2% a previsão para a safra deste ano, feita em setembro. De acordo com Levantamento Sistemático da Produção Agrícola (LPSA), a previsão, feita em setembro, ficou em 187 milhões de toneladas, ou seja, 347,7 mil toneladas a menos do que a estimativa de agosto.