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18 resultados para "mencionando"

31/07/2009

Brasil prioriza acordo entre Mercosul e UE

A negociação de um acordo de livre comércio entre Mercosul e União Europeia passou a ter, para o Brasil, prioridade maior que as discussões de liberalização comercial na Organização Mundial de Comércio (OMC), anunciou ontem (30) o ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim. "Temos de concentrar mais esforços no acordo Mercosul-União Europeia", declarou, lamentando a falta de avanços na OMC, num momento de crise, em que é necessário tomar medidas para evitar aumento do protecionismo.

12/06/2009

Código Florestal e o Agronegócio: a opinião do leitor

Marcello, parabéns pelo artigo. Você abordou com clareza um dos pontos centrais da reforma do Código Florestal, incluir ou não as áreas de preservação permanente na reserva legal, com números gerados pelos dois lados envolvidos (bastante próximos por sinal). A proximidade dos números do Ipam e da Embrapa me lembrou os cursos de negociação (ou resolução de conflitos, como prefiro) em que se ensina que é preciso haver uma "zona de acordo possível" para o conflito se resolver. Os números parecem indicar que há.

12/05/2009

NY: preços podem iniciar recuperação ao nível pré-crise

Na Colômbia, a oferta de arábica segue apertada, com rumores de que a produção 2008/09 já tenha sido toda vendida e que os estoques somem algo em torno de 350 mil a 400 mil sacas. A próxima safra só deve começar a ser escoada com maior intensidade a partir da segunda quinzena de maio. No Brasil, a realização dos leilões de opções públicas de café também é um fator favorável, ou seja, os fundamentos estão positivos, mesmo diante da crise.

19/03/2008

Chuvas recentes não aumentam produção, apontam agrônomos

Tradings nacionais e internacionais divulgaram projeções que apontam a colheita brasileira de 50 milhões a até 55 milhões de sacas de 60 kg, com o motivo principal para um volume tão elevado sendo justificado, principalmente, pela ocorrência das recentes e volumosas chuvas. No entanto, para o engenheiro agrônomo Mapa/Procafé, José Braz Matiello, o qual visita constantemente as zonas cafeeiras do país, as precipitações atuais não interferirão de forma a gerar um aumento no tamanho da safra. "As chuvas de agora servem para evitar perdas e não para gerar elevação. Elas evitam perdas porque ajudam a granar o café, mas não acarretam ganhos de produção, uma vez que o crescimento do ramo foi feito em função do ano anterior, quando o cafezal enfrentou uma seca por aproximadamente dois meses", explicou ele, acrescentando que a safra nacional deve se situar no intervalo entre 40 milhões e 45 milhões de sacas.

07/03/2008

Melles: recomposição de renda passa por uma série de ações interativas

O presidente da Bancada do Café na Câmara disse que recompor os estoques não se trata de um ato limitador de oferta, mas, sim, de uma responsabilidade que o país deve ter para não deixar de cumprir suas demandas com a exportação e, principalmente, com o consumidor brasileiro O deputado completou reiterando que não há alternativa. "Ou se recompõe o estoque ou se recompõe o estoque. Isso porque, em sua história de 300 anos de café, o Brasil vai praticar a maior irresponsabilidade política se não tiver estoque regulador, coisa que nunca antes na história desse país ocorreu. Num cenário em que somos os únicos responsáveis pela oscilação do abastecimento mundial, devido ao ciclo bienal, não termos estoques reguladores é quase um suicídio. É dar a oportunidade de abrir uma importação de café - mesmo a cafeicultura brasileira sendo a mais competitiva do mundo -, a qual pode, através de pragas e doenças, acabar com o parque cafeeiro, tal qual ocorreu com o cacau", explicou.

05/03/2008

CNC critica câmbio e sugere quebra de paradigmas

Gilson Ximenes disse que o café, atualmente, não é um bom negócio do ponto de vista financeiro "e não somente ao produtor, mas para toda a cadeia". Ele lembrou que, na década de 80, quando o café gerava uma receita de US$ 30 bilhões no mundo, aproximadamente 30%, ou US$ 9 bilhões, ficavam com o produtor. "Atualmente, o café propicia cerca de US$ 80 bilhões, sendo que os produtores recebem apenas US$ 7,5 bilhões, ou algo em torno de 9%. Isto é, a receita cresceu, mas os produtores não se beneficiaram", lamentou. Fazendo uma breve análise da cafeicultura brasileira, ele mencionou que se nota um verdadeiro jogo de interesses, no qual quem tem mais poder se sobressai. "Os estoques governamentais devem zerar em meados deste ano e os industriais já falam até em importar café. A tendência, dessa forma, é mais prejuízo à produção, setor que há tempos vem sofrendo exatamente pela falta de visão do governo e pelo maior poder de outros setores", disse.