Câmara de Comércio Brasil-Canadá leva produtores para rodadas de negócios
Segunda missão do café brasileiro no Canadá está marcada para a última semana de setembro. Veja detalhes e como se inscrever.
29 resultados para "masson"
Segunda missão do café brasileiro no Canadá está marcada para a última semana de setembro. Veja detalhes e como se inscrever.
Promover debates entre representantes do setor cafeeiro e agricultores familiares é o objetivo do seminário Cadeia Produtiva do Café e Agricultura Familiar, que iniciou ontem(27) e vai até quinta-feira (29), em Brasília. O chefe de gabinete da Secretaria de Produção e Agroenergia do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Thiago Masson, representará o Mapa no encontro, com a palestra Políticas Públicas de Fomento e Promoção da Cadeia Produtiva do Café, nesta quarta-feira (28), às 8h.
O Conselho Monetário Nacional (CMN) aprovou, nesta quinta-feira, 28 de abril, a distribuição de recursos para financiar a cafeicultura em 2011. Serão R$ 2,29 bilhões do Fundo de Defesa da Economia Cafeeira (Funcafé) para custeio, colheita, estocagem, investimento em mercado futuro, aquisição pela indústria e refinanciamento de dívidas. O valor é R$ 290 milhões superior ao direcionado pelo governo em 2010 para a safra de café.
Nesta quarta-feira (21), os presidentes do Conselho Nacional do Café (CNC), Gilson Ximenes, e da Comissão Nacional do Café da CNA, Breno Mesquita, reuniram-se com Manoel Bertone, secretário de Produção e Agroenergia, Lucas Tadeu Ferreira e Thiago Masson, diretor e assessor técnico do Departamento do Café do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), para analisar e identificar problemas nas Resoluções publicadas pelo BC e entraves em suas implementações.
O Fundo de Defesa da Economia Cafeeira (Funcafé), do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), autorizou esta semana o remanejamento de recursos da linha de financiamento de estocagem para a de custeio no valor de R$ 213 milhões. Desta forma, a linha de custeio, que contava com R$ 294 milhões já repassados aos agentes financeiros, totalizará R$ 507 milhões.
As operações com recursos do Fundo de Defesa da Economia Cafeeira (Funcafé) do Ministério da Agricultura ultrapassaram R$ 1,13 bilhão em 2009. O valor representa quase 70% do total liberado (R$ 1,68 bilhão) para as instituições financeiras que operam linhas de crédito do fundo.
Conselho participou de diálogos organizados pelo governo federal para definir propostas a serem submetidas à Organização das Nações Unidas
Artigo do Cecafé destaca documento chinês e a descarbonização da economia, com uma meta de atingir o pico de missões em 2030 e neutralizá-las até 2060
Encontro expôs as atividades em desenvolvimento, que são voltadas ao monitoramento de resíduos, CAI Social e CAI Agroquímicos, e das iniciativas futuras, que englobam ações de combate à Covid-19, controle biológico de pragas e o sequestro de carbono na produção cafeeira
O governo japonês, por intermédio de seu Ministério de Saúde, Trabalho e Bem-Estar Social (MHLW), pôs em vigor, desde o dia 29 de maio deste ano, regulamento que dispõe sobre permissão e limitação de determinados resíduos químicos em -produtos alimentícios importados por aquele país.
Iniciativa foi realizada durante o 4º Congresso Nacional das Mulheres do Agronegócio
Em clima de pleno otimismo com o cenário futuro, os produtores de café têm aproveitado a alta histórica das cotações internacionais da commodity para quitar suas dívidas. A estratégia, incomum e até aqui inédita no setor, ajuda os cafeicultores a abrir novos limites de crédito bancário e a reduzir encargos financeiros dos empréstimos. O mais comum no segmento eram prorrogações e rolagens de dívidas somadas a novos pedidos de socorro e repactuação.
Nesse momento, de início de preparação do planejamento do próximo ano cafeeiro, mais importante do que combater os custos de produção é apreciar cuidadosamente a sinalização do cenário futuro para as cotações do produto. Efetuadas as devidas conversões, a saca de café seria negociada a R$ 322,64. Sob essas premissas, o cafeicultor deve decidir se é o momento de diminuir a tecnologia empregada ou intensificar o seu uso, pois é possível estimar a margem a ser capturada e se tal percentual é suficiente para auferir rentabilidade positiva à exploração.
Delegação brasileira que participa da 100ª Sessão do Conselho da Organização Internacional do Café (OIC), em Londres, recomendou ao Comitê de Estatística estudos da evolução e de perspectivas dos custos de produção de café dos principais países produtores. A evolução das cotações do petróleo no mercado internacional e dos agroquímicos, conseqüentemente, impactou a rentabilidade dos 45 países produtores de café que compõem a OIC.
Com relação às notícias divulgadas na imprensa sobre a possível importação de café conilon pelo sistema de <i>drawback</i>, o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Mapa, divulgou uma nota ontem esclarecendo a situação.
As novas e mais restritivas regras japonesas sobre a presença de resíduos de agroquímicos, podem prejudicar as exportações brasileiras de café. Hoje o Japão é o quarto maior mercado do café brasileiro, atrás de Alemanha, Estados Unidos e Itália, respondendo por 10% da receita cambial obtida pelo Brasil no ano passado com exportações de US$ 233 milhões.
O plano estratégico a ser adotado pela Organização Internacional do Café (OIC), ainda na vigência do Acordo Internacional do Café (AIC 2007), será discutido na 101ª Sessão do Conselho da Organização, que se realiza em Londres (Inglaterra), de segunda (22) a sexta-feira (26). O tema será repassado pelos comitês de estatística, promoção comercial e cooperação internacional.
Teve início, nesta segunda-feira (19/05) - e se prolonga até a próxima sexta-feira (23/05) -, a 100ª Sessão do Conselho Internacional do Café da OIC (Organização Internacional do Café), na sede da entidade, em Londres. O ponto de destaque deste primeiro dia foi o detalhamento dos procedimentos em relação ao novo AIC (Acordo Internacional do Café). Em relatório, entidade mostrou que Brasil foi o país mais prejudicado com a desvalorização cambial.
Padrões brasileiros de qualidade e identidade do café torrado e moído serão apresentados na 100ª sessão do conselho da Organização Internacional do Café, OIC, de 19 a 23 de maio, em Londres. O tema será tratado na palestra do diretor do Departamento do Café da Secretaria de Produção e Agroenergia do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Lucas Ferreira, que destacará as principais vantagens da normatização brasileira.
Manejo, mercado e novidades tecnológicas da lavoura do café serão discutidos no 12º Simpósio sobre Cafeicultura de Montanha do Leste de Minas e do Espírito Santo, de 12 a 14 deste mês, no Parque de Exposições da Ponte da Aldeia em Manhuaçu/MG. Paralelamente ao Simpósio, acontecerá agenda de relacionamento de negócios do Sebrae, rodada de negócios e roteiro turístico do café, com visitas às fazendas produtoras certificadas da região.
O Grupo de Trabalho do Endividamento da Cafeicultura, criado ao longo da reunião extraordinária do CDPC (Conselho Deliberativo da Política do Café), realizou sua primeira reunião na quarta-feira, dia 31 de outubro, na Secretaria de Produção e Agroenergia do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. Ao longo do encontro, os membros do GT foram unânimes em apontar a atual valorização do nosso câmbio como principal fator que vem prejudicando a geração de renda para os cafeicultores.
Reunião da Comissão Técnica de Cafeicultura da Federação da Agricultura do Paraná (Faep) discutiu a conjuntura, o mercado de café e os recursos do Fundo de Defesa da Economia Cafeeira (Funcafé). A CNA está pleiteando um aumento do limite de crédito para o custeio e colheita, alteração do prazo de reembolso das operações de estocagem e redução da taxa de juros dos atuais 9,5% para 7,5%.
A diferença de estimativas da safra de café do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) foi criticada na terça-feira pela vice-presidente de Secretaria da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), senadora Kátia Abreu (DEM-TO), em audiência pública na Comissão de Agricultura e Reforma Agrária (CRA) do Senado.
O Comitê Diretor de Planejamento Estratégico do Agronegócio do Café (CDPE/Café) discutiu ontem os critérios para alocação dentre as diversas linhas de crédito, que incluem colheita, estocagem, FAC e custeio, dos recursos para a próxima safra de café.