China deve se unir a grandes ligas na produção e no consumo de café
Consumo chinês de café está "crescendo a taxas de duplos dígitos e mostra poucos sinais de desaceleração".
27 resultados para "ligas"
Consumo chinês de café está "crescendo a taxas de duplos dígitos e mostra poucos sinais de desaceleração".
O forte declínio das cotações do café arábica que se iniciou entre setembro e outubro de 2011, alcançando a mais intensa depreciação em junho de 2012, quando as cotações se aproximaram dos R$365,00/sc. para cafés finos, deixou todos que de alguma forma participam desse mercado completamente atônitos. Creditar, exclusivamente, à crise financeira a baixa nas cotações não parece posicionamento acertado, tendo em conta que os reflexos sobre o consumo da bebida não foram na mesma intensidade com que atingiram outros itens de consumo. Ademais, não se percebe qualquer notícia de recomposição de estoques mesmo tendo em conta a safra de alta brasileira e a formidável safra vietnamita.
Desprovido da capacidade de gerar inovações tecnológicas no médio prazo que garantam ao arábica níveis de produtividade competitivos, o impacto sobre os mecanismos de formação das cotações, em parte derivados dos avanços tecnológicos do robusta, estão sendo e continuarão a ser desastrosos para o mercado dos cafeicultores de arábica.
A pouco menos de dois meses para que se inicie a nova colheita de café na região e após fazer uma avaliação do desempenho do setor por país, Honduras reiterou os bons números que levaram o país a se converter no maior exportador da América Central no período de 2010-2011.
O leitor do CaféPoint Carlos Eduardo Dionízio dos Santos (Corretor de café), de Varginha/MG, enviou um comentário ao artigo "<a href="http://www.cafepoint.com.br/?noticiaID=57971&actA=7&areaID=26&secaoID=47"><U>Drawback: Abic e Mapa querem aumentar exportações</U></A>". Acesse e leia a carta na íntegra.
Torcedores analisam melhor o desempenho de seus times do que analistas de mercado, que esquecem da inflação na interpretação da evolução de preços do grão
Participação do café Robusta na produção mundial passou de 25% em 1980 para cerca de 35% em 2005, excedeu 42% em 2020 e está caminhando para 45% ou mais
Tanto a Bolsa de Nova York quanto a de Londres operam com quedas técnicas nas principais referências
Estes números, aliados ao baixo preço oferecido aos cafeicultores, explicam a dificuldade dos compradores em adquirir lotes de café no volume que precisam
A manutenção da reserva do mercado brasileiro ao produto nacional torna-se mais anacrônica ainda diante do boom de importações de cápsulas que, recentemente, receberam tratamento tributário diferenciado. Por Celso Luis Rodrigues Vegro, engenheiro agrônomo e pesquisador científico do IEA
Na bolsa londrina, os contratos futuros de café robusta mudaram de patamar da curva futura, declinando na última. Por Celso Luis Rodrigues Vegro, engenheiro agrônomo e pesquisador científico do Instituto de Economia Agrícola.
Decisões produtivas são grandemente selecionadas pautando-se por variáveis econômicas, cujos pilares, ainda que vinculados a sistemas produtivos complexos, sustentam a impressão em que desponta o cenário de 'transição robusta' no Espírito Santo. No cenário global, a hipótese de passividade dos consumidores não revela o que de fato acontece nesse mercado e deveria ser descontinuada. Por Celso Vegro e Vera Francisco
Em novembro de 2013, manteve-se a tendência de alta nas cotações futuras de juros e de câmbio (dólar estadunidense) praticadas na BM&F-Bovespa. Tais macro-indicadores são permanentemente monitorados pelos investidores e fundamentais para a tomada de decisão para aplicação em commodities.
Estudos e evidências empíricas demonstram que a formação dos preços das commodities agrícolas exibe grande aderência às cotações desses ativos registradas nas transações que diariamente ocorrem em Bolsas de Futuros. Desse modo, acompanhar os negócios firmados com base nas cotações futuras empregadas na compra e venda dos títulos pode, desde que devidamente mediado por dados e informações de mercados conexos (moeda, juros, petróleo), oferece parâmetros relevantes para a tomada de decisão daqueles que operam nesses mercados, mais especificamente, em sua dimensão real (produzem o ativo, necessitam do suprimento).
No país das jabuticabas, ninguém presta atenção nas carambolas. Eis um caso perverso da burra unanimidade. A jabuticaba (árvore e fruto), cantadíssima em verso e prosa, alcançou notoriedade pelo exotismo, singularidade e exclusividade das terras tupiniquins. A carambola, embora reúna todas as características para ser ainda mais esquisita (fruto ovóide que em seção transversal tem formato de estrela), permanece relegada. Curiosamente, o contrário dessa evidência acontece quando consideramos o sentido figurado de "carambola": tramóia, trapaça, trambique... Nisso o Brasil é imbatível, pois somos, verdadeiramente, o país das interruptas carambolas públicas e privadas.
Qualquer um que se arrisque a analisar criteriosamente o mercado de café, com certeza observará que o segundo semestre de 2010 veio para demonstrar aspectos antes desconsiderados nas mais destacadas interpretações. Se é que as leis da economia não foram revogadas, a diminuição do consumo normalmente repercute em ajustes de preços para baixo. Que fatores econômicos ou não estariam por trás da escalada nos preços do café?
O mercado de arábicas finos estabelecido na Bolsa de Nova Iorque, constitui-se no grande formador de preços para todas as demais praças em que se negocia café em âmbito mundial. E o cafeicultor com isso? A abertura dessa possibilidade de entrega de café brasileiro na Bolsa de Nova Iorque confere ao produto do país e, consequentemente, aos seus cafeicultores a possibilidade de virem a participar do mercado de cafés finos.
O mercado de café vem buscando novos nichos em busca de maior agregação de valor ao produto. Contudo, independentemente do café produzido é importante que o produtor saiba os detalhes do seu café, para que assim possa segregar sua produção em lotes, entre cafés de maior qualidade, menor qualidade, certificados, etc., obtendo melhor remuneração para cada um dos lotes. Como você sabe qual a qualidade do seu café? O que pode fazer para agregar valor e conseguir bons preços?
A imprensa especializada em café noticiou o interesse dos administradores da Bolsa de Nova Iorque em aceitar a origem brasileira para as entregas dos Contratos C negociados por aquela praça. Como já é de amplo conhecimento, saudei essa notícia como a mais relevante para a corrente safra brasileira. Ademais, procurei suscitar as lideranças do agronegócio café em se empenhar por constituir imediatamente lobby, para junto à bolsa, fornecer as informações e estudos necessários e, paralelamente, se interpor a qualquer espécie de oposição que a iniciativa possa reunir. Cafeicultores, o mérito é todo de vocês, saúdem-se com retumbantes vivas!!!
O clima é uma preocupação para o setor cafeeiro em 2010. O excesso de chuvas no segundo semestre de 2009 comprometeu a formação dos brotos florais nos cafezais e o resultado foram floradas irregulares com baixo ´pegamento´ dos frutos. "A safra deste ano é cheia, mas pode não ser tão exuberante como se imaginava inicialmente", diz o especialista Celso Luis Vegro, do Instituto de Economia Agrícola (IEA), da Secretaria de Agricultura e Abastecimento de São Paulo.
Dentre os países produtores de café da América Central, Guatemala, Costa Rica e El Salvador são os que apresentam o foco de sua cafeicultura mais direcionado para a produção de cafés especiais. Apesar de juntos produzirem mais de 7 milhões de sacas, os três países optaram por enfrentar os efeitos da crise de preço do início desta década por meio da agregação de valor e têm focado principalmente nos nichos de mercado de cafés diferenciados.
A cafeicultura colombiana tem grande expressão e importante força política no país. O café é reconhecido como um símbolo nacional e conta com programas de divulgação internacional desde a década de 1960. A atividade recebe apoio governamental constante, por envolver diretamente mais de 550.000 famílias e também por ser uma alternativa reconhecida à produção de matéria-prima para drogas ilícitas - o que, inclusive, propicia tratamento preferencial às importações de café industrializado colombiano, tanto nos EUA como na UE.
Um dos aspectos mais particulares do mercado de café cru é a sua comercialização baseada na formação de lotes de sacos de 60 kg líquidos. Em se tratando do mercado <I>comoditizado</I>, procura-se formar lotes que contemplem o preenchimento de pelo menos um container - usualmente de 300 a 320 sacos.
De 1,5 a 2 milhões de pessoas estão direta ou indiretamente envolvidas com a cadeia produtiva do café no Peru. A maior parte do cultivo se dá nas chamadas zonas altas de selva, na encosta leste da cordilheira dos Andes, em altitudes entre 1.000 e 1.800 metros acima do nível do mar, propícias para a obtenção de cafés de boa qualidade. São basicamente três zonas produtoras, norte, sul e a chamada selva central.