A jornada de Nescafé, a sétima marca mais consumida do mundo, segundo a Kantar
Nescafé é a sétima marca mais consumida do mundo e a primeira dentro da categoria de cafés, segundo o relatório WorldPanel da Kantar
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Nescafé é a sétima marca mais consumida do mundo e a primeira dentro da categoria de cafés, segundo o relatório WorldPanel da Kantar
O café continua soberano nos lares, com os brasileiros aderindo aos poucos à moda de máquinas de uma única dose. Volume dessas máquinas nos lares do Brasil praticamente dobrou em 1 ano. Fora de casa, indústrias e cafeterias apostam em sofisticação, oferecendo grãos de maior valor agregado. "As lojas de café se reinventam, pois não há "cafeteria que sobreviva atualmente sem oferecer qualidade", comenta Nathan Herszkowicz, diretor executivo da entidade.
Em recente pesquisa da ABIC - Associação Brasileira da Indústria do Café, revelou-se o crescimento do consumo do café entre as classes D e E e também que a bebida está conquistando os jovens brasileiros.
Entre os dias 28 de novembro e 2 de dezembro, a Bahia será palco do 20° Encafé, um dos maiores eventos do setor do café realizados no Brasil. Programa inclui uma série de palestras, seminários, debates e workshops formativos, dedicados a assuntos de atualidade em relação à indústria de café, bem como um espaço dedicado à exposição de máquinas, equipamentos, produtos e serviços ligados ao setor.
O Cappuccino 3 corações, líder da categoria com mais de 55% de marketshare, completa 20 anos de mercado. Para celebrar as duas décadas e retribuir a preferência dos consumidores, a marca lança uma série de ações, entre elas, uma edição limitada de latas colecionáveis e dois concursos culturais. Um deles levará um consumidor para a Itália, país que deu origem ao cappuccino. A comemoração prevê ainda o lançamento de novos produtos até o final de 2012.
A Associação Brasileira da Indústria de Café divulgou na última sexta-feira (10/08) um levantamento intermediário que mostra que o consumo anual, até abril deste ano, encosta em 20 milhões de sacas. O levantamento considerou os doze meses compreendidos entre maio/2011 e abril/2012 e serve como indicador de tendências para o balanço total que é calculado no final de cada ano.
Após anos consecutivos de aumento no tamanho da cesta de compra da nova classe média brasileira, houve uma mudança no ritmo de consumo dessa população em 2011. Já foi constatada estagnação na demanda desse grupo, e até perda na quantidade de produtos comprados pelo consumidor das camadas emergentes nos primeiros meses do ano.
Os supermercados brasileiros tiveram no ano passado um crescimento real de 7,5% no faturamento, o maior desde 1990. Os setores que puxaram as altas foram os de bebidas, eletrônicos e perecíveis. A Apas atribui às classes D e E o aumento do consumo em 2010.
O consumo de produtos básicos passou longe do clima de crise e cresceu em 2009. Não só se expandiu como até se sofisticou, com a entrada na lista do brasileiro de mais itens na cesta básica e de produtos mais caros. Quem mais ajudou a acelerar o crescimento foram as classes D e E, que em relação a 2008 gastaram 21% mais entre a cesta de produtos básicos e não básicos.
As classes D e E foram as que mais ampliaram as quantidades de produtos comprados nos supermercados em 2011 ante 2010. O acréscimo foi de 1,3% em número de unidades, ante 1,2% da classe C e 1% das classes A e B, revela a pesquisa da Kantar Worldpanel. "O consumo das classes D e E, a base da pirâmide social que agora é um retângulo, foi o que mais cresceu em 2011", disse o presidente da Associação Paulista de Supermercados (Apas), João Galassi.
Encontro organizado pela Associação Brasileira da Indústria de Café (ABIC), com patrocínio do Sebrae, acontece de 23 a 27 de novembro, na Barra da Tijuca
Encontro é organizado pelo Centro do Comércio de Café de Vitória (CCCV) e será realizado nos dias 28 e 29 de setembro, na capital capixaba
O Podcast "Proteja seu Cultivo" foi criado para discutir temas de manejo no campo com a participação de especialistas do setor
Vários motivos ajudaram na ascensão da bebida no país, dentre eles a chegada de novas redes de cafeterias com ambientes convidativos
O consumo interno de café no Brasil em 2013 registrou uma retração de - 1,23%, totalizando 20,08 milhões de sacas, contra 20,33 milhões de sacas em 2012. O consumo per capita resultou em 4,87 kg café torrado/habitante.ano, (6,09 kg café verde/habitante.ano), em comparação com os 4,98 kg café torrado/habitante.ano em 2012.
De acordo com o estudo "Indicadores da Indústria de Café no Brasil - Desempenho da Produção e Consumo Interno - 2011", realizado pela área de Pesquisa e Informações da ABIC - Associação Brasileira da Indústria de Café, o mercado interno de café continuou crescendo em 2011. A entidade registrou o consumo de 19,72 milhões de sacas, o que representou um acréscimo de 3,11%.
A Nestlé fornece mudas de grãos de qualidade a produtores na América Cenrral e agora na África.A Mondelez, segunda maior fabricante de café do mundo, inaugurou um centro de treinamento para produtores no Vietnã, enquanto a D.E. Master Blenders 1753, a terceira líder mundial, passou a oferecer crédito e fertilizantes para cafeicultores de Honduras. Por trás dessa corrida está a urgência de obter os grãos de qualidade necessários para as cada vez mais populares máquinas de doses individuais.
Setor produtivo aguarda posicionamento do governo a respeito de proposta para mitigar a queda nos preços do café. No mercado, notou-se muita volatilidade e realizações de lucro devolveram os ganhos na última 6ª-feira. Cooxupé prevê quebra significativa de safra e cadeia industrial do café tem seu grande encontro anual. Confira
O Café do Centro - maior torrefadora brasileira de grãos gourmet e especiais do país - deve encerrar 2011 com uma alta de 30% nas vendas de café gourmet e 20% de aumento no faturamento da empresa. A torrefadora que atua no fornecimento de grãos gourmet e especiais para cafeterias, bares, restaurantes e hotéis, possui 3,6 mil pontos de venda no país e em 2012 deve alcançar 4 mil clientes ainda no primeiro semestre.
As duas maiores concorrentes do mercado de moagem e torrefação buscam adquirir empresas de médio porte; novo alvo é a sergipana Maratá, vice-líder do mercado nordestino. A consolidação do mercado brasileiro de café torrado e moído ainda está longe de acabar. Nos últimos anos, a americana Sara Lee e o grupo brasileiro-israelense 3Corações incorporaram inúmeras marcas e empresas tradicionais, a exemplo da paranaense Damasco, comprada em novembro pela americana e a mineira Fino Grão, arrematada em março pela 3Corações.
Pela primeira vez neste ano, a massa de renda das famílias da classe D vai ultrapassar a da classe B, apontam cálculos do instituto de pesquisas Data Popular. Em 2010, as famílias com ganho mensal entre R$ 511 e R$ 1.530 têm para gastar com produtos e serviços R$ 381,2 bilhões ou 28% da massa total de rendimentos de R$ 1,380 trilhão. Enquanto isso, a classe B vai ter R$ 329,5 bilhões (24%). A classe B tem renda entre R$ 5.101 e R$ 10.200.
Durante décadas, o grupo potiguar responsável pelo beneficiamento, industrialização e comercialização de seis marcas de café no País atendeu pelo nome de Santa Clara. A aquisição da mineira 3 Corações, em 2005, mudou a trajetória da empresa. O café 3 Corações cresceu tanto e ficou tão conhecido que o conglomerado decidiu adotá-lo como marca institucional.