Preços mínimos de café no Brasil são reajustados
O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) publicou, no Diário Oficial da União, os novos preços mínimos para o café na safra 2017.
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O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) publicou, no Diário Oficial da União, os novos preços mínimos para o café na safra 2017.
Mais de 600 amostras de café foram encaminhadas para a comissão julgadora.
Confira comunicado do deputado federal e presidente executivo do Conselho Nacional do Café, Silas Brasileiro, divulgado nesta quarta-feira (29/05). "O CNC há tempos, alerta que os agentes vem desconsiderando os fatores fundamentais do mercado cafeeiro. Esse posicionamento, agora, encontra guarida do diretor-executivo da Organização Internacional do Café (OIC), Robério Silva.
Está cada vez mais difícil justificar a indicação de novos plantios com a cultivar de café catuaí, especialmente nas condições da cafeicultura de montanha
Às 23h59min horas do dia 30 do mês de abril expira o prazo para os produtores rurais apresentarem a Declaração do Imposto de Renda Pessoa Física do ano 2010, ano base 2009. O imposto de renda se faz durante o exercício e não em abril no ato de apresentar a declaração. Qualquer estruturação tributária, por mais simples que seja, deve ser feita de forma planejada. Como exemplo citamos a venda antecipada ou postergada de soja, milho, arroz ou gado, na qual pode ser uma ótima estratégia para reduzir o valor do Imposto de Renda. Buscando auxiliar e alertar os produtores rurais na elaboração da Declaração do Imposto de Renda da Pessoa Física de 2010/2009 - DIRPF é que enumeramos abaixo onze questões importantes que devem ser observadas na hora do preenchimento das informações a Receita Federal do Brasil.
Confira o pronunciamento de Eduardo Carvalhaes Júnior, coordenador do 8º Prêmio de Qualidade de Café do Estado de São Paulo, sobre o sucesso do concurso paulista. Em minha opinião nosso concurso é um sucesso em todos os sentidos. "Unimos todas as entidades de peso do agronegócio no trabalho de incentivar a produção de café de qualidade no Estado de São Paulo", diz ele.
Os cafeicultores de Arábica precisam parar imediatamente este "caminhão desgovernado", na contramão. Não há raciocínio lógico, ciência ou matemática que justifique tanta insensatez. A atividade está em processo de falência por única e exclusiva culpa e responsabilidade de seus dirigentes, tendo por aval os cafeicultores.
Está clara a forte desaceleração da economia brasileira, ficando mais provável que, tanto em 2011 como em 2012, o crescimento do PIB fique até abaixo de 3%, com influência negativa do setor industrial e, mais recentemente, do de serviços. O desemprego, depois de um longo tempo, volta a preocupar, aumentando o custo social de trazer a inflação para próximo da meta.
As seguidas altas registradas pelo café no mercado internacional e a valorização que o produto brasileiro vem alcançando nos últimos meses fez com que o país registrasse no mês passado um novo recorde. A receita com as exportações do Brasil somaram US$ 6,37 bilhões no acumulado em 12 meses até março. O desempenho é 44,8% superior ao registrado no mesmo período do ano passado, quando as vendas em 12 meses até março foram de US$ 4,39 bilhões.
As cotações do arábica seguem em movimento de queda, registrando fortes desvalorizações nesta segunda-feira (04) tanto nas bolsas de futuros como no mercado interno. Em Nova York, o primeiro vencimento dezembro/10, teve queda de 860 pontos, fechando a 172,50 centavos de dólar por libra-peso. A recente desvalorização é atribuída à melhora nas condições climáticas no Brasil. No mercado físico, a saca de 60 quilos do café arábica foi cotada a R$ 309,39, com desvalorização de R$ 10,91 (Cepea/Esalq). Segundo Edson Koshiba, da Pleno Corretora, a queda nas cotações de NY deixou o mercado com poucos negócios.
Os preços do café arábica encerraram essa segunda-feira (02) em queda nos mercados futuros e físico, pressionados por realizações de lucros sobre os ganhos da sexta-feira (30), quando os preços atingiram o maior nível em 12 anos. Em Nova York, o primeiro vencimento, setembro/10, teve queda de 380 pontos, fechando a 172,50 centavos de dólar por libra-peso. No mercado físico, a saca de 60 quilos do café arábica foi cotada a R$ 307,62, com desvalorização de 3,08%, segundo o indicador Cepea/Esalq.
Começam esta semana dois eventos de capacitação de pesquisadores e analistas da Embrapa Café (Brasília-DF) e do Consórcio Pesquisa Café. O primeiro, "Diligência de Inovação: Metodologia para Análise e Avaliação de Tecnologias", realizado dias 13 e 14 de julho, vai dar uma visão mercadológica aos participantes. O segundo, "Avaliação de impactos sócio-econômico-ambientais de inovações tecnológicas", dias 15 e 16 de julho, vai ter como foco a identificação dos impactos das tecnologias geradas pela Unidade e instituições consorciadas. Ambos os eventos serão realizados em Campinas, SP, na Embrapa Informática Agropecuária.
O dólar subiu pela sétima sessão consecutiva nesta quarta-feira (27), impulsionado pela saída de investidores estrangeiros do país, e fechou no maior patamar desde o início de setembro, a R$ 1,859. A valorização da moeda norte-americana em janeiro, com 15 altas em 18 sessões, já supera 6,7%. Ontem, a variação foi de 1,25%.
O governo está prestes a anunciar uma série de medidas de apoio à cafeicultura, incluindo uma nova linha de crédito de R$ 100 milhões com recursos do Funcafé para as cooperativas reestruturarem dívidas; outra linha de mais R$ 100 milhões para permitir renegociação de operações com Cédulas do Produto Rural (CPRs) e a aquisição de sete milhões de sacas de café.
Ampliação do volume de crédito oficial para R$ 120 bilhões para a próxima safra, redução das taxas de juros dos financiamentos de 6,75% para 5%, criação do Fundo de Compensação de Riscos do Setor Agropecuário para minimizar os riscos de inadimplência das operações de crédito rural e facilitar o acesso ao crédito, além de medidas complementares para reduzir os efeitos da crise financeira mundial no setor agropecuário, são algumas das propostas da CNA e OCB para o Plano Agrícola e Pecuário 2009/2010.
Em visita ao Brasil, o presidente da torrefadora italiana illycaffè afirma que a alta no preço do café é fruto de especulação, que a perda na produção de café este ano não será grande e projeta uma safra mais forte em 2026
Se não dá para mexer nos elevados custos de produção, o cafeicultor de montanha tem que investir em qualidade para aumentar os preços, e até mesmo justificar um custo tão elevado de produção. Certificação da propriedade pode ser uma caminho se o produtor também conseguir vender sua bica corrida diretamente ao consumidor final. Associar-se é outra opção, continuar produzindo caro e vendendo barato é que não dá.
"A partir de 2024, é possível que tenhamos oferta maior, mas no horizonte de 18 meses não se vislumbra mudança no cenário de aperto", disse Pavel Cardoso
Bruno Varella avalia como as tecnologias disruptivas são cada vez mais importantes para explicar tendências na agricultura
Pesquisa Cafeeira da Safra 2020/2021 contou com a resposta de produtores de todo o Brasil e a diminuição da mão de obra na colheita em grandes propriedades
Bruno Varella faz uma análise sobre os últimos comentários do governo brasileiro em relação a China
Bruno Varella analisa como será o cenário pós-pandemia
Celso Vegro analisa o comportamento do mercado com o efeito coronavírus
Às 8h50, março/2020 tinha queda de 40 pontos, cotado a 104,05 cents/lbp