Colheita de café arábica na região da Alta Mogiana chega a 15%
A expectativa de produção está em 1,6 milhão de sacas, ante 2,83 milhões de sacas de 2016.
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A expectativa de produção está em 1,6 milhão de sacas, ante 2,83 milhões de sacas de 2016.
O objetivo é proteger as lavouras nacionais de pragas detectadas no país asiático.
Os viveiros nas lavouras podem ser rústicos, empregando materiais da própria propriedade
Maior exposição de maquinários e insumos para a cafeicultura será aberta ao público no dia 12 de junho "A realização da Expocafé justifica uma premissa básica da Epamig que foca a pesquisa aplicada, baseada em sustentabilidade, emprego e distribuição de renda. Além disso, a empresa se alinha às diretrizes do Governo de Minas, que está, cada vez mais, potencializando o agronegócio do café", destaca presidente da Epamig.
O aumento do consumo de café por nações em desenvolvimento ocupa o espaço deixado pela queda da demanda da Europa, em crise. A diferença atual de 40% nas cotações do arábica ante o robusta justifica a mudança no retorno às compras do primeiro,de acordo com traders.
O forte declínio das cotações do café arábica que se iniciou entre setembro e outubro de 2011, alcançando a mais intensa depreciação em junho de 2012, quando as cotações se aproximaram dos R$365,00/sc. para cafés finos, deixou todos que de alguma forma participam desse mercado completamente atônitos. Creditar, exclusivamente, à crise financeira a baixa nas cotações não parece posicionamento acertado, tendo em conta que os reflexos sobre o consumo da bebida não foram na mesma intensidade com que atingiram outros itens de consumo. Ademais, não se percebe qualquer notícia de recomposição de estoques mesmo tendo em conta a safra de alta brasileira e a formidável safra vietnamita.
Setor mantém ritmo de crescimento.
O Painel "Perspectivas do mercado de café", que integrou a programação do 12º Seminário Perspectivas para o Agribusiness 2013 e 2014, realizado pela BM&FBOVESPA nesta terça-feira (28/05), debateu o setor cafeeiro como um todo, com destaque para os preços da saca e o crescente aumento do consumo da bebida nos mercados interno e externos.
Sem reajuste há três anos, a revisão do preço mínimo do café é defendida pelos produtores como uma forma de garantir renda. A aprovação do reajuste do preço mínimo pelo CMN, prometida para a semana passada, não se confirmou, aumentando a frustração do setor. O Ministério da Agricultura afirma que o reajuste sairá no final de abril, acompanhado de outras medidas, que ajudem no escoamento da produção.
Apesar de redução na frequência de consumidores em suas lojas no país, a rede de cafeteria norte americana afirma que rumores de saturação de suas lojas se justificariam devido ao anúncio do plano para a abertura de 3 mil novas unidades nas Américas até 2017, sendo que mais da metade desse total será somente nos EUA, onde a rede já conta com 7 mil estabelecimentos.
Embora este ano safra seja de alta produção no ciclo bienal que caracteriza a produção dos arábicas no Brasil, o diretor-executivo da OIC anotou que é provável que a produção em diversos países produtores seja afetada por problemas climáticos. "Com exceção de Honduras e da Nicarágua, os países da região México/América Central ainda estão enfrentando problemas climáticos que, combinados com altos custos de produção, poderão tornar menos prováveis os aumentos de produção", justifica.
O mercado físico brasileiro de café vem mantendo um ritmo lento na comercialização nos últimos meses. O produtor mostra-se melhor capitalizado com as cotações mais altas no mercado internacional na temporada, além dos financiamentos governamentais. Assim, restringe os negócios e aparece mais para a comercialização apenas quando as cotações saltam na Bolsa de Nova York, refletindo-se internamente nos preços dos grãos.
A balança comercial do agronegócio brasileiro registrou superávit de US$ 34,7 bilhões no primeiro semestre, crescimento de 20,5% ante o mesmo período de 2010, quando o total foi de US$ 28,8 bilhões, informa o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa). As exportações totalizaram US$ 43,1 bilhões, aumento de 23,4% no período, e as importações cresceram 36,8%, para US$ 8,3 bilhões.
Depois de recuar várias vezes no último mês, o preço do café disparou ontem (05) na Bolsa de Nova York. As cotações vinham cedendo lentamente desde o dia 10 de março, após atingirem o maior nível em mais de 30 anos. Entretanto, ontem os investidores acharam que os preços haviam recuado o suficiente para que voltassem a comprar, puxando-os novamente para cima.
Estudo realizado pelo Centro de Energia Nuclear na Agricultura da Universidade de São Paulo (Cena/USP) indica que os cafezais do Brasil têm um baixo grau de emissão de gases de efeito estufa (GEE). De acordo com Carlos Clemente Cerri, pesquisador do Cena responsável pelo estudo, apesar de o nível de emissões da cafeicultura ser baixo, ele disse ser possível reduzir os volumes para patamares ainda menores e até mesmo neutralizar as emissões.
O ritmo de atividade da economia brasileira desacelerou, mas o tamanho da inflexão é incerto. Entre os indicadores de atividade já conhecidos há altos e baixos - na comparação entre janeiro e dezembro com ajuste sazonal caiu a fabricação de automóveis, a expedição de papelão ondulado e a movimentação de cargas nas estradas, mas cresceu a produção de aço, as encomendas de calçados e o emprego. Grande parte dos economistas que acompanham o ritmo de atividade está convencida que a desaceleração já está forte.
Levantamento realizado pelo Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) mostra que os defensivos agrícolas usados no Brasil ainda são, no mínimo, perigosos. Apesar de todos os produtos terem algum tipo de perigo, todos estavam legalmente registrados e passaram pela análise de três ministérios - Agricultura, Saúde e Meio Ambiente - antes de serem liberados para comercialização.
Está em análise na Câmara o Projeto de Lei 8047/10, do Senado, que regulamenta a profissão de barista. A proposta define barista como profissional responsável pela impressão da arte no preparo artesanal de cafés de alta qualidade. Para exercer a atividade, será necessário comprovar habilitação em cursos oficiais ou reconhecidos e ministrados por instituições públicas ou privadas, nacionais ou estrangeiras - desde que o certificado seja revalidado no Brasil.
Nesta quarta-feira (10), a Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural (CAPADR) da Câmara Federal aprovou o requerimento 585/2010, de autoria do deputado Carlos Melles, presidente da Frente Parlamentar do Café, o qual solicita que seja realizada audiência pública conjunta com a Comissão de Relações Exteriores e de Defesa Nacional para debater o texto do Acordo Internacional do Café de 2007, assinado no Brasil em 19 de maio de 2008.
Tradicionalmente conhecida pela excelência na formação de técnicos agrícolas, a antiga Escola Agrotécnica de Machado, hoje Instituto Federal do Sul de Minas (IF - Sul de Minas), investe na formação de profissionais que atendam às demandas do mercado. Pensando em profissionalizar o setor de venda de café e valorizar a imagem do café de qualidade mineiro, o Instituto colocou em prática o projeto Cafeteria Escola, coordenado pelo professor e coordenador do Curso Superior de Tecnologia em Cafeicultura, Leandro Carlos Paiva.
A colheita de café conillon no Espírito Santo da safra 2010 está em torno de 30% do total. Os trabalhos agora estão evoluindo melhor, já que os produtores esperaram as lavouras terem uma granação mais parelha. Entretanto, a falta de chuvas de 100 dias, com dezembro, janeiro e fevereiro tendo sido de estiagem, deve causar uma quebra significativa na safra do conillon capixaba.
Para comemorar o Dia Nacional do Café, celebrado ontem (24), o Governo do Estado iniciou um amplo trabalho para oferecer aos produtores rurais, que investem na atividade cafeeira, as condições necessárias para melhorar a qualidade da produção. Trata-se do lançamento da Campanha de Qualidade do Café Arábica das Montanhas do Espírito Santo.
Os preços do café arábica encerraram essa quinta-feira (06) em queda nos mercados futuro e físico. Em Nova York, todos os vencimentos tiveram queda de 410 pontos. A forte alta do dólar, em razão do interesse de compra pela moeda norte americana motivou as quedas no mercado internacional nesta quinta-feira (06), juntamente com a redução de negócios no mercado de commoditie.
Apesar de o Brasil ter ampliado de 30% para 32% sua participação no comércio internacional de café no ano passado, os exportadores querem mais. A Associação Brasileira de Cafés Especiais (BSCA, na sigla em inglês) e a Agência de Promoção das Exportações (Apex) preparam uma ofensiva para elevar ainda mais a presença do produto nacional, principalmente o gourmet, em mercados que importaram menos em 2009 ou que tenham grande potencial de crescimento.