Oeste da Bahia recebe selo de Indicação de Procedência
Versão atualizada foi divulgada pelo IBGE. Derivados de Jabuticaba de Sabará (MG) e cacau de Tomé-Açu (PA) também contam com a IP. A banana de Corupá (SC) recebeu selo de Denominação de Origem
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Versão atualizada foi divulgada pelo IBGE. Derivados de Jabuticaba de Sabará (MG) e cacau de Tomé-Açu (PA) também contam com a IP. A banana de Corupá (SC) recebeu selo de Denominação de Origem
No país das jabuticabas, ninguém presta atenção nas carambolas. Eis um caso perverso da burra unanimidade. A jabuticaba (árvore e fruto), cantadíssima em verso e prosa, alcançou notoriedade pelo exotismo, singularidade e exclusividade das terras tupiniquins. A carambola, embora reúna todas as características para ser ainda mais esquisita (fruto ovóide que em seção transversal tem formato de estrela), permanece relegada. Curiosamente, o contrário dessa evidência acontece quando consideramos o sentido figurado de "carambola": tramóia, trapaça, trambique... Nisso o Brasil é imbatível, pois somos, verdadeiramente, o país das interruptas carambolas públicas e privadas.
Funcionam no Brasil, estranhamente, dois Ministérios da Agricultura. Um se dedica ao agronegócio e o outro, ao produtor familiar. Uma invencionice política difícil de entender. Parece jabuticaba, só existe aqui. Uma safra, dois planos. Em Ribeirão Preto (SP), o governo anunciou as regras do financiamento da safra para a agricultura chamada empresarial. Semanas depois, foi a vez do plano da agricultura dita familiar, lançado em Francisco Beltrão (PR). Uma agricultura, dois discursos. No palanque paulista, as lideranças ruralistas aplaudiam Wagner Rossi, ministro da Agricultura e Abastecimento. No Paraná, os camponeses reverenciavam Afonso Florense, ministro do Desenvolvimento Agrário. Presente em ambos os eventos, a presidente Dilma Rousseff seguiu o roteiro lulista, naquele estilo ambíguo que agrada a gregos e troianos.
Cooperativa de Patrocínio (MG), da qual o Guima Café faz parte, busca promover os cafés especiais cultivados na Região do Cerrado Mineiro
Pouca gente repara, mas as hastes que formam o tronco de cafeeiros também são capazes de dar frutos
Tecnologias de produção sustentável transformam indígenas em produtores de Robustas Amazônicos especiais
Valor é o maior já pago por um café campeão das seis edições de premiação
Qualidade acima da média levou a valores arrecadados na venda dos lotes ultrapassarem a casa de R$1 milhão.
Especialistas chegaram a conclusão de que a sombra pode ser uma aliada dos cafeicultores. Entre os benefícios está a maturação mais lenta, que dá mais sabor ao café. A técnica também garante a média de produção de um ano para outro, mas a maior vantagem está na proteção que as árvores oferecem aos cafezais, principalmente nas regiões de temperaturas desfavoráveis.
Observar a variação da temperatura ao longo da torra do café é muito importante, pois diversos compostos podem ser formados a partir da decomposição de outros. O ácido cítrico, por exemplo, é o principal ácido presente nos Cafés do Brasil. Se a torra do café permanecer por muito tempo em temperaturas acima desta, haverá, então, sensível diminuição da acidez na bebida.