Grandes empresas investem cada vez mais no mercado de cafés premium
Segundo analista da Euromonitor, quem não faz aquisições corre o risco de ficar pra trás.
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Segundo analista da Euromonitor, quem não faz aquisições corre o risco de ficar pra trás.
Inédito no País, o Re:Verb, simpósio de cafés especiais da World Coffee Events (WCE), da SCAA e da SCAE acontece neste mês.
A marca está buscando uma mudança no consumo dos Estados Unidos para café de maior qualidade e bebidas à base de espresso.
Em mercados desenvolvidos como Estados Unidos, Japão e União Europeia (UE), a demanda de café gourmet tem crescido significativamente, alcançando um preços no varejo superiores em até 200% ao preço do café convencional. O setor cafeeiro do Peru está atento tem investido em promoção de seus cafés gourmets em eventos como o SCAA.
Torrefadores negociam os melhores produtos diretamente com a fazenda, e pagam mais por eles, no modelo Direct Trade.
Todo o esforço para produzir o melhor café do mundo, que inclui investir numa boa semente, bom terroir e bom manejo, acaba concentrado em poucos pés de café, que rendem sacas contadas. São elas que, ao serem garimpadas por compradores exigentes, receberão um perfil de torra minucioso e um preparo irrepreensível. Esse microlote de café que chega ao consumidor, raro e limitado, é produzido em um ou poucos talhões de uma fazenda e, por sua exclusividade, é muito valorizado.
O país tem um dos maiores e mais vibrantes mercados de cafeterias focadas em qualidade do mundo. Mas o que está por trás dessa obsessão da nação do Leste Asiático, e quanto tempo os operadores podem sustentar esse crescimento estratosférico?
Assunto foi debatido no painel "O que impactou a pandemia no consumo de café - Mudanças de comportamento", durante a Semana Internacional do Café
Saiba sobre a grade de programação do espaço, que será transmitida no evento presencial e virtual no dia 10 de novembro
Marcado para 3 de junho, o evento contou com 25 cafés colombianos vencedores, cada um marcando mais de 87 pontos
Metade do lote foi comprado pela japonesa Maruyama Coffee Co e seu grupo de compras, composto por Saza Coffee, Cometeer, Goodboybob Coffee, Difference Coffee e Harrods. A outra metade do lote foi comprada pela Sarutahiko Coffee Inc do Japão
O líquido extraído do grão de café tem um sabor cheio de personalidade. Nas cafeterias gourmet, que cresceram em ritmo acelerado no Brasil nos últimos anos, os baristas esmeram-se para conseguir o equilíbrio perfeito entre dose, temperatura da água, tempo de extração da bebida, pressão, distribuição no porta-filtro (onde o pó é colocado, antes de ir para a máquina de espresso)... são muitos os detalhes que devem ser levados em conta.
De Madagáscar à Costa Rica, agricultores, cientistas e multinacionais estão se apressando para oferecer um produto raro: um grão de café de primeira qualidade com níveis naturalmente baixos de cafeína.
O 9º Concurso de Qualidade Cafés do Brasil entra esta semana em sua última etapa: a do Júri Internacional, que irá avaliar até dia 14, sexta-feira, as 43 amostras classificadas pelo Júri Nacional.
O café peruano quer estar entre os gourmets de sua classe, já que o café de melhor qualidade tem melhor preço - até US$ 2.600 por sacas de 60 quilos. O Peru quer conseguir a fama do café de Costa Rica, Colômbia ou Etiópia, já que está entre os maiores produtores de café orgânico.
"Comércio direto" é o nome mais popular para o estilo de negócio praticado por essas companhias de café. Significa, simplesmente, que as torrefadoras compram o café diretamente das fazendas e cooperativas que os cultivam.