Juan Valdez se associa a MasterCard para pagamentos e pedidos móveis
A marca de café premium da Colômbia continua desenvolvendo sua estratégia digital, desta vez, em aliança com a líder em tecnologia da indústria de pagamentos.
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A marca de café premium da Colômbia continua desenvolvendo sua estratégia digital, desta vez, em aliança com a líder em tecnologia da indústria de pagamentos.
Abalado com a crise econômica global, o setor de café vive um instante de pausa. Não há queda no consumo, mas uma perda de ritmo de crescimento e uma transferência de consumidores das cafeterias especiais para os próprios lares, onde o gasto é menor. Essa regra não vale para todos. A maior transferência ocorre nos países ricos, os mais afetados pela crise e onde houve maior perda de renda.
Luiz Eduardo de Paula (Batata) é sócio e diretor de agribusiness da corretora H. Commcor. Batata esteve presente no Seminário Internacional de Café de Santos, nos dias 18 e 19 de maio, onde concedeu entrevista ao CaféPoint e falou sobre a atual situação do mercado de café e sua opinião sobre a entrega de cafés brasileiros na bolsa de Nova York. Acesse e confira!
Análises ceteris paribus são comuns na política, prejudicando nossa capacidade de compreender os desdobramentos de eventos disruptivos
Escassez dos recursos naturais, mudanças climáticas e sustentabilidade, é tema da reflexão de Bruno Varella
Localizada em Vitória da Conquista, na Bahia, a região é reconhecida pelo café commodity e conta com produtores que buscam investir no especial e ganhar notoriedade no mercado
Objetivo é incentivar a cooperação entre os dois países, melhoria da cooperação técnica entre cientistas e instituições de pesquisa, desenvolvimento agrícola, entre outros
Os dados foram divulgados pela Coffee Network e segundo eles, o Brasil chegará a 60 milhões de sacas
Tecnologias do Consórcio Pesquisa Café, coordenado pela Embrapa Café, fornecem a base para a certificação sustentável da atividade cafeeira.
O consumo de café para o varejo deve subir entre 3% a 4% em 2014, retomando a média histórica dos últimos dois quando o aumento girou entre 3% a 5%, afirmou o direto-executivo da Abic (Associação Brasileira da Indústria do Café), Nathan Herszkowicz, em entrevista coletiva realizada nesta quinta-feira (10) em São Paulo.
Sim, o café é igual, é diferente e ambas as tendências determinam o funcionamento dos mecanismos que pautam a formação de seus preços. Café é igual na medida em que participa da ascensão das cotações<sup>1</sup>observada para todas as commodities metálicas, agrícolas e para o petróleo. Mas em que então o café mostra-se singularmente diferente? De início de conversa, não há apenas uma espécie de café de dentro delas grande diversidade de tipos.
Em artigo publicado recentemente na Folha de São Paulo, Marcelo Vieira e Luiz Suplicy Hafers argumentam que estamos assistindo ao fim de um ciclo. Mais especificamente, ponderam os autores que a cafeicultura, o principal motor da economia brasileira durante décadas, vem sucumbindo frente a mudanças estruturais aqui ocorridas, que encarecem a mão-de-obra e tornam difícil a competição no mercado internacional. O resultado: endividamento crescente do setor.
Desprovido da capacidade de gerar inovações tecnológicas no médio prazo que garantam ao arábica níveis de produtividade competitivos, o impacto sobre os mecanismos de formação das cotações, em parte derivados dos avanços tecnológicos do robusta, estão sendo e continuarão a ser desastrosos para o mercado dos cafeicultores de arábica.
O tema da sustentabilidade é hoje uma questão "sine qua non" no negócio dos alimentos, fibras, bebidas, energia e demais derivados das matérias primas vegetais e animais - o agronegócio. Nessa ambientação de globalização, a "agriwar" representa a guerra comercial, das percepções, da distribuição e da origem das matérias primas, entre os diferentes interesses competitivos no mundo.
Observar a variação da temperatura ao longo da torra do café é muito importante, pois diversos compostos podem ser formados a partir da decomposição de outros. O ácido cítrico, por exemplo, é o principal ácido presente nos Cafés do Brasil. Se a torra do café permanecer por muito tempo em temperaturas acima desta, haverá, então, sensível diminuição da acidez na bebida.
Combinado às sensações prazerosas ao ser consumido e a seu efeito estimulante, aliadas ainda ao ritual específico da preparação (quando há um barista capacitado para esse fim), o café propicia momentos de sociabilidade e de pausa durante a jornada de trabalho. E, particularmente no caso dos moradores dos grandes centros urbanos, traz alívio frente aos penosos deslocamentos em âmbito de suas cidades.
Alcides Carvalho dedicou 52 anos de sua carreira de Engenheiro Agrônomo ao estudo da genética e do melhoramento do cafeeiro, cujos resultados estão espalhados em variedades que ocupam 90% das lavouras nacionais e das principais regiões produtoras do mundo.
Este foco da qualidade é hoje o assunto do momento, a inserção no seguimento de cafés especiais deixa cada vez mais de ser um diferencial, para se tornar obrigação. Do modo como isto está se proliferando, acho que logo teremos que fazer concurso de qualidade da qualidade. Acho que nós, pequenos produtores (a grande maioria neste país), estamos sendo levados por uma onda onde os maiores interessados nisto talvez não sejamos nós.
A proposta da indústria é a adoção imediata do sistema de "<i>drawback</i> ", permitindo à indústria a importação de cafés para processamento e posterior exportação.
Mais de 1000 pessoas, líderes de todas as áreas da nação, se fizeram presentes pontualmente e emocionadas dando o novo grito da independência: Todos Pela Educação! O lançamento do Compromisso Todos Pela Educação foi feito no dia 6/9, no Museu do Ipiranga, em São Paulo.<br>