Consumo de café rompe recorde histórico em 2015 na Colômbia
O país, no ano passado, teve um crescimento histórico de 3,1% em volume do consumo, liderado pelas marcas premium.
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O país, no ano passado, teve um crescimento histórico de 3,1% em volume do consumo, liderado pelas marcas premium.
A somatória de todas as incertezas relacionadas determina, no mercado de commodities, prevalência de viés baixista. Por Celso Luis Rodrigues Vegro, Eng. Agr., M.S., Pesquisador Científico do IEA; e Paulo Sérgio Caldeira Franco, Analista de Sistemas, agente de Apoio à Pesquisa Científica e Tecnológica do IEA .
Não é novidade que o mercado internacional está de olho no Brasil, mas a A.T. Kearney divulgou ontem (6) mais um motivo para chamar a atenção dos empresários. O Brasil saltou, neste ano, para o primeiro lugar no ranking da consultoria americana que classifica a atratividade das nações emergentes, visando a expansão do varejo.
O Instituto de Manejo e Certificação Florestal e Agrícola - Imaflora participa no dia 7 de outubro, das 12h30 às 14h30, do workshop que vai discutir a certificação agrícola, com base na experiência de fazendas produtoras café, durante o 6º Espaço Café.
Vivemos hoje um cenário de expansão das relações comerciais com todo o mundo e para que os produtos nacionais possam ter poder de competição nesse mercado globalizado é preciso que o país tenha uma política para mercado externo bem desenvolvida, para defender seus interesses nas discussões sobre as regras no mercado internacional. Hoje é mais fácil mensurar as barreiras tarifárias impostas aos produtos brasileiros, mas o mesmo não pode ser dito sobre os vários tipos de barreiras não tarifarias como: restrições ambientais, sociais, sanitárias e padrões de qualidade.
Os colombianos tomaram 1,35 bilhão de xícaras de café em 2013. Do total, 33% preferem o café puro, frente a 14% que preferem cappuccino, de acordo com um estudo da firma Retail Index da Nielsen. Enquanto 13% escolheu o café com leite como bebida preferida, 13% escolheram o café gelado e 10% sorvetes de café, sendo que a mesma porcentagem decidiu-se pelos expressos.
O consumo de café na Colômbia não para de crescer. Segundo o Estudo Retail Index de Café do Nielsen, a macro categoria de café cresceu em 2,1% em volumes vendidos ao fechamento de 2013. Isso leva a um aumento pelo terceiro ano consecutivo, dado que não se obteve nos últimos 20 anos.
Objetivo é criar métricas de georreferenciamento e índices locais para entender a realidade de cada região, sendo possível criar políticas públicas
Marcelo Fraga, que atua no mercado de commodities agrícolas, aponta expectativa para a próxima safra cafeeira
Fundamentos continuam positivos e deverão continuar dando sustentação aos preços durante os próximos meses
Artigo "Global trends in coffee agronomy research", da revista científica Agronomy, destacou o trabalho da Epamig e de pesquisadores brasileiros na cafeicultura
Principais contratos registravam oscilações de cerca de 10 pontos, entre altas e baixas
O crescimento do consumo doméstico de café e os varejistas locais poderão revitalizar o setor de café da África e superar seus problemas perenes, disse o Ecobank.
Os contratos futuros do café arábica estão sofrendo as maiores oscilações em mais de uma década. De acordo com a agência de notícias Bloomberg, a seca no Brasil elevou os preços do arábica a altos patamares, mas agora a previsão de chuvas para as áreas produtoras está fazendo com que os preços recuem.
O famoso café colombiano Juan Valdez está querendo atrair as novas gerações de consumidores chineses para que bebam <i>latte</i> ao invés de chá. Nesse sentido, a Federação Nacional de Cafeicultores da Colômbia está recebendo nessa semana especialistas da China para degustações e criou um logotipo para promover a marca na nação asiática.
O ciclo de ascensão das cotações das principais matérias-primas básicas não foi muito generoso com o café, que, ao contrário, desde 2005 não exibe cotações que permitam captura de margem por parte dos produtores. O longo período de valorização do real explica parte desse andar de lado, mas outra parte é que o produto não sustentou elevadas cotações e, desde o segundo semestre de 2005, ficou com preços praticamente estáveis em reais.
Momentos como esse, ou arrisca-se vender um pouco de café barato (com o caso da seca se intensificar), ou arrisca-se perder os preços e ter que correr os riscos do mercado até o próximo semestre. As altas não estão sendo influenciadas no momento apenas por fundamentos do mercado de café, mas também das circunstâncias em que se encontram os fundos de investimento internacionais que estão buscando alternativas para seus investimentos frente a uma retomada da economia para um pós-crise em Wall Street.