Contratos futuros do café seguem inalterados
Analistas entendem que, se a divisa permanecer fortalecida, não há uma perspectiva de alta consistente para o café
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Analistas entendem que, se a divisa permanecer fortalecida, não há uma perspectiva de alta consistente para o café
O cenário do mercado de café não tem se alterado muito desde o início do ano. A oferta mundial ainda continua restrita, principais países produtores têm enfrentado alguns problemas com clima que devem impedir o aumento de produção para 2011 e demanda continua aquecida. O indicador Cepea/Esalq do arábica foi cotado a R$ 523,80/saca na segunda-feira (28), com valorização de R$ 62,89/saca (+13,64%) no mês de fevereiro. Na BM&Fbovespa, o vencimento maio/11 registrou alta de US$ 24,25/saca (+7,33%) no mês, sendo cotado a US$ 355,00/saca.
Volume divulgado pela Green Coffee Association é de 5.869.288 sacas em 29 de fevereiro deste ano.
A Green Coffee Association divulgou que estoques totalizaram 5.835.306 em 31 de janeiro de 2016, baixa de 907 sacas a dezembro de 2015.
Com fundamentos inalterados, cotações seguem oscilando com base em fatores técnicos e no dólar
Após consecutivas altas, o mercado cafeeiro encerra a terça-feira (22) com desvalorizações. O merado foi controlado pela volatilidade das commodities e firmeza do dólar. Na bolsa de Nova York o vencimento maio/11 teve desvalorização de 355 pontos, fechando a 273,45 centavos de dólar por libra-peso. Os fundamentos do mercado cafeeiro continuam inalterados, com oferta mundial restrita, demanda aquecida. No mercado interno a saca de 60 quilos do café arábica foi cotada a R$ 519,97, com forte desvalorização de R$ 10,32 segundo o indicador Cepea/Esalq.
As cotações do arábica vêm oscilando entre altas e baixas nos últimos dias. Nesta quinta-feira (02) elas encerraram em alta, influenciada por fatores macroeconômicos que tem sido responsáveis pela saída de agentes investidores em commodities. No mercado interno a saca de 60 quilos do café arábica foi cotada a R$ 519,03, com desvalorização de R$ 1,71 segundo o indicador Cepea/Esalq.
Os terremotos que ocorreram no Japão na semana passada pressionaram o mercado de commodities, fazendo com que os investidores tenham cautela em seus negócios. Com isso, as cotações do café encerraram a semana em queda. Na bolsa de Nova York o vencimento maio/11 teve forte desvalorização de 615 pontos, fechando a 274,40 centavos de dólar por libra-peso. No mercado interno a saca de 60 quilos do café arábica foi cotada a R$ 532,10, com desvalorização de R$ 7,66 segundo o indicador Cepea/Esalq.
As cotações do café arábica encerraram a terça-feira (01) em baixa nos mercados futuros e físico. A queda foi puxada por realização de lucro após as cotações acumularem fortes valorizações. Na bolsa de Nova York o vencimento maio/11 teve desvalorização de 240 pontos, fechando a 269,30 centavos de dólar por libra-peso. No mercado interno a saca de 60 quilos do café arábica foi cotada a R$ 521,46, com desvalorização de R$ 2,34, segundo o indicador Cepea/Esalq.
As cotações do café arábica encerraram em baixa pelo segundo dia consecutivo, puxadas por realizações de lucros. Na bolsa de Nova York o vencimento março/11 teve forte desvalorização de 605 pontos, fechando a 231,25 centavos de dólar por libra-peso. No mercado interno a saca de 60 quilos do café arábica foi cotada a R$ 430,32, com desvalorização de R$ 5,81, segundo o indicador Cepea/Esalq. No mês, a variação já acumula alta de R$ 17,24/saca.
O CaféPoint está perguntando quais são os 3 principais desafios para a cadeia produtiva do café em 2010. Nathan Herszkowicz, diretor executivo da Associação Brasileira da Indústria de Café (Abic) indicou os 3 grandes desafios no ponto de vista da indústria de café. Acesse e confira.
Nesta quarta-feira (28) o preço da saca de café de 60 quilos registrou queda de 1,14%, ficando em R$ 206,02, de acordo com o indicador Cepea/Esalq. Porém, no mês de outubro a valorização acumulada é de 2,82%. Os preços futuros do café também fecharam em queda na BM&FBovespa, ICE Futures U.S.e LIFFE.
Mesmo com os ganhos da semana, o mercado segue pressionado por incertezas climáticas, estoques baixos e impasse nas negociações entre Brasil e EUA
Mesmo com a alta nas cotações, baixos estoques nos países produtores e consumidores pressionam o setor; incertezas econômicas mantêm o cenário desafiador
Cotações recuam em Nova Iorque e Londres, exportações seguem em queda e mercado físico opera travado com incertezas climáticas
No Brasil, o aperto na oferta se acentuou no segundo semestre do ano-safra
Os contratos de café nas bolsas de Nova York e Londres registraram forte alta ao longo da semana, encerrando a sexta-feira (24) com oscilações expressivas, mas consolidando ganhos
Na ICE, os contratos futuros de arábica e robusta registraram oscilações significativas, refletindo a demanda aquecida, enquanto o mercado físico brasileiro mantém alta procura e negociações limitadas
Novo relatório da hEDGEpoint destaca que os preços do arábica em Nova York apresentam uma recuperação técnica
Muitas das observações preveem um retorno lento a um novo normal para torrefadores de café da América do Norte e cafés especializados
Oscilações dos preços do café na semana passada mantiveram produtores preocupados
Estoques cada vez maiores nos países importadores e perspectivas favoráveis para a safra de 2017/18 abrandaram as preocupações com a oferta.
Em encontro com ministro da Agricultura, representantes do CNC destacam necessidade da autorização da importação e da comercialização de insumos para a elaboração produtos eficientes no combate à broca.
A Organização Internacional do Café (OIC) informou que a partir de outubro usará novos cálculos para o indicador composto de preços do grão. Seguindo procedimentos estabelecidos, o Comitê de Estatística analisou a estrutura de comércio no período de 2009 a 2012 e concluiu que o cálculo deveria ser mudado para refletir a realidade dos mercados.