Produção colombiana de café na safra 2021/2022 deve fechar em 13,8 milhões de sacas
De acordo com o relatório do USDA, as exportações revisadas de café pela Colômbia em 2021/2022 permanecem inalteradas em 13,5 milhões de sacas
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De acordo com o relatório do USDA, as exportações revisadas de café pela Colômbia em 2021/2022 permanecem inalteradas em 13,5 milhões de sacas
Rodrigo Costa, consultor de mercado, reúne informações recentes sobre o mercado cafeeiro e macroeconomia global para abordar em suas análises os movimentos das cotações do café atuais e a curto-longo prazo. Confira
A produção mundial de café na safra 2012/13 deve atingir 148 milhões de sacas, um aumento de 10 milhões de sacas ante o período anterior, em grande impulsionado pela colheita no Brasil, de acordo com relatório sobre os mercados mundiais do grão divulgado nesta sexta-feira pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA).
Cotações encerraram a sexta-feira (05) praticamente inalteradas, com leve queda em Nova York e Londres e leve valorização na BM&FBovespa. Em Nova York o primeiro vencimento dezembro/10, teve desvalorização de 65 pontos, fechando a 205,15 centavos de dólar por libra-peso. No mercado físico, a saca de 60 quilos do café arábica foi cotada a R$ 348,19, com leve desvalorização de R$ 2,53/saca (-0,72%), segundo o indicador Cepea/Esalq. Em relação ao mesmo período do mês passado o indicador acumula alta de 12,79%.
O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento modificou a especificação do café arábica, safra 2008/09, válida para o preço mínimo. A alteração determina que o tamanho da peneira passe de 14 para 13. Conforme a Portaria Nº 460, as demais especificações técnicas permanecem inalteradas: preço mínimo de R$ 261,69/saca, tipo 6, bebida dura para melhor, com até 86 defeitos, peneira 13 acima, admitido até 10% de vazamento e 12,5% de umidade.
O café teve performances distintas nas três principais bolsas onde é negociado. Em Nova Iorque caiu pouco, US$ 0.66 por saca, enquanto em São Paulo subiu US$ 1.05 por saca. Em Londres o movimento foi bem negativo com a queda de US$ 4.56 por saca. O comportamento desuniforme tem explicação. O café arábica já caiu bastante na ICE com os fundos liquidando uma boa parte de suas posições compradas que fizeram com que os preços subissem mais de 20% em maio.
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Em junho de 2008, o IPEP foi de 91,6% - 1,1 ponto percentual acima do período anterior. As médias de 6 e 12 meses ficaram praticamente inalteradas, saindo respectivamente de 91,9% e 91,5% para 91,8% em ambos os períodos. O preço FOB sofreu um recuo de 1,38%, indo para US$ 163,42 contra US$ 165,70 observado no mês de maio.
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Relatório destaca média mensal de preço mais baixa em três anos. Os preços dos Robustas foram os que mais caíram, fazendo o diferencial Arábica/Robusta crescer. Observa-se que os preços de varejo também começaram a baixar, acusando quedas em diversos países importadores já em 2012. Robério Silva visitou cinco países centro-americanos afetados pelo atual surto de ferrugem do café.
Último relatório mensal da OIC destaca a estabilização dos preços, em patamares muito baixos aos arábicas e a crise da produção cafeeira na América Central devido aos ataques da ferrugem, o que vem acarretando sérias consequências econômicas e sociais para a região. Em relação ao Brasil, apenas alerta sobre maior produção, que auxilia na oferta após vácuo originado dos países produtores centro-americanos.
A Somar Meteorologia indica que para os próximos dias nas regiões cafeeiras do Brasil haverá poucas chuvas, mas que serão suficientes para manter os bons níveis de umidade no solo, dando plenas condições ao desenvolvimento vegetativo nos cafezais e ao crescimento dos grãos.
IPEP - Índice de Participação do Preço Interno no Valor FOB das Exportações Brasileiras de Café Arábica - foi de 92,4% para o mês de Março de 2008, contra 94,0% do período anterior.