Acordos de fairtrade impulsionaram ganhos de produtores de café da África
Pesquisas apontam que produtores fairtrade recebem preços até 26 vezes maiores do que os não afiliados.
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Pesquisas apontam que produtores fairtrade recebem preços até 26 vezes maiores do que os não afiliados.
O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) fechou o mês de outubro em 0,75% e ficou acima da taxa de 0,45% do mês anterior em 0,30 ponto percentual. Com esse resultado, o acumulado do ano está em 4,38%, acima dos 3,50% referentes a igual período de 2009. No grupo Alimentação e Bebidas a alta foi mais intensa do que no mês anterior, passando de 1,08% em setembro para 1,89% em outubro - maior taxa desde junho de 2008, quando o grupo teve variação de 2,11%.
Alianças com gigantes do varejo, como Starbucks, impulsionaram o crescimento.
Segundo colaboradores do Cepea, a qualidade do arábica está em conformidade com o padrão contratado por exportadores.
Por outro lado, dados sobre a cafeicultura mundial mostram que a produção de café robusta cresce mais rápido que a de arábica, afirma Bureau de Inteligência Competitiva do Café.
Nova expectativa se deve à menor demanda nas economias emergentes e a melhora na oferta de alguns países, de acordo com a trader suíça, Volcafe.
Bolsas de Nova Iorque e Londres iniciam processo corretivo ante as recentes volatilidades.
O USDA - Departamento de Agricultura dos Estados Unidos informou em seu relatório que, além da melhora do clima (um mau início da estação de monções, de junho a setembro, deu lugar a condições mais úmidas), o aumento da produção foi estimulado pelas melhores práticas agrícolas, que impulsionaram a produtividade.
Apesar disso, estoques são suficientes para atender consumo projetado de 146 milhões de sacas, disse o diretor-executivo da OIC, Roberio Oliveira Silva.
A evolução da colheita de café no Brasil vem pressionando as cotações do produto no mercado internacional. Ontem, os contratos do café para entrega em setembro fecharam em queda de 2,38%, a 166,45 centavos de dólar por libra-peso na Bolsa de Nova York. O clima está mais seco nas principais áreas do país e, portanto, mais favorável para os trabalhos no campo.
Estratégias inovadoras e situação econômica favorável impulsionaram expansão. Basta acompanhar os meios de comunicação para notar o quanto o consumidor brasileiro está ficando exigente. A consequência deste fenômeno está sendo sentida pela Baggio Café, empresa centenária no cultivo dos grãos. Só em 2010, a torrefadora registrou um crescimento de 49,6% em comparação ao ano anterior.
As exportações de café de Uganda em novembro subiram 14% frente ao mesmo intervalo do ano anterior, conforme condições climáticas favoráveis impulsionaram a colheita em andamento, informou nesta segunda-feira (06) a Autoridade de Desenvolvimento de Café do país (UCDA, na sigla em inglês) em um relatório.
O mercado de café arábica segue em alta e cotações encerram a terça-feira (09) com fortes valorizações atingindo recordes históricos. Em Nova York o primeiro vencimento, dezembro/10, teve valorização de 895 pontos, fechando a 217,05 centavos de dólar por libra-peso. No mercado físico, a saca de 60 quilos do café arábica foi cotada a R$ 368,89, com forte alta de R$ 15,23/saca (+4,31%), novo recorde para o indicador Cepea/Esalq. Sem mudança no cenário em relação a oferta apertada de café no curto e médio prazo, somada a queda do dólar, as compras por parte de fundos impulsionaram as cotações.
Nesta quinta-feira (13), a saca de 60 quilos do café arábica foi cotada a R$ 288,97, com valorização de 0,65%, segundo o indicador Cepea/Esalq. A alta dos preços em NY, a leve valorização do dólar e a falta de grãos finos no mercado interno impulsionaram as cotações ontem.
Queda da oferta global, menor safra na Colômbia, queda de qualidade no Brasil e atraso da colheita em alguns países da América Central, impulsionaram as cotações em Nova York no mercado desta quinta-feira (03). Os contratos para março subiram 95 pontos e terminaram o dia a US$ 1,446 por libra-peso. Os contratos com vencimento dezembro/09 e setembro/10 também tiveram alta de 95 pontos. No mercado doméstico, a saca de 60 quilos do café fechou a R$ 279,29, alta de 0,19%, segundo o indicador Cepea/Esalq.
A nova bolha especulativa provocada pelo retorno dos fundos e as perspectivas de queda na produção internacional impulsionaram as cotações do café nos últimos meses e já animam os produtores. Depois de derrapar no primeiro trimestre de 2009, a commodity passou a registrar seguidas altas, amparada também pela desvalorização do dólar no mercado internacional.
Resultado alcançado em 2010 é de R$ 154 bilhões. A pesquisa Produção Agrícola Municipal (PAM) utiliza dados municipais e avalia o desempenho no mercado das principais culturas brasileiras.
O mercado de café encerrou a terça-feira (28) em alta diante da chegada de frio intenso em regiões brasileiras produtoras de café, com ocorrência de geada moderada em algumas delas. Na bolsa de Nova York o vencimento julho/11 teve valorização de 775 pontos, fechando a 257,90 centavos de dólar por libra-peso. A BM&FBovespa acompanhou o mercado internacional e fechou em alta. O vencimento julho/11 fechou cotado a US$ 333,35 com valorização de US$ 8,70.
A Costa Rica disse que teve mais perdas no ciclo de café de 2010/11 devido ao fato de o país ter sido afetado novamente na semana passada por chuvas torrenciais, que esperam ser as últimas da temporada desse ano.
Apesar de não ser um movimento explosivo, a subida dos preços dos produtos agrícolas, como milho, soja, trigo e algodão, deve ter impacto na inflação ao consumidor no último trimestre deste ano. "Há inflação pela frente. Ainda não deu tempo de ter reflexos nos preços ao consumidor, mas os IGPs já estão subindo", alerta o diretor da RC Consultores, Fabio Silveira. "A alta do grupo [Alimentação] está vindo um pouco mais forte e deve continuar sendo o destaque", comentou o coordenador do Índice de Preços ao Consumidor da Fipe-USP, Antonio Evaldo Comune.
Os preços do café arábica encerraram essa sexta-feira (30) em alta, saltando para os maiores valores em 12 anos na bolsa de Nova York. As altas foram conduzidas por compras especulativas, e trata-se do fechamento mais forte desde fevereiro de 1998. No mercado físico, a saca de 60 quilos do café arábica foi cotada a R$ 317,39, com valorização de 1,68%, segundo o indicador Cepea/Esalq.
O ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, divulgou ontem (02) a redução de 49% no desmatamento da Amazônia no período de agosto a novembro de 2009 comparado com os mesmos meses de 2008. De acordo com o ministro, é uma queda acentuada sobre um ano que já tinha registrado recorde de redução de desmatamento.
O consumo de café no Brasil em 2009 superou as expectativas da ABIC - Associação Brasileira da Indústria de Café, atingindo 18,39 milhões de sacas, aumento de 4,15%. A associação previu ontem (28) que em 2010 o consumo de café no Brasil deverá aumentar 5% em volume, para 19,31 milhões de sacas de 60 kg. Esses resultados partem do estudo "Indicadores da Indústria de Café no Brasil/2009 - Desempenho da Produção e Consumo Interno", elaborado pela ABIC.
Os produtores de café de alta qualidade da América Central estão vendo forte interesse em seus caros grãos para exportação neste ano, vendendo mais para os mercados da Ásia e da Europa, à medida que os compradores dos Estados Unidos estão pressionados pela crise financeira.