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108 resultados para "imaginar"

12/05/2009

Uma lavoura infame e augusta

Em meio ao mais violento colapso financeiro global que, a cada dia dilapida mais um bocadinho o tesouro público brasileiro, as lideranças dos cafeicultores não se dão por satisfeitos com a substancial majoração dos preços mínimos. A cafeicultura carece ser abatida por uma tsunami de destruição criadora, visando desmantelar as colunas do atraso, concedendo luz para o refulgir das formidáveis inovações e das práticas gerenciais modernas que a criatividade humana é capaz de imaginar e pôr a funcionar.

04/01/2011

Brasil ainda procura caminho para exportação de café

Sonho do setor cafeeiro do Brasil: ver cada chinês tomar uma xícara de café por dia.<br>Tradicionais consumidores de chá, os chineses elevariam o consumo global de café de 135 milhões para 200 milhões de sacas ao ano se isso ocorresse. O Brasil, maior produtor mundial de café, colheria os frutos. Esse cenário não parece impossível, mas está longe. Impossível mesmo seria imaginar a China exportando café torrado e moído para o Brasil. É o que passou a ocorrer no semestre passado.

21/01/2010

Um funeral para o agronegócio

Lendo o decreto do 3º Programa Nacional de Direitos Humanos (PNDH-3) e os esclarecimentos sobre como o processo de consulta à sociedade foi feito, sou induzido a chegar à seguinte conclusão: o agronegócio não interessa à sociedade e ao governo brasileiros, pelo menos sob a perspectiva de garantia de direitos humanos. Diria, portanto, que conceitualmente o PNDH-3 enterra o agronegócio e atesta seu óbito no Decreto 7.037, datado de 21 de dezembro de 2009.

31/01/2011

Deus é brasileiro?

Aqueles que nesse espaço me acompanham, sabem que este escriba não é dado aos exageros, a não ser os da retórica argumentativa e de suas consequências. A escolha desse título atrai leitores mais curiosos que, ao se deparar com as chatices da economia agrícola, logo partem para outro assunto menos pantanoso, quer pela imprecisão intrínseca ao método de análise empregado nessa ciência, quer pela sua incapacidade de imaginar um futuro plausível para os fenômenos que, por pressuposto, busca elucidar. Portanto, meu leitor ou minha leitora, vá com calma e não exagere.