Fortes chuvas castigam plantações no Peru
País já teve perda de US$ 645 milhões devido às condições meteorológicas.
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País já teve perda de US$ 645 milhões devido às condições meteorológicas.
Os cafeicultores de Huila, na Colômbia, seguem produzindo com perdas, apesar da ajuda que estão recebendo do Governo nacional, já que o preço interno do café cru (125Kg) não passa dos 550.000 pesos (US$ 287,50) até agora nesse ano, situação que está gerando grandes perdas aos cafeicultores.
A colheita de café da Colômbia no primeiro semestre de 2013 deverá ser uma das melhores, já que a secura do clima e o possível retorno do fenômeno El Niño poderiam dar um forte impulso à produção, disseram os exportadores e agricultores.
A expectativa de uma colheita volumosa de café no Brasil está pesando nas cotações da commodity na Bolsa de Nova York. Os contratos do produto para entrega em julho fecharam ontem em baixa de 0,33%, a 149,55 centavos de dólar por libra-peso. Analistas preveem que a safra do Brasil, maior fornecedor mundial de café, alcançará 60 milhões de sacas, ampliando a oferta global.
A evolução da colheita de café no Brasil, maior produtor mundial, começa a pesar nas cotações internacionais da commodity. Com a oferta crescente, produtores intensificam as vendas, aproveitando a recente desvalorização do real ante o dólar, que torna o produto nacional mais barato no exterior.
As preocupações do mercado em relação à disponibilidade de cafés de qualidade ficaram ainda maiores na última sexta-feira (03). A Federação Nacional dos Produtores de Café da Colômbia informou que no ano que vem a disponibilidade de café do país - segundo maior produtor da variedade arábica do mundo - será 7,6% menor que o volume colhido em 2010. Além da situação colombiana, a atual realidade do mercado combina ainda problemas climáticos no Vietnã e uma safra de ciclo baixo no Brasil.
Os preços do café arábica encerraram essa segunda-feira (23) em queda nos mercados futuros e físico. Em Nova York, os contratos para dezembro/10 terminaram o pregão a 183,25 centavos de dólar por libra-peso, com desvalorização de 180 pontos. Investidores realizaram lucros e produtores aproveitaram o aumento dos preços para vender o grão no mercado futuro. No mercado físico, a saca de 60 quilos do café arábica foi cotada a R$ 325,23, com desvalorização de 0,87%, segundo o indicador Cepea/Esalq.
A Colômbia está apostando em maiores exportações de cafés certificados à medida que a demanda por grãos está aumentando. Mais de 1.800 cafeicultores da região de Huila, na Colômbia, receberão certificação internacional Rainforest, permitindo vender seu café especial a preços globais mais altos, disseram produtores locais e a embaixada dos Estados Unidos.
Interrompendo uma sequência de três altas consecutivas, o dólar comercial fechou esta quinta-feira (29) com forte queda de 1,48%, sendo cotado na venda a R$ 1,731. Na bolsa de Nova York, os contratos do grão arábica com vencimento em março encerraram o dia cotados a US$ 1,3975 por libra-peso, com alta de 220 pontos. A BM&FBovespa acompanhou a movimentação e os contratos de café também fecharam em alta. O preço no mercado doméstico teve alta de R$ 3,51, ficando em R$ 263,53.
Expectativas de fortes secas afetando a Colômbia nos primeiros três meses de 2010 levaram alguns cafeicultores colombianos a reduzirem suas estimativas de produção para o próximo ano. O fenômeno climático El Niño está produzindo altas temperaturas no país e a tendência é de piorar no primeiro trimestre do ano.
O ato público realizado para protestar contra a MP 458 ("da grilagem") e a favor da legislação ambiental brasileira, contou com a participação de 800 pessoas e ocorreu durante o último dia da Conferência Internacional 2009 do Instituto Ethos, no Hotel Transamérica, em São Paulo. O evento foi importante porque reuniu um amplo arco social, de empresários a sindicalistas e representantes de ONGs, para defender a agenda ambiental brasileira.
Aldir Teixeira ganha prêmio e apresenta trabalho em congresso nacional. Ele falará sobre secagem e umidade na qualidade do café .
Instituição faz convênio com Federação Nacional de Cafeicultores.
Apesar de o problema da ferrugem do café continuar preocupando os cafeicultores hondurenhos, esses estão otimistas, pois a colheita de 2013-14, que finalizará em março, fechará com uma produção de 4,6 milhões de sacas de 60 quilos, superando em 259.980,5 sacas a colheita passada, segundo projeções do Instituto Hondurenho de Café (Ihcafé).
O governo do México colocou em marcha a primeira etapa da estratégia de promoção e consumo de café nacional, com a amostra "Consome Café do México", que terá lugar durante 2014 nas instalações da Secretaria de Agricultura, Pecuária, Desenvolvimento Rural e Alimentação (SAGARPA) e em outras dependências oficiais.
Os grandes compradores de café não estão com pressa de comprar, segundo relata mídia norte-americana. Estoques globais de café arábica estariam em seu nível mais alto em mais de 2 anos. Juntam-se a isto os argumentos de que a demanda de café estaria abrandando devido à crise na Europa. Com este cenário, cafeicultores brasileiros estão segurando parte da colheita a fim de valorizar suas produções
"Ainda não foi desta vez que conquistamos os primeiros lugares, mas as excelentes colocações dos baristas brasileiros nos quatro campeonatos mundiais, encerrados sábado em Londres, mostram o quanto nossos profissionais estão avançando tecnicamente, assim como comprova a importância das cafeterias continuarem investindo na capacitação profissional de suas equipes", avalia Edgard Bressani, presidente da ACBB - Associação Brasileira de Café e Barista.
O Grupo Pão de Açúcar anunciou ontem o maior plano de investimento da história da empresa. No triênio 2010 a 2012, a companhia comandada pelo empresário Abilio Diniz vai investir R$ 5 bilhões na abertura de 300 lojas de varejo de supermercados, postos de combustíveis, drogarias, infraestrutura e logística. Os rivais Carrefour e Walmart também anunciaram investimentos recordes para este ano.