Produção de café arábica ocupa área de 1,5 milhão de hectares no Brasil
Café canéfora ocupa 369,6 mil hectares para produzir 14,25 milhões de sacas de 60 kg
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Café canéfora ocupa 369,6 mil hectares para produzir 14,25 milhões de sacas de 60 kg
Em 2017, o setor obteve US$ 5,27 bilhões com a venda de 31,2 milhões de sacas ao exterior
Pastagens, cultivo de lavouras e florestas plantadas ocupam 256,8 milhões de hectares, 0,73% de área explorada
Os municípios de Andradas, Coqueiral, Campanha e Paraguaçu, no Sul do estado, foram os que tiveram as maiores áreas cafeeiras prejudicadas
Segunda edição do Atlas Irrigação aponta que a área irrigada pode ter um incremento de 4,2 milhões de hectares em 20 anos, 79% a mais em relação à área atual com irrigação com água de mananciais
Dados mostram que Minas Gerais, Espírito Santo e São Paulo são os estados que mais produzem café
Levantamento coordenado pela Embrapa aponta Bahia como estado produtivo tanto de arábica como robusta
Os cafés arábica ocupam, atualmente, o equivalente a 1,43 milhão de hectares, enquanto que os canéforas estão em 389,19 mil hectares
Variedade arábica equivale a 1,5 milhão de hectares, enquanto os cafés robusta, 376 mil
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Total corresponde a 17,2% da área ocupada com cafeicultura na região abrangida pelo levantamento: Sul de Minas, Triângulo Mineiro e Alto Paranaíba
Safra 2019/2020 será de 50,92 milhões de sacas e será colhida em área que representa apenas 0,71% das terras exploradas com atividades agrícolas do território nacional, que é de 256,8 milhões de hectares
Mapeamento começou em 2016 e foi possível conhecer limitações de cada região
Mapeamento do parque cafeeiro do estado foi apresentado na Expocafé, em Três Pontas
Segundo o gerente geral da Federação Nacional dos Cafeicultores, o café está sendo substituído por outras atividades
O programa de renovação já permitiu ao país passar a um nível de produção de 7,8 milhões de sacas de café em 2009 para 14,2 milhões no fechamento de 2014.
Fenômeno afetou cerca de 8.500 hectares de cafezais no país.
O Presidente da República antecipou que isso contribuirá para produzir 3 milhões de sacas a mais no país.
Produtores estão migrando para outros setores por conta dos elevados custos de produção.
O município, considerado o polo cafeeiro do Acre, tem gerado resultados expressivos na economia rural.
Um estudo inédito elaborado pela Universidade de São Paulo (USP) em parceria com a Universidade de Chalmers (na Suécia) aponta que, mesmo que todos os produtores rurais regularizassem suas terras e obedecessem ao Código Florestal, ainda sobrariam 100 milhões de hectares de vegetação não protegidos ambientalmente e que podem, portanto, sofrer desmatamento. A área equivale a quatro vezes o Estado de São Paulo.
Meta da Secretaria de Estado de Pequenos Negócios (SEPN) é atingir quatro mil hectares com a cultura.
As perdas de 2012/13 chegaram a 24.748 toneladas para a produção de café de alta qualidade.
Marcas locais como Toledo são reconhecidas no país e no mundo.