Café colombiano ganha pela primeira vez importante leilão mundial
Leilão on-line foi organizado pelo Grounds for Health, uma ONG internacional sem fins lucrativos.
17 resultados para "guatemalteca"
Leilão on-line foi organizado pelo Grounds for Health, uma ONG internacional sem fins lucrativos.
Lavouras de cafés da América Central sofrem com o fungo roya na atual safra. A exemplo de Honduras e El Salvador, agora é a vez da Guatemala divulgar dados de suas perdas na produção. Países da região são reconhecidos internacionalmente pela qualidade de seus cafés.
O fungo <i>roya</i> tem devastado as plantações de café da América Central, resultando em altos custos aos produtores em um momento de queda dos preços da commodity no mercado internacional. Os danos estão sendo considerados maiores do que os previstos. Os dois principais produtores da região, Guatemala e Honduras, ainda devem calcular os prejuízos.
As exportações de café arábica de países da América Latina que produzem o grão suave e lavado totalizaram 10,4 milhões de sacas de 60 kg no acumulado de outubro a fevereiro, ou seja, elevação de 19% em relação ao mesmo período do ano passado. Os dados são da Associação de Café Guatemalteca (Anacafé). O grupo exclui o Brasil, que processa a maior parte de seus grãos arábica por secagem ao sol, em vez de lavá-los. O grupo inclui Colômbia, México, Peru, República Dominicana e países da América Central.
As exportações de café de países da América Latina que produzem a variedade arábica suave e lavada caíram 12,5% em agosto na comparação com o mesmo mês do ano passado totalizando 1,55 milhões de sacas de 60 kg, de acordo com a Associação Nacional de Café Guatemalteca (Anacafé).
As exportações de café de países latino-americanos aumentaram 14% de outubro de 2010, início da safra 2010/11, até julho, para 23,1 milhões de sacas de 60 quilos. Os dados são da Associação Guatemalteca de Café (Anacafé), responsável por compilar os dados.
A soma das exportações de café arábica suave e lavado de países da América Latina aumentou 5,6% em junho na comparação com o mesmo mês do ano passado, totalizando 2,46 milhões de sacas de 60 kg, de acordo com a Associação Nacional de Café Guatemalteca (Anacafé).
A Guatemala exportou 465,27 mil sacas de 60 kg de café em maio, elevação de 8% ante o mesmo mês do ano passado, de acordo com a Associação Guatemalteca de Café. No acumulado da safra 2010/11, o país exportou 2,35 milhões de sacas, 1% a mais do que no mesmo período do ciclo anterior. A temporada corre de outubro a setembro.
As exportações de café da Guatemala em março alcançaram 453.572 sacas de 60 quilos cada, queda de 6% em relação ao mesmo período de 2010, informou na última terça-feira a Associação de Café Guatemalteca (Anacafe).
As exportações de café arábica suave e lavado dos países da América Latina na temporada 2010/2011 subiram foram 12%. O grupo inclui Colômbia, México, República Dominicana, Peru e países da América Central e exclui o Brasil, que processa a maior parte do café por secagem.
As exportações de café arábica lavado da América Latina durante os três primeiros meses da temporada 2011/12 recuaram 0,4% em relação ao ano passado, totalizando 5,41 milhões de sacas, de acordo com a Associação de Café Guatemalteca.
De acordo com os dados do Banco da Guatemala (Banguat), até dezembro de 2013, o grão totalizou US$ 714,522 milhões em vendas ao exterior. Ocupa o terceiro posto na geração de receitas por exportação e cerca de 98% da produção é exportada.
O principal obstáculo que os produtores têm é o preço internacional, pois para cultivar um quintal de café (saca de 46 quilos), são necessários US$ 150, mas o preço internacional vendido na bolsa de Nova York era de US$ 115,25 e apresentou quedas nos últimos meses.
O Brasil doou nesta quinta-feira 4.600 toneladas de alimentos à Guatemala para atender milhares de pequenos cafeicultores pobres afetados pela praga da ferrugem nos plantios de café, informou uma fonte oficial.
A oferta de café de qualidade pode não ser volumosa na temporada 2012/13, pois os cafezais começam a florir em meio a um clima desfavorável e a doenças na Colômbia, no México e na América Central. A produção total de café arábica lavado - cujos preços têm um prêmio em relação ao contratos futuros da ICE Futures US por causa do seu sabor suave e de um processamento mais refinado - deve permanecer estável, segundo traders e organizações da região. De acordo com a Organização Internacional de Café (OIC), tais países produziram juntos quase 26,6 milhões de sacas na temporada 2011/12.
Fortes chuvas na América Central estão dificultando a produção e as rotas de comércio de café na região, fornecedora de 10% do café consumido no mundo. A temporada chuvosa foi bastante violenta em países como Honduras e Guatemala, que produzem o grão arábica suave.
A Associação Nacional de Café da Guatemala (Anacafé) estima que, para o ano cafeeiro de 2010/11, a colheita com qualidade crescerá em 6,7%. Segundo a organização, a colheita poderia alcançar 3,68 milhões de sacas de 60 quilos, mais que as 3,45 milhões de sacas da colheita de 2009/10.