illycaffè assina acordo para iniciar cooperação internacional na Colômbia
Transferência de conhecimento que baseou iniciativa firmada em Bogotá reflete conceito que a companhia aplica em concurso brasileiro há mais de 25 anos.
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Transferência de conhecimento que baseou iniciativa firmada em Bogotá reflete conceito que a companhia aplica em concurso brasileiro há mais de 25 anos.
Segundo especialista, o volume final só será conhecido quando o café for beneficiado.
Segundo a Safras & Mercado, em relação ao ano passado as vendas estão atrasadas.
Conforme relatório da instituição, restam nas lavouras do país apenas o café de varrição.
o clima predominante seco está favorecendo o andamento da colheita no país.
O clima está favorecendo a retirada dos grãos da lavoura e a secagem do café.
Segundo a Safras & Mercado, o clima seco ajudou nos trabalhos do campo.
Safras & Mercado estima que 28,86 milhões de sacas de café já saiu das lavouras.
O ritmo de trabalho no campo está semelhante ao mesmo período do ano passado.
As operações de secagem e beneficiamento do café estão lentas, informa consultoria.
Em relação ao mesmo período da safra passada, a colheita está praticamente no mesmo patamar.
Produtores já colheram cerca de 7,44 milhões de sacas de 60 kg.
Dados da consultoria apontam ritmo semelhante à mesma época de 2016.
A consultoria Safras & Mercado aponta que foram colhidas 48,21 milhões de sacas.
Produtores de arábica estão preocupados com a safra miúda e os problemas com a "quebra de renda".
Os trabalhos no campo avançaram na última semana devido questões climáticas favoráveis
Segundo o consultor Gil Barabach, a colheita cafeeira no Brasil diminuiu um pouco o ritmo na última semana, o que é característico em etapas finais de trabalho
Segundo o consultor Gil Barabach, a colheita de café no Brasil segue em bom ritmo, mas os trabalhos continuam atrasados
Em conversa exclusiva para a Associação Brasileira da Indústria de Café (ABIC), Gil Barabach fala sobre cenário geral da produção e perspectivas para o setor
Consultor Gil Barabach comentou que o fluxo de vendas da safra de café 2021/2022 melhorou "timidamente" ao longo de janeiro
Depois de em agosto as cotações internacionais do café terem caído, em setembro o mercado reencontrou o caminho para subir. Segundo o analista de SAFRAS & Mercado, Gil Barabach, dois pontos foram primordiais para esta valorização: a boa dosagem da oferta de uma grande safra por parte do produtor brasileiro e a firme demanda dos compradores, que vai ainda crescer rumo ao final do ano.
Os preços do café recuaram de forma acentuada no mercado físico brasileiro em março. Levantamento da consultoria Safras & Mercado aponta que as perdas foram em reais e em dólares. O mercado seguiu as perdas externas, com destaque para a baixa do grão arábica na bolsa de Nova York. O contrato de 2ª posição caiu 10,48% no último mês, e fechou com preço médio de US$ 250,18 a saca de 60 quilos (US$ 1,8913 a libra-peso).
É o que aponta a segunda sondagem de Safras & Mercado para a safra 2013/14, realizada através de consulta entre agrônomos, técnicos, produtores, exportadores e cooperativas e secretarias de agricultura, entre outros órgãos das regiões produtoras de café do Brasil.