Busca

Informe termo ou autor que deseja encontrar no CaféPoint.

62 resultados para "fmi"

18/04/2012

FMI alerta para tempos de vacas magras nas commodities

Estudo que acaba de ser liberado pelo Fundo Monetário Internacional (FMI) mostra o Brasil não tão dependente das exportações de commodities como outros países. Os economistas do Fundo chegaram a essa conclusão calculando a relação entre as exportações líquidas de commodities e o total exportado. Por esse critério, as commodities representam 29% das exportações totais brasileiras, percentual inferior aos 51,2% do Chile, 37,3% da Argentina, 56,1% da Colômbia e 55,5% da Rússia, para citar alguns países avaliados no capítulo 4 do World Economic Outlook, a ser divulgado integralmente nesta semana.

22/09/2011

Alimentos continuam vulneráveis a saltos nos preços em 2012, diz FMI

O mercado global de alimentos continua sustentando preços recorde, já que os baixos estoques e a crescente demanda favorecem saltos das cotações, afirmou nesta quarta-feira, 21, o Fundo Monetário Internacional (FMI). Entretanto, em relatório econômico divulgado duas vezes ao ano, o FMI prevê que seu índice de commodities não combustíveis recuará 5,5% na segunda metade de 2011, pois o frágil crescimento econômico contém a demanda.

15/09/2011

Volatilidade nos preços das commodities deve continuar

O fato de que a volatilidade dos preços das commodities deve continuar, assim como os preços de alimentação e combustível devem seguir elevados, representa um desafio aos formuladores de políticas nos próximos anos, afirma o Fundo Monetário Internacional (FMI), no relatório Perspectiva Econômica Mundial, divulgado nesta quarta-feira, 14. "Uma preocupação é a de que os aumentos recentes de comida e energia se provem persistentes, levando a expectativas mais altas de inflação, que podem gerar demandas por maiores salários e inflação subjacente", diz o relatório.

20/05/2011

Arábica: cotações caem mesmo com fundamentos altistas

As cotações do arábica encerraram a quinta-feira (19) em queda, puxada pela desvalorização generalizada das commodities. Na bolsa de Nova York o vencimento julho/11 teve desvalorização de 635 pontos, fechando a 263,70 centavos de dólar por libra-peso. No mercado interno a saca de 60 quilos do café arábica foi cotada a R$ 527,20, com desvalorização de R$ 3,59 segundo o indicador Cepea/Esalq. As cotações do café conilon seguem em alta.

15/04/2011

Banco Mundial alerta sobre alta nos alimentos e pobreza

Dados apresentados nesta quinta-feira pelo Banco Mundial apontam que novos aumentos nos preços globais dos alimentos podem colocar milhões de pessoas em situação de pobreza extrema. De acordo com o presidente do Banco Mundial, Robert Zoellick, os preços dos alimentos já estão 36% mais altos que há um ano e um novo aumento de 10% colocaria mais 10 milhões de pessoas em situação de pobreza extrema (renda menor que US$ 1,25 por dia).

11/05/2010

Mercado físico desvaloriza mesmo com alta nos futuros

Os preços do café arábica encerraram essa segunda-feira (10) em alta no mercado futuro e em queda no físico. Em Nova York, o primeiro vencimento, maio/10, teve alta de 40 pontos, fechando a 133,55 centavos de dólar por libra-peso. No mercado físico, a saca de 60 quilos do café arábica foi cotada a R$ 283,92, com desvalorização de 1,30%, segundo o indicador Cepea/Esalq. Acredita-se que a queda no mercado interno tenha sido motivada pela evolução da colheita no País.

13/07/2009

Resumo semanal do mercado: pesadelo das origens

O arábica tem sofrido em NY apesar da disponibilidade limitada dos café entregáveis nesta bolsa. Entretanto, pela análise técnica que nos dá sinais de um mercado sobre-vendido e com a indústria se interessando em comprar novas baixas, nos parece que estamos próximos de ver uma reversão da baixa. O mercado talvez não tenha força neste momento para voltar aos 130.00 cts/lb, mas acreditamos que os preços vão acima de 120.00 cts/lb de novo.

15/05/2009

Crise: Mantega admite crescimento zero em 2009

O ministro da Fazenda, Guido Mantega, admitiu ontem pela primeira vez que a economia brasileira pode ter crescimento zero em 2009. Depois de ponderar que "já saímos do fundo do poço" e que "o ano é de muita volatilidade", dificultando previsões, Mantega afirmou: "O primeiro trimestre foi péssimo. O segundo será de retomada, com o PIB acelerando. O terceiro vem ainda mais forte, e o quarto fechamos com uma alta muito boa. Acredito que fechamos o ano em torno de 0 a 2% positivos".

19/12/2008

Perspectivas do comércio agrícola em 2009

Neste artigo fazemos uma primeira avaliação dos impactos de uma recessão nas economias avançadas e um menor crescimento dos emergentes no comércio mundial de produtos agroindustriais. Cruzando crescimento da economia mundial com comportamento do comércio de produtos agroindustriais, concluímos que a demanda por importações de produtos agrícolas não passará incólume ao menor crescimento econômico em 2009. Dois efeitos sobre o comércio agrícola são esperados: crescimento menor ou até redução na demanda, e redução nos preços, com maior intensidade naqueles produtos que ainda não tiveram seus preços ajustados já em 2008.