Mato alto facilita ataque de mancha aureolada em cafeeiros
Infecção é favorecida por condições de temperaturas baixas e umidade alta.
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Infecção é favorecida por condições de temperaturas baixas e umidade alta.
A qualidade dos grãos têm chamado a atenção negativamente do mercado, diz Cepea.
Apesar da região ter diminuído a área plantada, produção é elevada devido à tecnificação das lavouras.
Levantamentos da instituição apontam que trabalhos alcançam cerca de 60% do volume esperado na Zona da Mata e de 50% no Cerrado e no Sul do estado.
Como os produtores brasileiros de arábica irão reagir se as perdas causadas pela seca persistirem em 2015 e a probabilidade de recorrência em 2016 aumentar? Por Carlos Brando, da P&A Marketing.
Em Minas o início do mês foi um pouco chuvoso, atrapalhando a colheita do café e prejudicando a qualidade da bebida. Porém, o período seco que se seguiu beneficiou a maturação do café na planta e a secagem do café em terreiros. Com relação a doenças, a cercosporiose que vem sendo favorecida pelo clima tem causado grande desfolha nas lavouras de Minas e o excesso de umidade deste mês poderá favorecer novos picos de ferrugem.
O indicador de preço Cepea/Esalq do café arábica, tipo 6, bebida dura para melhor, posto na capital paulista, teve média de R$ 378,48 a saca de 60 quilos em agosto, segundo mês da safra 2012/13. O resultado representa queda de 7,3% em comparação com a média de R$ 408,06 a saca no mês anterior.
Os torrefadores de café nos mercados emergentes e no mundo desenvolvido aumentaram seu uso de grãos robusta em cerca de 5 milhões de sacas, de acordo com o Volcafe. Os torrefadores em mercados emergentes estão contribuindo para uma demanda adicional de 3 milhões de sacas, enquanto a substituição do café arábica do Brasil com grãos robusta em mercados tradicionais tem criado uma demanda adicional de 2 milhões de sacas, disse a unidade do trader de commodities ED&F Man Holdings.
A escalada das cotações do café no mercado internacional abre boas perspectivas de remuneração para quem investe na commodity nesta safra 2011/12. Para muitos produtores, pode ser a chance de ampliar ganhos obtidos no ciclo passado, em parte já favorecida pela ascensão dos preços. Mas o quadro positivo não é generalizado e o aumento de custos tende a pressionar margens sobretudo para quem não investe em produto de melhor qualidade.
Uma doença pouco conhecida e muito favorecida pelo tempo chuvoso e de temperatura amena tirou o sono dos cafeicultores da região da Alta Mogiana, em São Paulo: a mancha aureolada. A doença ataca todas as partes da planta (ramos, flores, frutos e folhas), causando necrose e até a morte do pé de café. Segundo o agrônomo da Cooperativa de Cafeicultores e Agropecuaristas (Cocapec), Saulo Faleiros, a doença causou grandes perdas para os produtores de café da região.
A maioria das regiões produtoras de café em Minas já registrou a abertura das primeiras floradas, segundo informações de cooperativas de produtores. A floração foi favorecida pelo regime de chuvas no mês de agosto. De acordo com o boletim da Estação de Avisos Fitossanitários da Fundação Procafé, em Varginha, no sul do Estado, o volume de precipitações superou a média histórica para o mês e atingiu 37,2 milímetros. A onda de calor que atingiu diversas regiões do País nos últimos dias não chegou a prejudicar as plantações.
A nova bolha especulativa provocada pelo retorno dos fundos e as perspectivas de queda na produção internacional impulsionaram as cotações do café nos últimos meses e já animam os produtores. Depois de derrapar no primeiro trimestre de 2009, a commodity passou a registrar seguidas altas, amparada também pela desvalorização do dólar no mercado internacional.
Estatísticas preliminares do Instituto Hondurenho de Café (Ihcafé) indicam que as divisas geradas pelo setor serão de cerca de US$ 1,24 bilhões de dólares pelas exportações de 3,87 milhões de sacas de 60 quilos.
O setor de hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo puxou a alta de 1,4% no volume de vendas do varejo em julho ante junho, segundo a Pesquisa Mensal de Comércio (PMC), divulgada pelo IBGE. A atividade de hipermercados registrou expansão de 1,6% em julho na comparação com junho.
A produção brasileira de café no período 2011/12 deve alcançar 49,2 milhões de sacas de 60 quilos, representando queda de cerca de 9,7% em relação ao período anterior. A informação é do Escritório de Comércio Agrícola de São Paulo, do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA). Segundo o USDA, a boa florada, associada ao clima favorável e bons tratos culturais às lavouras, deve garantir uniformidade e qualidade dos grãos.
A Indonésia devolverá à Colômbia o terceiro lugar no ranking mundial de produtores de café graças às chuvas que prejudicaram as colheitas do país devido ao fenômeno climático La Niña. O escritório do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) em Jakarta descartou as previsões de aumento para 9,6 milhões de toneladas a produção de café da Indonésia em 2010-11 depois de "maiores e mais intensivas chuvas em áreas produtoras de café da Indonésia.
A exportação de café pela Índia, terceiro maior produtor da Ásia, apresentou elevação de 43% de janeiro a abril, em comparação com o mesmo período do ano passado, para 102.258 toneladas, com aumento da demanda global, informou na sexta-feira (30) o Conselho de Café do governo.
Mercado de café encerra esta quarta-feira (24) praticamente estável, tanto no mercado futuro como no físico. Na bolsa de Nova York, o vencimento maio/10 fechou em queda de 0,45 pontos, sendo cotado a 134,30 centavos de dólar por libra-peso. Na BM&FBovespa, o vencimento maio/10 teve queda de US$ 0,70, fechando a US$ 166,80 a saca. No mercado doméstico, a saca de 60 quilos do café arábica fechou a R$ 280,35, leve queda de 0,19%, segundo o indicador Cepea/Esalq.
Enquanto aguardam os números oficiais da Federação Nacional dos Produtores, alguns agricultores colombianos estimam que a colheita de café no primeiro semestre de 2009 será reduzida em 40% ou 50%, devido à ferrugem e ao forte inverno que atacou o norte do estado de Tolima.
As lavouras de café do Cerrado de Minas Gerais - nos municípios do Triângulo Mineiro, Alto Paranaíba e Noroeste - apresentaram, em 2008, a maior produtividade do País. A informação faz parte do último levantamento da safra brasileira de café realizado pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). Segundo o estudo, a produtividade dos cafezais do Cerrado foi de 28,6 sacas de café beneficiado por hectare. A média do Estado ficou em 22,5 sacas por hectare.
Nas últimas semanas de agosto, devido à entrada de frentes frias, a temperatura no Mato Grosso e no Paraná ficaram abaixo da média do período, sendo que neste último foi registrado inclusive a ocorrência de geadas, que de algum modo prejudicou o trigo de inverno. Todavia, na última semana a colheita de trigo de inverno foi favorecida pelo calor, que foi mais marcante nas regiões do Sul, assim como também na parte central do Brasil.
Em visita ao Brasil, o presidente da torrefadora italiana illycaffè afirma que a alta no preço do café é fruto de especulação, que a perda na produção de café este ano não será grande e projeta uma safra mais forte em 2026
Patrocínio, a cidade do Triângulo Mineiro que nasceu de uma fazenda para abastecer os bandeirantes, investiu na produção de café nas últimas quatro décadas e hoje colhe investimentos. "Patrocínio está próxima de Goiás, Mato Grosso do Sul e São Paulo e é favorecida pela malha rodoviária. Está, portanto, num lugar privilegiado para atrair empresas", diz o secretário de Desenvolvimento Econômico do município, Thiago Oliveira.
O manejo pré e pós-colheita influencia no desenvolvimento de doenças nos cafezais. Entenda quais são os impactos das operações de manejo e as estratégias de mitigação para a ocorrência de doenças