Com 683 amostras, 27° Prêmio Ernesto Illy bate recorde de inscrições
O número é 10% superior ao de inscritos na edição anterior e o maior dos últimos 10 anos .
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O número é 10% superior ao de inscritos na edição anterior e o maior dos últimos 10 anos .
O Cepea aponta, contudo, que mês de janeiro acumula, agora, queda de 1,5% no preço da espécie
No sentido inverso do que ocorre com a remuneração do arábica, o crescimento da demanda pelo café conilon elevou em 44,8% os preços desse produto nos últimos três anos e tem proporcionado bom rendimento aos produtores. Levantamento feito pela Safras & Mercado mostra que o valor médio pago ao cafeicultor do Espírito Santo saltou de R$ 145/sc (tipo 7) em agosto de 2005 para R$ 210 neste ano.
Um estudo elaborado pela Confederação de Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) prevê que o Valor Bruto da Produção Agropecuária (VBP) deve atingir R$ 422,7 bilhões em 2013, montante 8,1% superior ao calculado para 2012. "Apesar da forte tendência de queda das cotações das commodities agrícolas no mercado internacional, a expectativa é de que o cenário externo desfavorável não comprometa o faturamento da agropecuária brasileira".
Os produtores de café deverão ter à disposição mais R$ 600 milhões do Fundo de Defesa da Economia Cafeeira (Funcafé) para financiar a estocagem do grão, cuja colheita deve se encerrar na primeira quinzena de setembro. Uma decisão nesse sentido já foi acertada pelo Conselho Deliberativo de Política Cafeeira (CDPC), órgão que reúne governo e iniciativa privada do setor.
Durante os primeiros cinco meses do ano, a Colômbia se converteu no principal destino de café peruano, segundo os registros da Superintendência Nacional de Administração Tributária (Sunat). Os dado da Sunat indicam que foram exportadas 215 mil sacas de 60 quilos a esse país, o que equivale a 27,2% do total, que foi 958,33 mil sacas.
O presidente da Colômbia, Juan Manual Santos, estimulou os cafeicultores do país a voltar a produzir 11 ou 12 milhões de sacas de 60 quilos por ano. "Nosso objetivo como Governo, com todas essas medidas que beneficiam o café e as famílias produtoras, é regressar aos níveis de produção à ordem de 11 ou 12 milhões de sacas por ano em um futuro próximo".
Verão úmido favoreceu o desenvolvimento de doenças fúngicas
A colheita do café está no pico no sul de Minas Gerais, os agricultores e apanhadores trabalham a todo vapor. A movimentação também é intensa nos terreiros, secadores e beneficiadores de café. A safra deste ano, que já seria menor por causa da bienalidade, sofreu com o longo período de seca no ano passado, o que não favoreceu as floradas e baixou o rendimento das lavouras. O reflexo dessa falta de chuva pode ser percebido agora na colheita.
A colheita do café arábica ganhou ritmo em todas as regiões produtoras do Brasil em meados de maio. As atividades de campo mais adiantadas foram verificadas no Noroeste do Paraná e na Zona da Mata mineira. O clima, de modo geral, favoreceu a maturação dos grãos e alguns lotes já se encontravam disponíveis para comercialização.
O Produto Interno Bruto (PIB) do agronegócio deve crescer entre 3,5% e 4% em 2011, previsão que, se confirmada, consolida a recuperação da atividade após queda de 5,51% do PIB em 2009, quando o resultado foi influenciado pela crise financeira internacional. Em 2010, as projeções indicam crescimento de 7% do PIB do setor, previsão que considera o resultado acumulado até outubro, que mostra crescimento de 4,67%.
A previsão para a próxima safra 2011 de café indica que a produtividade não deverá ser prejudicada somente pela bienalidade negativa do café (que intercala um ciclo alto e outro baixo). As fortes estiagens que algumas lavouras sofreram desde o inicio de abril também podem comprometer a produção do ano que vem, informa a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).
Os preços do café arábica encerraram essa quinta-feira (09) em queda nos mercados futuros e físico, após acumularem valorizações desde o primeiro dia do mês. Em Nova York, o primeiro vencimento, setembro/10, teve queda de 395 pontos, fechando a 189,15 centavos de dólar por libra-peso. As cotações foram pressionadas por realizações de lucros. No mercado físico, a saca de 60 quilos do café arábica foi cotada a R$ 332,19, com desvalorização de 0,67%, segundo o indicador Cepea/Esalq.
Cotações do café encerram a semana em alta nos mercados futuro e físico. Em Nova York, o primeiro vencimento, maio/10, teve alta de 125 pontos, fechando o último pregão da semana a 137,40 centavos de dólar por libra-peso, na quinta-feira(01). A saca de 60 quilos do café arábica fechou a R$ 280,65, com leve alta de 0,30%, segundo o indicador Cepea/Esalq. Segundo traders, a oferta global justa segue a oferecer alguma sustentação aos preços.
A baixa liquidez do mercado cafeeiro vem preocupando vendedores. Com a proximidade do início efetivo da colheita da safra 2009/10 de arábica, a preocupação está relacionada aos estoques ainda elevados de grãos da safra 2008/09. De acordo com colaboradores do Cepea, no Noroeste do Paraná, entre 30% e 40% da temporada 2008/09 ainda encontra-se nos armazéns.
A retração nas vendas por parte dos cafeicultores no final de 2008 derrubou as exportações da commodity em janeiro. Apesar de ser considerada sazonal e, portanto, prevista pelo setor, a queda de 29% no volume em relação a dezembro é considerada atípica. A menor atuação dos produtores pode ser creditada à espera do desfecho renegociação das dívidas do setor. Com a prorrogação dos vencimentos, os cafeicultores poderiam adiar as negociações e vender com o mercado mais favorável.
Diante de um mercado cada vez mais competitivo e de consumidores rigorosos, a indústria do café enxerga a sustentabilidade como o diferencial para manter o posicionamento no mercado brasileiro dentro de dez anos. Conforme a avaliação dos representantes do setor, o maior volume de informações na atualidade favoreceu a mudança no perfil dos compradores, tornando mais intensas as preocupações com o meio-ambiente e bem estar dos trabalhadores que atuam na cadeia produtiva.
A queda da produção na próxima safra de café deverá proporcionar um mercado mais equilibrado na oferta e consumo com reflexos positivos na formação do preço da commodity. A bienualidade (safra de grande produção num ano; redução no seguinte) e o crescimento do consumo no Brasil e no mundo devem ser os pilares para essa estabilidade, na opinião de especialistas.
As exportações de café de Uganda, maior produtor de robusta da África, aumentaram 34% no mês passado, de 198.864 (novembro 2007) para 266.722 sacas de 60 quilos, informou a Autoridade de Desenvolvimento do Café de Uganda (UCDA). As exportações ultrapassaram as previsões feitas anteriormente, de 250 mil sacas, e os envios de outubro, que foram de 179.574 sacas. O valor das exportações em novembro foi de US$ 27,6 milhões.
O clima seco prolongado nas principais regiões produtoras de café da Índia favoreceu a disseminação de uma praga na lavoura, que está ameaçando produção 2012/13, disseram executivos do setor nesta segunda-feira, dia 21. A broca branca do tronco afeta principalmente o café arábica e faz o cafezal perder o vigor. Assim, os agricultores arrancam as plantas e as destroem para evitar uma maior disseminação, que ocorre mais rápido em períodos de seca.
Reconhecimento, na modalidade indicação de procedência (IP), reforça tradição cafeeira centenária do maciço cearense e destaca modelo de produção sombreada em sistema agroflorestal
Alta de 0,5% sobre a safra anterior é puxada pelo avanço do robusta no Espírito Santo e na Bahia; clima extremo reduz arábica no Brasil e chuvas afetam produção na Colômbia
Produção pode chegar a 55,7 milhões de sacas; Espírito Santo lidera produção com 13,1 milhões de sacas de conilon; Bahia retoma segunda posição e Minas Gerais, afetada pela seca, deve colher 25,65 milhões de sacas de arábica
Em regiões cafeeiras, produtores encontram no vinho uma nova forma de explorar o terroir e impulsionar o turismo