FAO alerta para novas altas no preço do café em 2025
Além da menor oferta global, o aumento nos custos de transporte marítimo também foi apontado pela entidade para a alta dos preços do café
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Além da menor oferta global, o aumento nos custos de transporte marítimo também foi apontado pela entidade para a alta dos preços do café
A Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação informou que, no país, faltam inovação e transferência de tecnologias para pequenos produtores e que não há assistência técnica com inclusão social
A Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO) e multinacionais afirmam que os preços de commodities vão continuar elevados durante toda a década, exigindo de países importadores novas estratégias para enfrentar o desafio de alimentar sua população e do G-20 a implementação de decisões para frear a volatilidade nos mercados. "Viveremos uma década de preços altos", disse o brasileiro José Graziano, diretor da FAO.
As eleições para um candidato à direção-geral da FAO, o braço das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação, estão previstas para 2011. O Brasil deveria aproveitar sua posição de destaque no tabuleiro agrícola global e apresentar um candidato. A posição foi defendida por ex-ministros da Agricultura do país durante evento de lançamento do World Agricultural Forum (WAF), ontem (13) em São Paulo.
Os preços globais dos alimentos devem cair este ano, ficando menos voláteis, após fortes aumentos em 2011, devido à melhor oferta de grãos, o que deve ajudar a aliviar os temores de inflação, disse uma autoridade sênior da agência para alimentos das Nações Unidas (FAO) nesta segunda-feira, dia 12.
A ONU declarou 2014 como o Ano Internacional da Agricultura Familiar (AIAF 2014). O objetivo é sensibilizar governos e sociedades sobre a importância e a contribuição da agricultura familiar para a segurança alimentar e a produção de alimentos. A informação foi divulgada no último Boletim de Agricultura Familiar da Organização da ONU para Alimentação e Agricultura (FAO).
O diretor-geral da Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO, na sigla em inglês), José Graziano da Silva, disse ontem (19) que erradicar a fome no mundo está mais complicado, devido a novos desafios resultantes de mudanças climáticas, desastres naturais, políticas comerciais e aumentos nos preços de alimentos.
Negociadores da Agência das Nações Unidas para a Agricultura e Alimentação (FAO) já chegaram a termos importantes para um acordo sobre o texto de código de conduta capaz de regular investimentos estrangeiros em terras agrícolas. A adesão dos países ao acordo será voluntária.
O candidato brasileiro ao comando da Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO), José Graziano da Silva, disse ontem (13) que a erradicação da fome é uma meta compatível com o desenvolvimento econômico, ao apresentar seu programa de trabalho para delegados da organização. Os 191 países membros da FAO elegerão entre seis candidatos, em votação secreta, o sucessor do senegalês Jacques Diouf. A eleição será nas sessões de 25 de junho a 2 de julho, da 37ª conferência da FAO, em Roma.
A retomada da demanda por commodities agrícolas para alimentação e produção de energia e os custos mais altos dos insumos com base na alta do petróleo podem provocar um novo salto dos preços dos alimentos, afirmou nesta quinta-feira a FAO.
Site "SATCAFÉ" permite que setor cafeeiro tenha acesso às informações com relação à incidência do fungo da ferrugem e da broca do café.
A produção de alimentos terá que crescer 70% até 2050 para suprir as crescentes necessidades da população mundial, alertou a FAO. Boa parte do aumento da produção de alimentos terá que ocorrer por meio do aumento da produtividade, mas a FAO também prevê que mais 120 milhões de hectares de terra serão necessários para isso. A maior parte dessa área será cultivada na África subsaariana e na América Latina.
A FAO divulgou um comunicado insistindo que não há crise em decorrência de falta de alimentos à vista. A entidade considera, no entanto, que os mercados de commodities agrícolas pelo mundo continuarão voláteis pelos próximos anos.
A FAO (Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação) advertiu nesta quinta-feira que a mudança climática terá graves consequências na disponibilidade de água destinada à produção de alimentos e na produtividade dos cultivos durante as próximas décadas.
Após interromper uma sequência de oito valorizações mensais e recuar em março, o índice de preços globais de alimentos da FAO permaneceu praticamente estável em abril. Segundo levantamento divulgado na quinta-feira pelo braço das Nações Unidas para agricultura e alimentação, o indicador fechou o mês passado em 232 pontos, ante os 231 de março e o recorde histórico de 237 pontos batido em fevereiro. Em relação a abril de 2010, a alta ainda chega a 36%.
O índice de preços dos alimentos da FAO ( entidade da Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação) bateu o recorde dos últimos 20 anos em fevereiro de 2011 ao se situar em uma média de 236 pontos, um recorde histórico em termos reais e nominais. Este aumento representa a oitava alta mensal consecutiva e acontece diante da previsão da FAO de um processo de "rigidez" no equilíbrio entre oferta e procura de cereais para o período 2010-2011.
Os preços mundiais de alimentos atingiram recorde de alta em janeiro, disse a FAO, o órgão das Nações Unidas para agricultura e alimentação, nesta quinta-feira (3), acrescentando que o movimento deve persistir. O índice subiu pelo sétimo mês seguido, registrando o maior patamar desde o início da série histórica, em 1990, a 230,7 pontos em janeiro, ante 223,1 pontos em dezembro.
O ex-ministro extraordinário de Segurança Alimentar e Combate à Fome José Graziano da Silva, de 51 anos, foi indicado oficialmente como representante brasileiro na Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO). A eleição ocorrerá na próxima conferência da FAO, no período de 25 de junho a 2 de julho, em Roma, na Itália. Se eleito, Graziano exercerá um mandato de 2012 a 2015.
Os preços de alimentos atingiram a maior alta em dois anos e a Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO) alerta que o aumento tem tudo para continuar em 2011. No relatório anual publicado ontem (17), a entidade afirma que o mundo deve se preparar para um cenário de alta de preços de alimentos e inflação que já afeta de forma negativa a balança comercial de cerca de 70 países.
A FAO (Organização para Agricultura e Alimentação, na sigla em inglês), ligada à ONU (Organização das Nações Unidas), alertou nesta quarta-feira sobre uma nova alta nos preços dos alimentos, mas informou que não superarão os que levaram à crise alimentícia de dois anos atrás.
O novo diretor-geral da Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO), José Graziano, defendeu que os países de renda média (como Brasil, Argentina e Chile) assumam o papel de difusores de novas tecnologias para promover a expansão da agropecuária pelo mundo e, assim, combater a fome.
A Revolução Verde da década de 1960 salvou quase 1 bilhão de pessoas da pobreza e produziu uma quantidade de alimentos suficiente para sustentar a duplicação da população global para 6 bilhões de pessoas até o ano de 2000. Contudo, com o crescimento da produtividade agora desacelerando e a população mundial propensa a atingir 9 bilhões nos próximos 40 anos, especialistas da Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO, na sigla em inglês) cobram uma revolução nova e ainda mais verde.
A popularidade internacional do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva deverá ser usada pelo Brasil para tentar atrair votos para o candidato brasileiro à Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO), José Graziano da Silva, na reta final da disputa.
O índice global de preços de alimentos da FAO, a agência da ONU para agricultura e alimentação, caiu em março pela primeira vez após oito meses de altas. A queda foi de 2,3% em comparação com fevereiro, mas o índice ainda está 37% acima do nível de março do ano passado. A alta no custo de alimentos tem sido uma das razões de pressões inflacionárias tanto em países emergentes como nos desenvolvidos, o que inquieta os bancos centrais dessas nações.