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47 resultados para "exagerada"

22/02/2011

Ticoulat: produção para o futuro não pode ser exagerada

O leitor do CaféPoint Roberto Ticoulat, vice-presidente Sociedade Rural Brasileira e presidente da Três Marias Exportação e Importação, enviou um comentário ao artigo "Fernando de Souza Barros: não vai faltar café", sugerindo que o correto seria o produtor realizar a conta e decidir se está apto a permanecer no mercado ou ficar pronto para alterar de cultura quando e se o mercado reverter. Acesse e leia a carta na íntegra.

26/08/2010

Carta sobre o cenário de abastecimento mundial atual de café

É com dificuldade e certa apreensão que escrevemos esta carta em 2010. Temos acompanhado o mercado desde 2004, com estudos macroeconômicos e ferramentas de avaliação futura das disponibilidades, e desde 2008 ficava claro que o mercado entraria numa nova onda de risco elevado. Até maio deste ano, poucas pessoas se mostravam preocupadas com a questão. Mas, com os preços atuais que deverão flutuar em patamares elevados, temos muito a refletir para poder construir um modelo novo de mercado e não quebrar essa importantíssima cadeia de produção, que também é a mais antiga e internacionalizada do planeta.

19/12/2008

Tendência climática para regiões cafeeiras do Brasil

Até o momento, a maior cidade produtora do Brasil, Patrocínio, registra precipitação abaixo da média desde setembro. Já em Três Pontas, no sul de Minas Gerais, o deficit é bem menor. No sul da Bahia, região de Barra do Choça, a chuva atrasou, mas acabou se confirmando a partir de 20 de novembro. Segundo a última simulação, a região central do Espírito Santo não deverá registrar problemas associados à estiagem, pelo menos até o início de abril.

Mercosul: a vidraça da vez
16/07/2013

Mercosul: a vidraça da vez

Quem nunca criticou o Mercosul? Bruno Miranda se arrisca a fazer o contrário, ou seja: defender a necessidade de que o Brasil valorize a história e o relacionamento com os seus vizinhos. Mais especificamente, o autor argumenta que i) uma boa relação com os sócios na América do Sul não exclui necessariamente a possibilidade de acordos com outros países; ii) muitas vezes, a conveniência de tais tratados bilaterais é exagerada, não considerando possíveis percalços ou a resistência de setores protecionistas.