Demanda por cafés especiais da África se aquece
O aumento na demanda por cafés especiais, que agora representam uma em cada duas xícaras de café na América, tem levado os varejistas a buscar mais produto no continente africano.
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O aumento na demanda por cafés especiais, que agora representam uma em cada duas xícaras de café na América, tem levado os varejistas a buscar mais produto no continente africano.
Segundo a OIC, os produtores não são bem remunerados e incentivados a plantar café.
Com essa medida, a competitividade do país asiático deve crescer consideravelmente
Estimativa do USDA prevê queda de 2% em relação à safra 2016/2017.
O presidente da Sierra Exportadora, Alfonso Velásquez, que destacou a importância de promover o cultivo.
Nessa terça-feira (11/8), o Indicador do tipo 6 peneira 13 acima, a retirar no Espírito Santo, chegou a R$ 329,92/saca de 60 kg.
Fenômeno afetou cerca de 8.500 hectares de cafezais no país.
O presidente da Colômbia, Juan Manual Santos, estimulou os cafeicultores do país a voltar a produzir 11 ou 12 milhões de sacas de 60 quilos por ano. "Nosso objetivo como Governo, com todas essas medidas que beneficiam o café e as famílias produtoras, é regressar aos níveis de produção à ordem de 11 ou 12 milhões de sacas por ano em um futuro próximo".
Segundo o consultor Marcus Magalhães, mercado internacional começa processo de rolagem. Após o mercado em NY bater quase 300 pontos de baixa, houve uma inversão rápida de humor e recompras foram vistas, impulsionando as cotações para quase 200 pontos de alta
Em seu Boletim Semanal, o Escritório Carvalhaes trata do comportamento do mercado do café na semana do dia 25 de abril. Segundo seus dados o mercado futuro não alterou seu comportamento esta semana. Os contratos na ICE Futures US apresentaram fortes e rápidas oscilações em todos os pregões, e, mais uma vez, fecham a semana com um balanço positivo.
Segundo o Cepea, cenário estimulou fechamento de um volume maior de negócios
O aumento no consumo do café estimulou a onda de bons preços e atraiu novos investimentos no setor. No entanto, da implantação das mudas à primeira colheita, o tempo estimado de espera é de três anos.
As cotações do café arábica registraram forte queda nesta quinta-feira (08) pelo terceiro dia consecutivo. Em Nova York, o primeiro vencimento, maio/10, teve queda de 285 pontos, fechando a 134,70 centavos de dólar por libra-peso. A nova valorização do dólar no mercado internacional estimulou um movimento de vendas especulativas das commodities, o que pressionou as cotações do café, segundo a Dow Jones Newswires. No mercado físico a saca de 60 quilos do café arábica fechou a R$ 279,96, com queda de 1,76%, segundo o indicador Cepea/Esalq.
O presidente da Colômbia, Alvaro Uribe, estimulou os cafeicultores a aumentar a produção para 17 milhões de sacas anuais de café após a dramática queda na colheita de 2009, enquanto que a federação de produtores de café prognosticou estabilidade no consumo mundial no próximo ano.
O ministro da Agricultura, Reinhold Stephanes, fez um balanço das prioridades para o setor no segundo semestre de 2009. Otimista, ele considera o cenário para a agricultura bem melhor do que as previsões feitas no fim do ano passado e lembrou que a desvalorização do real superou muito a queda das cotações internacionais, o que estimulou o crescimento da exportação que foi de 4,5%, nos primeiros quatro meses. "O saldo continuará positivo em 2009, pois o Brasil é o maior exportador líquido de produtos agrícolas do mundo e o valor das exportações é seis vezes o valor das importações", previu o ministro.
O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) reduziu em 0,9% sua estimativa para a produção global de café 2011/12, para 133,8 milhões de sacas de 60 kg, após chuvas pesadas em grandes áreas produtoras de arábica como a Colômbia.
As exportações de café do Quênia em 2010/11 (outubro-setembro) aumentarão 22,5%, para 43.000 toneladas, com relação às 35.108 toneladas exportadas no ano anterior, informou o Conselho de Café do país. O valor das exportações aumentará 11,8%, para 18 bilhões de xelins (US$ 207,5 milhões), dos 16,1 bilhões de xelins (US$ 185,6 milhões) exportados na safra anterior.
O processo de seleção dos diretores da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), baseado em critérios técnicos de recrutamento, será extinto por intervenção direta da presidente Dilma Rousseff. E o mandato de três anos garantido aos diretores da estatal valerá somente para os atuais executivos recém-confirmados no cargo.
Após iniciar a semana em queda, os preços do café arábica se recuperaram e encerraram a sexta-feira (23) em alta nos mercados futuros e físico. Em Nova York, o primeiro vencimento, setembro/10, teve alta de 430 pontos, fechando a 166,00 centavos de dólar por libra-peso. No mercado físico, a saca de 60 quilos do café arábica foi cotada a R$ 305,92, com valorização de 2,62%, segundo o indicador Cepea/Esalq. O café seguiu os ganhos do petróleo, metais preciosos e outras commodities agrícolas. Além disso, ainda há falta de oferta de cafés de qualidade.
O cenário de comercialização de café está mudando. Segundo o analista Gil Barabach, da Safras & Mercado, alguns fatores levam a preços melhores para o produtor: a fraqueza do dólar no mercado internacional; uma safra brasileira menor e de qualidade inferior; e a intensificação de ações de ajuda do governo federal ao setor.
Os exportadores de café da Etiópia, acusados de segurar seus estoques, precisam aceitar os menores preços globais e vender seu café, disse o primeiro-ministro do país, Meles Zenawi. Zenawi emitiu um alerta severo aos exportadores durante uma reunião privada com industriais na semana passada ameaçando "cortar suas mãos" se não liberassem os estoques de café que estão segurando na esperança de melhores preços.
A confirmação das perdas provocadas pela estiagem na produção do café estimulou os negócios envolvendo o grão ao longo de março e alavancou os preços no país. Em março, a saca de 60 quilos foi comercializada, em média, a R$ 436 no Estado, valor que ficou 17,43% superior ao praticado em fevereiro.
Segundo relatório mensal da OIC, divulgado na segunda-feira (12), melhora nas perspectivas de oferta, menor incerteza regulatória e desvalorização do real pressionaram as cotações; robusta liderou as perdas
Ao mesmo tempo, a entrada do verão, com as chuvas, derrubou o valor das cotações