Os perigos do plantio de poucos clones na formação de lavouras de conilon
Por Carlos Otávio R. Constantino, engenheiro agrônomo e Wander Ramos Gomes, mestre e engenheiro agrônomo da Cooabriel.
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Por Carlos Otávio R. Constantino, engenheiro agrônomo e Wander Ramos Gomes, mestre e engenheiro agrônomo da Cooabriel.
Grandes cafeicultores podem produzir cafés especiais com planejamento e um rigoroso controle de cada etapa produtiva. "Há um estigma de que os grandes não conseguem fornecer café gourmet. No Brasil, estamos fazendo isso com gerenciamento do campo ao comprador e uso de tecnologia de ponta", conta José Francisco Pereira, produtor de café há 37 anos na região de Sul de Minas.
O secretário estadual da Agricultura e Abastecimento, Norberto Ortigara, disse que o governo do Estado vai apoiar a Ficafe, que acontece em Jacarezinho entre os dias 17 e 18 de novembro. A Feira será realizada pelo 4º ano consecutivo e representa uma vitrine da qualidade do café especial e de alta qualidade produzido no Paraná para o mercado mundial.
O Brasil vive um momento distinto na agricultura, com a união de produtores organizados, o apoio científico das instituições de ensino e pesquisa e o incentivo governamental voltado para a delimitação de regiões para o registro de Indicação Geográfica (IG). O país está apenas começando, com oito IGs concedidas, sendo apenas uma para o café: Café do Cerrado (MG).
Profissional norte americana do setor de e-commerce de café nos EUA e escritora freelancer para algumas mídias em seu país, Bethany Ramos aborda contradições implícitas no modo como pais em muitas culturas negam a suas crianças um cafezinho de manhã, sob o estigma de que a bebida faça mal à saúde infantil devido à cafeína. Confira
Foram identificadas plantas capazes de se intercruzar, resultando em maior produtividade de acordo com a característica que o produtor deseja
Estudos desenvolvidos na Chapada Diamantina aponta que apenas uma visita da abelha Apis mellifera nas flores de café é suficiente para depositar grãos de pólen nos estigmas das flores, que produzirão frutos mais pesados e de melhor qualidade
Marisa Contreras explica que experiência foi realizada em um talhão e que trouxe um café super doce na xícara
Localizada na Rua Augusta, na altura dos Jardins, iniciativa vai contribuir para a diversidade.
Após quedas acumuladas no mês de maio e parte do mês de junho, as cotações do arábica voltaram a subir nos mercados futuros em função do frio intenso no Brasil, que é visto como fator altista em função da possibilidade de prejuízos às lavouras de café afetadas pela geada e até chuvas. Pelo terceiro dia consecutivo, as cotações encerraram a quarta-feira (29) em alta.
O café não conseguiu se desvencilhar do tom negativo e acabou escorregando para os 127.00 centavos durante a semana. Nova Iorque fechou o período com perdas de US$ 5.69 por saca, encerrando a semana abaixo do nível psicológico de 130.00 cts/lb no vencimento de julho 2009. A fraqueza do dólar ajudou a trazer um pouco de compras por parte dos torrefadores, que estavam protelando suas necessidades de compras.
Nesta segunda-feira (8), a Conab (Companhia Nacional de Abastecimento) anunciou os estoques privados de café do Brasil, com o dia 31 de março de 2009 servindo como data de referência. Segundo a estatal, o volume contabilizado foi de 14,656 milhões de sacas de 60 kg, sendo 14,005 milhões referentes a café arábica e 651 mil sacas a conilon.
Para os pesquisadores, de modo geral, as condições climáticas adversas, favoreceram a evolução do ataque do bicho mineiro, causando em muitas culturas intensa queda de folhas, levando a baixa relação área foliar por botão floral e conseqüente comprometimento do desenvolvimento e abertura dos botões florais. Em uma mesma cultura observam-se três floradas de razoável intensidade excessivamente espaçadas (floradas de início de agosto, início de setembro e início de novembro). Tal fato poderá depreciar a qualidade de bebida da próxima safra devido à falta de uniformidade na maturação dos frutos.
O nosso alerta é para que haja igualdade de condições de tratamento nas políticas públicas para o café, não se permitindo que o valoroso café Conilon se torne um excluído no processo de construção de uma cafeicultura nacional sustentável. Necessitamos de uma política nacional para nossa cafeicultura que envolva um maior volume de recursos federais, no momento certo e na hora adequada.
Piraju, no Sudoeste de São Paulo, acaba de realizar o "5º Concurso de Qualidade do Café", em etapa regional que visa identificar os melhores cafés do Estado. O grande diferencial, no entanto, está na melhoria da qualidade dos cafés que há menos de uma década nem ousavam participar de concursos deste gênero.